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25 revistas gratuitas de Design
Revistas de Design Gráfico são essenciais para consulta tanto por estudantes, iniciantes ou designer experientes. Não apenas para ficar por dentro de tendências ou novidades na área, mas para buscar inspiração principalmente nos momentos dos “brancos” e “bloqueios” criativos. Muitas das revistas são recheadas de fotos, ilustrações, logotipos, tipografia, manipulações de imagens, entrevistas, eventos, novidades, concursos e tudo mais que um designer gráfico pode querer numa publicação. A lista abaixo conté uma variedade de publicações para que você dê uma olhada mesmo que você só queira passar o tempo (que no nosso caso tempo ocioso na verdade é tempo para encher a mente de referências).
Kromag
Bak Magazine
MagWerk
Breed Magazine
Artzmania
Castle Magazine
Root Magazine
Etel Magazine
IdeaFixa
RevolutionArt
Kino
bitFUUL Magazine
Multilink Magazine
Destructed
Apocrifa
Moloko Plus
Blanket Magazine
ANTI
Proteus Mag
Woosta
Wag
Veer
PDF Mags
Fonte: I can be criative
O panfleteiro que virou referência no ensino de arte digital
Aficionado por games, empreendedor transformou uma simples escola de informática em uma rede especializada em computação gráfica.

São Paulo – Apaixonado por videogames desde pequeno, Alessandro Bomfim cansou de levar bronca da mãe para deixar essas “bobagens” de lado. As tardes “perdidas” no fliperama e no Atari chegaram até a render a participações em competições de videogame na adolescência, mas, mesmo assim, Alessandro não conseguiu convencer a família de que o hobby era coisa séria. “Naquela época era visto como passatempo, algo que os pais recriminavam”, lembra.
Aos 17 anos, decidiu sair de casa e trocou o Recife pelo Rio de Janeiro. “Tive que deixar o sonho de lado e começar a me virar. Lavei táxi, fui office boy, entregador de pizza de bicicleta, balconista, fazia de tudo para pode pagar o aluguel do quarto de pensão”, diz.
Mas foi o emprego de “panfleteiro” em uma rede de ensino de informática que abriu as portas para que Alessandro pudesse finalmente reencontrar a paixão pelo universo dos games e transformá-la em negócio.
“A rede vendia cursos básicos de Office e Windows. Eu ficava em um ponto em Copacabana chamando os clientes para ir às escolas”, conta. Alessandro, então com 19 anos, logo se destacou no posto e um ano depois entrava para a equipe de vendas externas. Mais um ano no cargo e veio uma nova promoção, desta vez para vendedor interno. Em 2001, com cinco anos de empresa, o jovem foi convidado a assumir a posição de gerente da unidade de Copacabana, a mais importante da rede.
“Aceitei o cargo, mas, em vez de salário, pedi em troca um porcentual do negócio. Passei quatro meses sem receber nada porque a unidade dava prejuízo. Em seis meses, estava dando lucro”, diz. Animado com os resultados, Alessandro decidiu investir junto com um sócio para adquirir a unidade e transformá-la em uma escola própria, com um novo nome – AIS – e uma proposta diferente.
“Queríamos fazer uma coisa mais avançada, que oferecesse um diferencial ao cliente”, explica o empreendedor. Inicialmente, os sócios investiram para reformar o ponto, adquirir equipamentos e melhorar os cursos. Aos poucos, a rede foi crescendo, com novas unidades abertas em São Paulo (2003), Salvador (2006) e Recife (2007). O portfólio de cursos também foi se sofisticando, com a inclusão de cursos de computação gráfica e produção de vídeo.
Mas o ponto de virada do negócio aconteceu em 2008. “Comecei a viajar e observar as tendências no exterior. Percebi que estávamos ensinado os alunos apenas a usar o software do ponto de vista técnico, a ser apertadores de botão. Tínhamos que mudar a nossa filosofia”, lembra Alessandro.
A rede foi rebatizada de Saga (School of Art, Game and Animation) e passou a forcar em cursos de arte, games
e animação
. “O objetivo passou a ser desenvolver a parte criativa dos alunos, além da parte técnica. Decidimos formar artistas”, conta o empreendedor.
