Tag "tecnologia"

  • ‪Isaac Asimov prevendo o impacto da Internet

    Isaac Asimov[bb] mostra toda sua genialidade prevendo, em 1988, a importância da Internet[bb] na educação e em nossas vidas. Entrevista gravada em 1988 por Bill Moyers no programa de TV World of Ideas. Asimov prevê entre outras coisas as redes sociais e aplicações como a Wikipedia, Yahoo Answers, etc.

    [youtube CI5NKP1y6Ng#at=134]

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  • O Relógio do Longo Agora

    Assisti a um documentário que mostrou sobre uma iniciativa chamada “The Long Now Foundation” (“A Fundação do Longo Agora”) e o projeto do “Relógio dos 10.000 anos”. Claro que fiquei curioso e fui atrás pesquisar. A “Fundação do Longo Agora” foi fundada em 1996 com o intuito de ser uma instituição cultural a longo prazo com o objetivo mais que louvável de pensar no estímulo à criatividade humana a longuíssimo prazo (10.000 anos) e com uma concepção de progresso tecnológico (humano, científico e instrumental) numa escala de parâmetro focando no “mais lento/melhor qualidade” diferente do “mais rápido / mais barato” que reina nas relações humanas atualmente.

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    Carteira de mebro do Projeto do Longo Agora.

    Os carros chefes da Fundação são o “Relógio” e a “Biblioteca”. A proposta partiu do cientista da informática Daniel (Danny) Hillis, que desenvolveu a arquitetura do “maciço paralelo” da atual geração de supercomputadores, projetou o desenho mecânico do “Relógio” e agora está construindo o segundo protótipo (o primeiro protótipo está em exposição em Londres, no Museu da Ciência). Os mecanismos do “Relógio” consistem em um sistema binário mecânico-digital que é tão preciso e revolucionário que teve diversos de seus elementos patenteados (com 32 bits de acuidade, ele tem precisão equivalente a um dia em 20 mil anos, e se auto-corrige por ‘travamento por fases’ (‘phase-locking’) de acordo com o sol do meio-dia.

    1º protótipo do Relógio dos 10.000 anos exposto no Museu de Ciências em Londres.

    The Long Now Foundation

    The Long Now Foundation

    Protótipos expostos em Fort Mason, San Francisco – EUA.

    Em 1999, a Fundação comprou parte de uma montanha na região oriental do Estado de Nevada, cujos altos despenhadeiros de calcário branco podem ser um local ideal para o “Relógio dos 10 Mil Anos definitivo”. Enquanto isto, Danny Hillis e Alexander Rose continuam a experimentar protótipos de Relógios cada vez maiores – o atual pode ter 20 pés de altura.

    A seguir o texto de Danny Hillis na íntegra retirado da revista Wired, edição “Cenários” de 1995.

    Algumas pessoas dizem que sentem como se o futuro estivesse fugindo delas. Para mim, o futuro é um grande trator, apertando seus freios à minha frente, enquanto sou sugado por seu vácuo. Estou prestes a bater de frente com ele.
    Quando eu era criança, três décadas atrás, o futuro estava muito distante – assim como a virada do milênio. Datas tais como 1984 e 2001 eram confortavelmente remotas. Mas o mais engraçado é que, em todos estes anos, o futuro em que as pessoas pensaram não mudou, transposto o milênio. É como se o futuro estivesse se retraindo, ano a ano, por toda a minha vida. 2005 ainda está muito longe para ser planejado e 2030 está tão distante para sequer se pensar nisto. Por que fazer planos se tudo vai mudar?

    A forma como indicamos nossos anos é parte do problema. Aqueles três zeros no formato do milênio é uma barreira conveniente, um limite reconfortante por meio do qual podemos nos assegurar no presente e isolarmo-nos de qualquer coisa que venha depois. E ainda, há mais sobre esta contração do futuro do que datas. É como se sentíssemos que algo grande está por acontecer: gráficos nos mostram o crescimento anual das populações, concentrações atmosféricas de dióxido de carbono. Endereços de internet, e Mbytes por dólar. Tudo isto sugere uma assíntota pouco além da curva do século. A Singularidade. O fim de tudo o que sabemos. O início de algo que talvez nunca possamos entender.

