Tag "profissão"

  • I Mostra de Desenho do Liceu Maranhense

    Garcia Junior

    A I Mostra de Desenho do Centro de Ensino Médio Liceu Maranhense tem como objetivo exibir à comunidade escolar o talento de alunos e alunas das 3 séries nos 3 turnos do Ensino Médio na linguagem artística do Desenho. Importante frisar que o evento não terá caráter competitivo entre os participantes justamente para estimular a livre participação independente do nível de técnica e estilo nos trabalhos.

    OBJETIVOS.

    • Estimular a produção artística dos alunos(as) do Liceu Maranhense especificamente na linguagem de Desenho.
    • Expor os trabalhos de Desenho dos alunos(as) para a comunidade escolar e profissionais de Desenho e Ilustração convidados.
    • Debater sobre o tema “Profissão: desenhista” com mesa-redonda composta por profissionais destacados de Desenho e Ilustração do Maranhão que atuam no mercado publicitário, editoras de livros e histórias em quadrinhos nacionais e internacionais.
    • Formar repertório criativo e currículo de exposição para os aluno(as) participantes.

    MESA-REDONDA.

    A mesa-redonda será composta por profissionais de Desenho e Ilustração destacados no mercado, tanto no ramo publicitário, quanto em editoras de livros e histórias em quadrinhos nacionais e internacionais. O tema da mesa-redonda será “Profissão: desenhista” em que os participantes falarão sobre os desafios da atividade profissional no Brasil e Maranhão, trajetórias de vida e influências artísticas, principais trabalhos realizados e dicas e sugestões para os iniciantes na área.

    Os profissionais também exibirão seus trabalhos publicados e conversarão com os participantes/expositores sobre os trabalhos expostos possibilitando uma conversa mais pessoal para dicas direcionadas. Profissionais confirmados:

    Marcos Caldaswww.facebook.com/marcoscaldasilustrador;

    Rômulo Freirewww.facebook.com/rom.freire e www.romfreire.com;

    Ronilson Freirewww.facebook.com/ronilson.freire e www.ronilsonfreire.com;

    Ricardo Ponteswww.facebook.com/ricardo.pontes.12 e www.ricpontes.blogspot.com.br 

    Beto Nicácio - www.facebook.com/beto.nicacio e www.poderdaimagem.blogspot.com

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  • Pela inclusão da atividade “Desenho” no Simples Nacional

    Se existe um bom motivo para os desenhistas se unirem por uma causa, é este.

    Você certamente já passou ou vai passar pela dificuldade de enquadrar sua micro-empresa no imposto “Simples Nacional” porque simplesmente não existe a definição da atividade de Desenhista, Ilustrador e afins que te dê o direito legal de pagar seus impostos com este benefício, que é dado, acreditem, para as EDITORAS.

    Uma editora pode, porque o governo reconhece a atividade, mas desenho não existe aos olhos tributários da Nação.

    Existe um Abaixo Assinado circulando na rede, e esta é a nossa oportunidade de fazer a nossa parte, e lutar pelos nossos direitos.

    Direito de pagar impostos justos, proporcionais e sem gambiarras, optando pela categoria “DESENHISTA PROFISSIONAL”..

    Eu vou assinar, tuitar, compartilhar e postar em tudo que é lugar.

    Se você é desenhista e se orgulha disto, poderia fazer o mesmo.

    Abaixo-assinado Simples Nacional – PLS 00467/2008 – Inclusão da atividade de desenho

    Exmo. Sr. Senador José Pimentel
    Relator do PLS 00467/2008 – Complementar
    Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

    Excelentíssimo Senhor

    Somos desenhistas profissionais.

    Ao nos apresentar assim com apenas três palavras, dizemos muito pouco do longo caminho que tivemos de percorrer para nos profissionalizar, e dos serviços que prestamos à sociedade.

    Foram muitos anos de estudos e principalmente de treinamento, porque o simples pendor para o traço não qualifica as pessoas para o exercício dessa atividade.

    Não é exagero dizer que estamos presentes em boa parte das atividades humanas, principalmente naquelas que mais de perto dizem respeito à criatividade e à educação.

    — Estamos nos livros infantis, primeiros passos para o aprendizado cognitivo. A editora que nos contrata para desenhá-los vende-os para as livrarias. Sobre o preço do livro não recai nenhum imposto (art 150, da CF). Sobre o nosso serviço recaem todos os tributos porque o nosso pequeno estúdio não pode se abrigar sob as asas protetoras do Simples Nacional.

    — As editoras da maior parte dos livros adotados nos ensinos fundamental, médio e superior também se valem dos nossos serviços. Sobre os livros vendidos não recaem impostos, mas nós que os desenhamos recolhemos o IRPJ sob a modalidade do lucro presumido, muito mais onerosa do que a modalidade de recolhimento a que se obrigam as pequenas e médias empresas que podem optar pelo Simples Nacional.

    — O comércio de figurinhas em bancas de jornal abriga-se, quanto ao recolhimento tributário, sob a imunidade constitucional de que gozam os livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão (Decisão do Superior Tribunal de Justiça). O desenhista que recebeu a encomenda de desenhá-las não goza de nenhuma isenção tributária.

    — O proprietário de três padarias que, em conjunto, faturam R$ 3.600.000,00 anuais, tem seus negócios enquadrados no Simples Nacional. O pequeno estúdio de desenho / ilustração, a quem o dono das padarias encomendou o desenho do logotipo do seu negócio, recolherá, guardadas as devidas proporções, tributos muito mais elevados do que aqueles que serão recolhidos pelas três padarias. Ressalte-se que os estúdios faturam, em média, algo em torno de R$ 100.000,00 anuais.