A mudança nas escolas foi radical. As antigas máquinas deram lugar a equipamentos de R$ 6 mil, com CPUs poderosas e monitores LCD
de 23 polegadas. Os professores passam a ser enviados para cursos de capacitação e reciclagem nos Estados Unidos – a cada seis meses um grupo é mandado às melhores instituições do ramo para aprimorar os conhecimentos.
O investimento foi alto – cada unidade custa, em média, R$ 500 mil para ser implantada, cinco vezes mais que o custo para montar uma unidade no modelo antigo –, mas deu retorno. O faturamento da marca em 2010 foi de R$ 7,5 milhões. As seis escolas da rede, que antes tinham, em média, de 300 a 400 alunos, passaram a contar com cerca de 1 mil alunos cada.
“No passado, o nosso aluno fazia um investimento muito baixo para aprender a usar um computador, mas saía para o mercado para ganhar salário mínimo. Hoje formamos profissionais especializados, que já saem daqui ganhando R$ 3 mil, R$ 4 mil”, diz. “Ninguém mais pode dizer que a carreira em games não dá futuro”, brinca.
Além de aumentar a receita da escola, a transformação reaproximou cada vez mais Alessandro do seu hobby de infância e adolescência. Além de ter seu próprio curso focado na produção de games, a escola firmou um acordo com a renomada escola americana Gnomon, que forma alguns dos artistas de efeitos visuais mais gabaritados do mundo.
Juntas, as empresas vão abrir um novo centro de treinamento voltado a toda América Latina, o primeiro com a chancela da marca da região. “Hoje estamos formando os melhores profissionais para atuar no mercado brasileiro, mas queremos preparar nossos alunos para o mercado internacional”, justifica o empreendedor.
Para celebrar o acordo, as empresas promoveram em março deste ano, em São Paulo, um evento batizado The Union, que trouxe ao país grandes nomes da computação gráfica e do entretenimento digital 3D
, como Neil Huxley, diretor de arte de Avatar, e o brasileiro Fausto De Martini, diretor de arte da Blizzard Entertainment, responsável, entre outros projetos, pela animação dos personagens do jogo StarCraft 2: Wings of Liberty.
O objetivo da aliança é desenvolver o mercado de computação gráfica na região, para que etapas do processo de produção de grandes produções de Hollywood possam ser terceirizadas para cá.
“Hoje, muitos trabalhos são terceirizados para a Índia, China e Coréia, mas os estúdios têm grande dificuldade por causa do fuso, do idioma e da cultura desses países. Há um forte interesse em colocar o Brasil neste circuito. A criatividade do brasileiro é reconhecida mundialmente”, diz Alessandro. Para viabilizar o projeto, a Saga deve fazer investimentos da ordem de R$ 3 milhões. A nova escola deve começar a funcionar ainda este ano.
Fonte: escrito por Daniela Moreira para Exame
Droga com flor do Egito antigo combate câncer em cobaias
Post extraordinário com notícia que vi na BBC Brasil pesquisando sobre o câncer sendo que amanhã (19/09/2011) começo meu 2º ciclo de quimioterapia.
Um novo remédio feito com uma flor que já tinha usos medicinais no Egito antigo pode destruir células de câncer, diz uma pesquisa realizada por cientistas britânicos.
Anticorpos atacam câncer por dentro, revela novo estudo
A nova droga produzida a partir do açafrão-do-prado (Colchicum autumnale) circula na corrente sanguínea, mas só é ativada por uma substância química emitida por tumores malignos.
Segundo o estudo, ela ataca as células cancerosas que se espalharam, mas deixa intactos os tecidos saudáveis.
O remédio foi testado com sucesso em camundongos contra câncer de mama, intestino, pulmão e próstata, mas deve ser eficiente contra qualquer tipo de tumor sólido, afirmam os pesquisadores.
Nos testes de laboratório, metade dos camundongos ficou completamente curada após uma única injeção da droga e houve redução no ritmo de crescimento dos tumores em todos os animais testados.
Os testes clínicos devem começar em até dois anos.
Arnhoffer Károly/Creative Commons O extrato do açafrão-do-prado (foto) tem histórico de uso medicinal e como veneno na Grécia e no Egito antigos “INANIÇÃO”
Os pesquisadores dizem que a chave para o sucesso do tratamento é que ele é ativado por uma enzima usada pelos tumores para invadir os tecidos a seu redor.
Uma vez ativado, o remédio destrói as veias que alimentam o tumor e faz com que o câncer morra de “inanição”.