    Eu penso nos vigas de carvalho do teto do College Hall em New College, Oxford. No século passado, quando as vigas tiveram de ser substituídas, os carpinteiros usaram árvores de carvalho que haviam sido plantadas em 1386, quando o salão de jantar foi construído pela primeira vez. O construtor do século XIV havia plantado as árvores antecipando o tempo, centenas de anos antes do futuro, quando as vigas teriam de ser substituídas. Os carpinteiros plantam novas árvores para substituir as traves novamente, desde agora, para daqui a algumas centenas de anos?

    Quando conto a meus amigos a respeito do relógio do milênio, eles realmente acreditam ou não. A maioria conclui que não estou falando sério, ou, se estou, devo estar vivendo a crise da meia-idade. (Esta é boa, Danny, mas por que você não pode apenas elaborar um programa de computação para fazer o mesmo? Ou, talvez, ao contrário, você devesse começar em outra companhia.) Meus amigos que acreditam têm idéias que se concentram em um aspecto particular do relógio. Meus amigos engenheiros se preocupam com a fonte de energia: solar, aquática, nuclear, geotérmica, difusa, ou a força geofísica das marés? Meus amigos empresários ponderam sobre como tornar o relógio financeiramente auto-sustentável. Meu amigo escritor, Stewart Brand, começou a pensar sobre a organização que cuidará do relógio. É um teste de Rorschach – de tempo. Peter Gabriel, o músico, acredita que o relógio deveria ser vivo, como um jardim, contando as estações com flores de vida curta, contando os anos com sequóias e pinheiros típicos da Califórnia (Bristlecone Pines). O artista Brian Eno intui que o relógio deveria tem um nome, então nós lhe demos um: O Relógio do Longo Agora.

    Dez mil anos – o período de vida que eu espero para o relógio – é mais ou menos equivalente ao período da história da tecnologia humana. Nós possuímos fragmentos de cerâmicas tão antigos quanto isto. Geologicamente, é uma piscada de olho. Quando você começa a pensar em construir algo que dure tanto, o problema real não é a deterioração e corrosão, ou mesmo a fonte de energia. O problema real são as pessoas. Se algo se torna desimportante para as pessoas, é retalhado em partes – vira sucata; se se torna importante, transforma-se em símbolo, e, eventualmente, pode ser destruído. A única forma de sobreviver através dos tempos é ser forjado em material grande e sem valor, como Stonehenge (Inglaterra) e as Pirâmides do Egito, ou se perder. Os Pergaminhos do Mar Morto (Dead Sea Scrolls) conseguiram sobreviver ao ficar perdidos por quase dois milênios. Agora que eles foram localizados e preservados em um museu, eles provavelmente estão condenados. Eu lhes dou dois séculos de vida – no máximo.

    O destino das coisas realmente antigas me leva a pensar que o relógio deva ser copiado e escondido. A idéia de esconder o relógio para preservá-lo tem seu corolário natural, mas leva Teller, o mágico profissional, a sugerir sem modéstia: “O mais importante é fazer um documentário muito convincente a respeito da construção do relógio e da decisão de escondê-lo. Não construa um realmente. Isto romperia o mito se ele um dia for encontrado”. Em algum sentido, Teller está certo.

    Os únicos relógios que realmente sobreviveram ao longo dos tempos (tal como o relógio de água de Su Sung, ou o gigantesco relógio de vidro de Uqbar) o fizeram em livros, desenhos e histórias.