    — Raramente as editoras mantêm desenhistas / ilustradores no seu quadro de pessoal porque nem sempre têm livros para ilustrar. Essa circunstância faz com que os ilustradores trabalhem por conta própria, e se vejam na contingência de constituir pessoa jurídica porque as editoras que eventualmente os contratam exigem que os desenhos lhes sejam entregues acompanhados de nota fiscal de serviços. Não podendo se beneficiar do regime do Simples Nacional, a pequenina empresa do desenhista / ilustrador obriga-se a recolher os mesmos tributos que são exigidos de empresas de médio e grande porte (modalidade lucro presumido).

    Ao ressaltarmos essas contradições, não nos move a intenção de criticar as decisões tomadas anteriormente, porque tudo tem seu tempo e sua hora. Queremos, tão somente, oferecer subsídios para o aperfeiçoamento do instituto das microempresas e empresas de pequeno porte. Temos consciência de que o pretendido aperfeiçoamento faz parte do processo democrático.

    Eminente Senador

    Poderíamos ilustrar esta correspondência com um sem número de exemplos e considerações, entretanto, a julgar pela atuação parlamentar de V. Excia, notadamente na presidência da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, e nas áreas de empreendedorismo e educação, estamos convictos de que essas poucas palavras são suficientes para ressaltar a conveniência, até mesmo por ser questão de justiça, da inclusão de todas as modalidades de desenho no rol das atividades que podem usufruir dos benefícios tributários do Simples Nacional. A nossa atividade é edificante.

    Em resumo, submetemos ao elevado juízo de V. Excia a possibilidade de se manifestar favoravelmente, no relatório que lhe cabe enviar aos demais membros da Comissão de Assuntos Econômicos, quanto à inclusão da atividade de desenho / ilustração dentre aquelas que podem ser enquadradas no Simples Nacional.

    Com respeito e consideração, subscrevemo-nos, atenciosamente,
    Os signatários

    Fonte: Sketcheria

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  • Quantos layouts exibir pra um projeto?

    Uma das questões mais debatidas entre meus colegas da Especialização em Design Gráfico na UFMA e também nas listas e fóruns sobre design que faço parte, tem sido quantos layouts devem ser apresentados como propostas de solução visual para determinado projeto.

    Acredito que os designers usam uma metodologia genérica ao abordarem um problema a ser resolvido graficamente (seja um logo, um cartaz ou um cartão): quais as informações cruciais do briefing que devem ser levadas em consideração ao se transpôr intenções, mensagens e significados na peça? Nesse método geral, cada profissional pode adaptar à sua realidade (prazo, honorários, expertise, custos operacionais, porte do cliente, natureza do projeto).

    Eu mesmo, até agora, sou adepto de fazer um bom levantamento de informações sobre o problema e buscar a solução mais satisfatória para resolvê-lo. Alguns trabalhos de criação de logotipo, admito, já fiz mais de 10 layouts (o que se mostra muito improdutivo, pois você tem um desgaste de criatividade e de tempo). Só que já consegui matar projetos também no primeiro layout apresentado (claro que depois de algumas dezenas de esboços). A regra que me impus foi apresentar 3 layouts (com possibilidades de variações), cada qual com um caminho diferente na proposta da solução.

    Um colega comparou essa situação fazendo analogia com um tratamento médico. Ele disse que um médico não dá 2 ou 3 diagnósticos ou faz 2 ou 3 intervenções cirúrgicas. Que se o designer apresenta mais de uma proposta de layout ele deveria receber por cada uma delas (bastante justo até). Acredito que essa analogia não deva ser feita literalmente, embora eu compreenda e até concorde em parte com ela. Porém não vemos constantemente pessoas pedindo uma 2ª ou 3ª opinião sobre seu estado de saúde ou que precisam fazer uma cirurgia de emergência causada por algum erro médico? No caso do erro do designer a saúde que é afetada é da empresa que o contrata.

    Outro colega me disse, e com bastante propriedade pela sua experiência, que se você apresenta mais de 1 proposta de layout você subjetivamente está dizendo ao cliente que não acredita em nenhuma delas e deixa na mão dele decidir aquela que ele “acha” que é a melhor. Isso faz com que o processo criativo e de decisão do designer possa ir por água abaixo deixando com o cliente o fechamento de todo o processo. Para um designer ter a atitude de apresnetar somente uma proposta e manter-se nela requer segurança na sua criação e determinação na defesa de sua ideia. Também compreendo e concordo em parte com essa prática sugerida pelo meu colega. Mas, no final das contas, quem tem de aprovar o layout não é a pessoa (ou equipe) que o contratou? Também não podemos “empurrar” algo se nosso interlocutor não aprova e nem compra sua ideia.

    Esse processo todo é complicado pois não existe uma regra única a ser seguida, um parâmetro que sirva de bússola pra essa prática. Ler, pesquisar, debater e praticar nos leva a um amadurecimento profissional em que tais situações, espero, sejam resolvidas espontaneamente. Não quero, nem de longe, apontar um caminho a ser seguido na apresentação de layouts, pois minha intenção ao escrever esse texto é justamente provocar e gerar o debate pra daí cada um adotar sua melhor prática profissional. Recomendo que, antes do próprio cliente, você deve ficar satisfeito com seu trabalho e dormir tranquilo com aquilo que acredita ser justo.

    Os comentários só enriquecerão o debate portanto fiquem à vontade. Acompanhem essa discussão também no fórum do DesignBR e no Blog EDGUFMA.

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