“O que criamos é, efetivamente, uma ‘bomba inteligente’, que pode ser direcionada para matar qualquer tumor sólido, aparentemente sem danificar os tecidos saudáveis”, comentou o líder da pesquisa da Universidade de Bradford, Laurence Patterson.
VENENO
O extrato do açafrão-do-prado tem um histórico de usos medicinais e também como veneno na Grécia e no Egito antigos.
Mais frequentemente, a substância colchicina, retirada da planta, é usada no tratamento de crises de gota.
Tentativas anteriores de usá-la no combate ao câncer fracassaram devido à alta toxicidade do composto, mas o problema teria sido resolvido depois que a equipe britânica conseguiu torná-la inofensiva até entrar em contato com um tumor.
A nova droga pertence à mesma família de remédios do Paclitaxel, o agente de quimioterapia mais usado no mundo, produzido a partir da casca da árvore Taxus brevifolia.
“Se [os resultados] forem confirmados em testes de laboratórios mais extensos, os remédios baseados nessa abordagem podem ser muito úteis como parte de uma combinação de tratamentos contra diversos tipos de câncer”, disse Paul Workman, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.
Pacientes do Hospital de St. James, em Leeds, poderão ser os primeiros a testar o novo remédio dentro de 18 a 24 meses.
Fonte: BBC Brasil
São notícias como essas que garantem esperança de luta para milhões de pessoas que passam por esse desafio em suas vidas. No dia 06/09/2011 voltei para casa depois de 14 dias do 1º ciclo da quimioterapia no Hospital Aldenora Bello. Foi difícil, dolorido e exaustivo, exigindo muita força física e mental para aguentar. Perdi 6kg nesse período, pois na segunda semana, quando os efeitos dos medicamentos vêm de modo impactante, não consegui me alimentar por 3 dias, ficando só na base do soro e um pouco de suplemento que conseguia tomar. Momento mais complicado foi do dia 30 para 31 quando minha imunidade baixou perigosamente, podendo correr até risco de vida. Depois a força vai aumentando, os efeitos vão amenizando, apetite e paladar voltando. Graças ao esforço e dedicação de minha mãe, Rosangela Santiago, minha irmã, Angela Santiago e, principalmente, de minha esposa, Júlia Durans, pude passar por essa. Agradeço também ao Marquinhos Durans que fcou uma noite por lá. A todos que ligaram, mandaram mensagens, fizeram comentários ou de algum modo desejaram melhoras muito obrigado mesmo. Nesses dias em casa só repousando e aumentando as energias pois 19/09 volto pro 2º ciclo. No final de tudo não espero nada menos que a Vitória!
Atualizado:
No dia 16/09/2011 peguei meus exames de sangue… tudo normal e os indicadores hormonais de presença de câncer baixaram todos para os parâmteros normais. Acabei de falar com meu médico e ele disse que não há sinal do câncer, mas manterá os outros 3 ciclos do tratamento para garantir quaisquer chances da doença voltar. Aos familiares, amigos, colegas, parceiros, clientes e alunos que deixaram palavras carinhosas de apoio: MUITO OBRIGADO! A força positiva que mandaram para mim está sendo de uma ajuda incomensurável! Eu, Júlia Durans e minha família agradecemos profundamente por isso! NADA MAIS QUE A VITÓRIA!
Inspiração visual no site FFFFound
O site FFFFound é um dos sites que mais gosto de visitar em busca de inspirações por meio de imagens das mais diversas: retrôs, vintades, modernas, abstratas, arrojadas, ousadas, etc.
Desenhando inspiração
Belíssimo curta animado dirigido por Tim McCourt e Wesley Louis.
Trabalhando sozinho em casa é fácil sentir-se como esse perspnagem. Esse curta é uma reflexão sobre o cuidado que temos de ter com o mundo ao nosso redor.
Fonte: Drawn
Música pra relaxar e inspirar: AMETHYSTIUM – Shadow To Light
Música pra relaxar e inspirar: AMETHYSTIUM – Shadow To Light.