    No universo, informação pura vive mais tempo. Bits (dígitos binários) duram. Pouco antes de Jonas Salk morrer, eu fui afortunado o suficiente para sentar-me ao lado dele em um jantar. Eu não o conhecia muito bem, mas em conversas anteriores ele sempre havia estimulado minhas linhas mais místicas de pensamento. Eu estava certo de que ele aprovaria o relógio do milênio.

    Fiquei desapontado com sua resposta: “Pense sobre o problema que você está tentando resolver. Qual questão você está realmente querendo responder?”

    Eu nunca tinha pensado no relógio como uma questão. Era mais do que uma resposta, embora eu não soubesse direito a qual pergunta. Eu falei mais, sobre a contração do futuro, as árvores de carvalho. “Ah, eu entendo”, Salk disse. “Você quer preservar algo de você mesmo, assim como eu estou perpetuando algo de mim mesmo tendo esta conversa com você”. Eu lembrei disto poucas semanas depois, quando ele morreu. “Tenha certeza de pensar cuidadosamente naquilo que exatamente você quer conservar”, ele disse.

    OK, Jonas, OK, povos do futuro, aqui está parte de mim que eu quero perpetuar, e talvez o relógio seja minha maneira de explicar isto a vocês: eu não posso imaginar o futuro, mas eu me importo com ele. Eu sei que sou parte de uma história que começa muito antes de que eu possa me lembrar, e que continuará para muito além de quando qualquer um se lembrará de mim. Intuo que estou vivo em uma época de mudanças importantes, e sinto a responsabilidade de fazer o possível para que esta mudança se dê de forma positiva. Planto minhas sementes de carvalho sabendo que jamais viverei para fazer a colheita dos carvalhos.

    Eu tenho esperança no futuro.

    Danny Hillis.

    No vídeo abaixo está uma breve explicação sobre o objetivo, método de criação e manutensão do Relógio. Infelizmente não achei com legendas em português.

    [youtube ynd_2YBrHHE]

    Fontes: LongNow.org, Wikipedia Long Now

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  • Caderno eletrônico

    A maioria conhece o IPad e as tablets, mas esse é muito bacana: o Noteslateum excelente conceito com  um touch pad com uma fina tela de 13 polegadas com a tecnologia “E-Ink” para tomar notas e ilustrações com o dedo ou uma caneta própria em páginas diferentes. Lindo design e simplicidade. Os textos, rascunhos e desnehos podem ser salvos num cartão SD. Quatro modelos a partir de U$ 99.

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    Simplicidade

    Lápis e Papel

    Lápis e Papel

    Comunicação escrita

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  • Trabalhando em 3D com realidade aumentada

    A tecnologia usada para criar imagens em 3D já existe há aproximadamente 30 anos e tem sido de grande utilidade na área industrial, na elaboração de projetos de novos produtos, na área médica e no entretenimento, onde tem se tornado mais conhecida do público geral.

    Trabalhar com desenhos tridimensionais não é fácil, mas o software desenvolvido pelo húngaro Dániel Rátai promete ser de grande ajuda para quem atua nesta área. Com o auxílio de óculos especiais, sensores de infra-vemelho e uma “caneta” especial (Bird) conectados à placa de vídeo e portas USB, o Leonar3Do é capaz de trazer o objeto trabalhado para fora do monitor. Tudo isso graças ao advento da realidade aumentada, que cria a ilusão de uma imagem virtual no ambiente real.

    O software permite uma infinidade de utilizações, além da modelagem tridimensional. Com o kit de desenvolvedor (SDK), dá para criar e rodar jogos e ambientes educativos, para serem usados em computadores de escolas, por exemplo.

    O único problema é o preço: Segundo Rátai, o custo do programa para o usuário final, junto com todo o equipamento compatível, não sai por menos que US$ 1000. Inviável para quem só quer se divertir.

    Fonte: Vale um post

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  • A escala do Universo

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    Do menor comprimento físico observável, o comprimento de Planck, medindo 0,00000000000000000000000000000000001 metros; ao maior tamanho, o tamanho do próprio Universo estimado em 930.000.000.000.000.000.000.000.000 metros: são muitos zeros em uma diferença de magnitude difícil de compreender.

    Ou talvez nem tanto. Em uma fantástica animação interativa em Flash, você pode viajar por todas as escalas do Universo, começando da espuma quântica na escala de frações de yoctometros, passando por átomos, moléculas, vírus, células, seres vivos, planetas, estrelas, nebulosas, galáxias, aglomerados, o agrupamento local, o universo observável e o próprio Universo, com tamanho medido em yottametros.

    De 10^-35 a 10^26, é uma longa viagem, e você pode arrastar a barra com o mouse para navegar ou usar as teclas de direção do teclado se desejar mais precisão.

    Como Phil “Bad Astronomer” Plait comentou, “minha parte favorita está no extremo menor, quando você precisa passar por várias potências de dez com nada acontecendo até o comprimento de Planck, a menor escala no Universo. É uma noção um tanto aterradora”.

    Será mera casualidade que a maior parte dos objetos que ilustram as escalas do Universo se concentre nas escalas ao redor de nosso próprio tamanho? Teorias físicas sugerem que pode haver uma incrível complexidade em escalas próximas do comprimento de Planck, bem como resta quase literalmente um Universo a descobrir em escalas estelares, galácticas, de grande agrupamentos. São quase 60 potências de dez do mundo bem real em que vivemos disponíveis para exploração científica.

    Como dizia Sagan, nós mal começamos a explorar as margens do oceano cósmico, que se estende tanto pelas estrelas quanto pelo interior dos átomos.

    Fiz crtl+c e ctrl+v dessa notícia direto do 100 Nexos, ótimo site sobre ciência, educação e tecnologia! Esse infográfico interativo ficou muito bom, dá uma noção exata do quanto somos insignificantes no Universo… ou não.

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  • Sexto sentido tecnológico

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    Peguei essa notícia no Comunicação Chapa Branca.

    Para os interessados em Realidade Virtual e Aumentada, aqui vai uma dica muito bacana. O programa “Falar Global“, exibido esta semana pela rede de televisão portuguesa Sic Notícias, teve como tema “O sexto sentido tecnológico”. Além de uma entrevista com  Antonio Câmara da Ydreams - uma das maiores autoridades mundiais sobre o assunto – mostra também um protótipo do MIT que fornece ao utilizador informação detalhada sobre tudo o que o rodeia.

    Simplesmente imperdível!

    Confiram:

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  • Pinturas famosas inspiradas em fotografias

    As inovações tecnológicas revolucionaram a humanidade de várias maneiras, e a Arte não podia ficar de fora desta influência. Atualmente usam-se das mais variadas ferramentas para se criar representações imagéticas, seja com técnicas tradicionais (desenho, pintura, escultura, gravura) ou técnicas contemporâneas (fotografia, instalações, arte cinética, ambientes de imersão áudio-visual etc).

    Hoje, grandes artistas gráficos e ilustradores profissionais ou amadores fazem uso de equipamentos como tablets (mesas digitalizadoras), scanners, monitores touch-screen (toques na tela) e softwares que potencializam a criatividade e otimizam o tempo de produção.

    Para mim não passa de bobagem o questionamento que alguns estudiosos fazem a respeito de que o avanço da tecnologia na Arte acabou desvirtuando-a. Arte e Ciência sempre andaram juntas na História, vide os renascentistas que, além do talento artístico também eram conhecedores de materiais e elementos químicos para a obtenção de suas tintas, o preparo das superfícies dos suportes trabalhados (tela, mural, madeira), bem como no uso de apetrechos como esquadrinhadores, câmera obscura, réguas, esquadros e compassos.