[youtube DlzH5Mo6NsY]
Cartazes Tipográficos
Aproveitando que uma das atividades passadas pela Profª Fernanda Martins, na disciplina Introdução à Tipografia, foi fazer um cartaz inspirado no estilo, história e formas das fontes sorteadas na turma, aí vão alguns exemplos inspiradores e de quebra dois vídeos. Vi no Abduzeedo.
by m R. t R i P
by extraverage
by mil3n
by Gizo


40 criativos cartões de visita
Por falta de tempo pra escrever algo de real valor no Blogarte vou encher linguiça colocando imagens de 40 criativos cartões de visita que vi pelo Twitter. Fonte: Creative Nerds
1.NationBuilder Pop-up Business Card
2.Corporation Pop
3.MIXTAPE GENERATION Business Card
4.Business Card Outside
5.Business Cards Adworks Media
6.Lindsey Casabella stylist: Business / appointment card
7.Davide Gasperini
8.Orderin Business Cards
9.In Watermelon Sugar
10.Box Office Business Card
11.IGS in Stainless
12.Andricongirl
14.SheetSeat
15.buro RuSt
16.Ninja Blt
17.Microphone
18.akufen
19.(e)Studios AQUA Business CARD
21.BlackNapkin 
22.Meat Card
26.Akufen
27.cardapult
30.elBarbon
32.Depux
Lines and Colors
Lines and Colors na própria definição do dono é “um blog sobre desenho, esboços, pintura, quadrinhos, cartoons, webcomics, ilustração, arte digital, arte conceitual, ferramentas e técnicas artísticas, motion graphics, animação, ficção científica e fantasia, arte paleolítca, storyboards, pintura de cenários, gráficos 3d e qualquer outra coisa que o administrador ache visualmente interessante. Se tem linhas e/ou cores, faz parte do jogo”.
Ou seja, tá com a mente branca pra criar (como eu no nosso panfleto)? Tá sem noção por onde começar? Vai lá… se não tiver idéias pelo menos limpa a vista vendo coisas feitas por pessoas com talento.



Para trabalhar com design é preciso saber desenhar?

Participando de fóruns na internet sobre design, arte e quadrinhos, vez ou outra me deparo com pessoas com dúvidas ou dificuldades em relação à habilidade de desenhar na profissão de designer.
O termo “design”, para a maioria das pessoas, significa desenho, até mesmo quem trabalha ou estuda na área se confunde com o significado da palavra que, na verdade não é desenho. André Villas Boas, em seu livro “O que é e o que nunca foi design gráfico” da Ed. 2AB, explica estes conceitos de modo bem claro.
“Design” é uma palavra da língua inglesa que não possui uma tradução exata em português (assim como a nossa palavra “saudade” em outras línguas). A palavra em inglês para desenho é “draw” que significa representar uma idéia graficamente marcando com uma ferramenta alguma superfície (carvão numa parede, lápis ou caneta sobre papel ou até mesmo a caneta eletrônica sobre uma mesa digitalizadora).
Então quem faz design faz desenho? Não necessariamente, mas se não souber fazer faz falta. Quando uma pessoa começa a fazer design, está desenvolvendo uma atividade projetual (problema/necessidade – pesquisa/análise – soluções/esboços – resultados/formas finais) que requer em determinada fase a transposição do que está no campo das idéias para o campo concreto e palpável.
Os softwares de desenho vetorial, manipulação de imagens e construção de objetos tridimensionais teoricamente dispensam a habilidade de saber desenhar à mão livre. Porém, a pessoa que possui uma prática de esboçar suas idéias num pedaço de papel tem muito mais fluidez na concepção do trabalho, mesmo que ela não vá direto ao papel e sim à tela. Parece contraditório mas não é. Quem tem prática de desenhar à mão livre passa por um processo criativo diferente de quem só usa a máquina para criar.
A experiência de fazer à mão livre desperta um gatilho na mente que só quem faz sabe a diferença. Quando passa da folha de papel em branco para a tela em branco do monitor seu repertório visual é maior, podendo explorar outras possibilidades nas ferramentas dos programas não se limitando às formas pré-determinadas.
Portanto saber desenhar não se torna uma premissa fundamental para trabalhar com design, mas quem sabe se expressar graficamente desenhando à mão livre leva uma certa vantagem em relação a quem só usa os softwares gráficos. Como disse um designer colega meu: “desenhar é o pulo do gato”.
























































































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