    No séc. XIX o advento da fotografia lançou um novo desafio aos artistas: se uma máquina, quase que instantaneamente, podia fazer a reprodução do real, qual era o papel dos artistas agora então? Muitos responderam que o daguerreótipo (ancestral da máquina fotográfica) não tinha a “alma” de uma pintura, ou era “mecanizado” portanto não alcançaria o mesmo patamar que as “belas-artes” tradicionais. O tempo mostrou que a fotografia tornou-se uma técnica artística de grande importância.

    E muitos pintores que conviveram com o surgimento desta tecnologia souberam aproveitá-la nas suas criações. Não foram poucos que capturaram determinado momento com uma câmera para manter uma pose ou uma situação. Vejam a seguir exemplos de pinturas Impressionistas e Expressionistas inspiradas ou baseadas em fotografias:

    1. Paul Gauguin

    Fotografía de Henry Lemasson, y la obra Madre e hija, de Gauguin
    2. Paul Cezanne

    Bañista, de Paul Cezanne
    3. Toulouse Lautrec

    La Troupe, de Toulouse Lautrec Pareja en un bar, 1891 Jane Avril
    4. Vincent Van Gogh

    La madre del pintor, 1888
    Retrato del pintor belga E. Boch, 1888
    5. Edgar Degas

    Bailarinas detrás del escenario: montaje y cuadroDespués del baño, 1896El Vizconde Lepic con sus hijas y su perro AlbrecktEnsayo de ballet con escalera de caracol. 1877

    Fonte das imagens: Fogonazos

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  • Palestra do designer Philippe Starck

    Palestra do designer Philippe Starck no TED (Technology, Entertainment and Design) – Ideas worth spreading – que não tinha nenhum slide “bonitinho” para mostrar – e coloca em 18 minutos as questões do porquê Design. Legendado. Vi primeiro no RLDiseño.

    Parte 01

    [youtube wHCbERARJcw&eurl]

    Parte 02

    [youtube NOmO6LrNqMs&eurl]

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  • Dell Latitude Xt2 Notebook + tablet

    Antes de mais nada não tô ganhando nem um cent por fazer essa propaganda da Dell (mas não me incomodaria nem um pouco se ganhasse). Vi essa belezinha do
    Dell Tablet PC Latitude XT2 e fiquei babando. Além de ser levíssimo e finíssimo (1,72kg e 27,4mm), tem uma tela touch screen (toque com dedo ou caneta) sendo também uma tablet que gira 360º. Já pensou o impacto dele numa reunião com um cliente quando você vai mostrar um layout e dá um giro na tela?

    Caneta do tablet PC Dell Latitude XT2

    Tablet PC Dell Latitude XT2

    O bichinho tem uma configuração média (que tem variações) que é um sonho pra processamento de arquivos grandes, como no caso de designers, que usam aplicativos gráficos 2D e 3D. Vejam só:

    • Processador Intel® CoreTM 2 Duo ULV SU9400 (1,4 GHz);
    • Tela Premium WXGA (1280 x 800) de 12,1 pol com LED visível à luz do dia (visualização ampla);
    • Memória DDR3 de 5 GB (1 de 1 GB integrada, 1 DIMM de 4 GB), 1066 MHz
    • Unidade de disco rígido SATA de 80 GB/120 GB, 5.400 RPM
    • Dentre outras.

    Minhas ressalvas quanto a esse notebook:

    • Tamanho da tela, apenas 12,1′. Muito pequeno pra ser usado pra design.
    • O Latitude XT não vem com unidade de CD, pode ser implementado por meio de um leitor externo ou com o uso de uma base de acoplamento, a chamada Mediabase com DVD+/-RW 8X. Isso é chato pra quem tem de fazer backups direto.
    • Preço sugerido da criança: quase R$ 6.700,00 (uuiiii).

    Mas se alguém quiser fazer doações pra Imagética ou Blogarte, tô aceitando presentes adiantados pro meu aniversário que é em junho certo? eheheh…

    Tablet PC Dell Latitude XT2
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