Tag "história"

  • WORKSHOP SOBRE CRIATIVIDADE COM GARCIA JUNIOR

    O “Workshop sobre Criatividade” consiste numa exposição dialogada em que os participantes verão conteúdos relacionados à Arte, Design, História, Psicologia e Neurolinguística. O ministrante Garcia Junior é arte educador e designer gráfico com 20 anos de experiência, sócio-proprietário da Imagética Consultoria e Design – www.imagetica.net – autor da Apostila de Artes Visuais (material didático de Arte mais baixado em todo o Brasil), professor efetivo da SEDUC MA, supervisor do PIBID de Música da UEMA, palestrante e produtor cultural.

    Mais sobre o currículo do ministrante: https://www.linkedin.com/profile/preview?locale=pt_BR&trk=prof-0-sb-preview-primary-button

    Página do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1059019824180869/

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    O local – SPOT Qualificação Profissional – dispões de ambiente climatizado e confortável, de fácil acesso e propício ao aprendizado, além da experiência na organização de cursos, palestras e treinamentos.

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    - Duração: 4h.

    - Horário: 14h às 18h.

    - 24 pessoas por turma.

    - Turma 01: 14/07/2016.

    - Turma 02: 21/07/2016.

    - Turma 03: 28/07/2016.

    - Investimento: R$ 80,00

    - Local, informações e inscrições:
    SPOT – Qualificação Profissional

    São Luís MA

    - Fones: 98 30834636 / 98 992415631

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  • Vikings – Identidade Visual da série

    • A série de ação, drama e história Vikings estreou em março deste ano no History Channel e está se destacando por uma ótima produção, ação bem feita, fotografia belíssima e atuações interessantes. Mas o que me chamou atenção em primeiro lugar foi o símbolo e logotipo da série que traduz muito bem o conceito e proposta do programa. A criação da Identidade Visual e demais elementos gráficos ficou a cargo do estúdio Platige, especializado em desenvolvimento criativo projetando animações em 3D, computação gráfica e efeitos especiais compreendendo cerca de 150 profissionais (designers gráficos, diretores de arte, de fotografia, etc). Segundo o estúdio, a tarefa de criar a identidade visual da série foi captar o espírito da cultura Viking  através de vários elementos pictóricos transmitindo a cultura, história e tradição desse povo.

      Fonte: Behance  
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  • A História da Música em ilustrações animadas

    Lindíssimo vídeo sobre a História da Música feito com ilustrações animadas. 

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  • Documentários sobre Arte

    Um dos recursos didáticos mais interessantes pra ser usado com alunos na disciplina Arte, principalmente no Ensino Médio, são os documentários. Canais como History Channel, NatGeo, Discovery e BBC são os mais conhecidos por produzirem documentários com conteúdo apurado, rico no aprofundamento sobre a vida, técnica e obras de vários artistas ou da contextualização de períodos históricos e movimentos artísticos. Veja abaixo muitos documentários disponíveis na íntegra no Youtube, muitos legendados e alguns dublados. Se você usa o navegador Chrome pode baixar uma extensão de salvar vídeos do Youtube aqui.

    “O Poder da Arte – Bernini (BBC)”. Gian Lorenzo Bernini ou simplesmente Bernini (Nápoles, 7 de dezembro de 1598 — Roma, 28 de novembro de 1680) foi um eminente artista do barroco italiano, trabalhando principalmente na cidade de Roma. Distinguiu-se como escultor e arquiteto, ainda que tivesse sido pintor, desenhista, cenógrafo e criador de espectáculos de pirotecnia. Esculpiu numerosas obras de arte presentes até os dias atuais em Roma e no Vaticano

    [youtube ZPZjqjk_OVw]

    “O Poder da Arte – Caravaggio (BBC)”. Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29 de Setembro de 1571 — Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de Julho de 1610) foi um pintor Italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista Barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, do qual adotou-o como seu nome artístico.

    [youtube 5r7btMnbpvM]

    “Mundo Estranho, Leonardo da Vinci – O Homem que Queria Entender de Tudo”. O documentario conta a vida do italiano Leonardo da Vinci, desde o seu nascimento no pequeno vilarejo de Vinci ate sua morte. Por meio de reconstituicoes de epoca (com atores etc) e entrevistas com alguns dos maiores especialistas na obra, os filmes retratam cada episodio marcante na trajetoria daquele que e considerado uma das mentes mais brilhantes da historia. E tocam em todos os pontos mais curiosos de Da Vinci.

    [youtube XDhqc1zxWS8&feature=related]

    “Paul Klee – O Diário de um Artista”. O programa entra na intimidade do artista plástico Paul Klee por meio das páginas de seu diário para entender sua relação com a arte. Através de suas histórias de vida na Alemanha nazista, da vida familiar, da influência de grandes artistas como Kandinski e movimentos como o expressionismo e o cubismo, conhecemos um pouco mais o pintor e entendemos como suas idéias, sua curiosidade e seus métodos o levaram a se tornar um dos maiores pintores do século XX.

    Paul Klee (Münchenbuchsee, 18 de dezembro de 1879 — Muralto, 29 de junho de 1940) foi um pintor e poeta suíço naturalizado alemão. O seu estilo, grandemente individual, foi influenciado por várias tendências artísticas diferentes, incluindo o expressionismo, cubismo, e surrealismo. Ele foi um estudante do orientalismo. Klee era um desenhista nato que realizou experimentos e, conseqüentemente, dominou a teoria das cores, sobre o quê ele escreveu extensivamente. Suas obras refletem seu humor seco e, às vezes, a sua perspectiva infantil, seus ânimos e suas crenças pessoais, e sua musicalidade. Ele e seu amigo, o pintor russo Wassily Kandinsky, também eram famosos por darem aulas na escola de arte e arquitetura Bauhaus.

    [youtube tI-mW8mZfjU]

    “Escher – Metamorfose”. A vida e a obra do artista gráfico M.C. Escher, o mago da perspectiva, cujo objetivo era exprimir suas idéias com clareza, fazendo uma análise dos padrões geométricos de seus trabalhos de xilografia, da sua maneira revolucionária de utilizar a ilusão de ótica e até de produtos publicitários.

    Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 – Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com efeitos de ilusões de óptica. Foi numa visita à Alhambra, (veja o vídeo aqui) na Espanha, que o artista conheceu e se encantou pelos mosaicos que havia neste palácio de construção árabe. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. Este foi o ponto de partida para os seus trabalhos mais famosos, que consistiam no preenchimento regular do plano, normalmente utilizando imagens geométricas e não figurativas, como os árabes faziam por causa da sua religião muçulmana, que proíbe tais representações.

    A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional. Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. Mais tarde ele foi considerado como um grande matemático geométrico.

    [youtube pVwrUUwzBRo]

    “Lascaux – A Pré-História da Arte”. Lascaux é um complexo de cavernas ao sudoeste de França, famoso pela suas pinturas rupestres. A disposição da caverna, cujas paredes estão pintadas com bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos, etc., permite pensar tratar-se de um santuário. As investigações levadas a cabo durante os últimos decénios permitem situar a cronologia das pinturas no final do Solutrense e princípio do Madalenense, ou seja, 17.000 anos AP. Todavia, certos indícios, tanto temáticos como gráficos levam a pensar que algumas das figuras podem ser mais recentes, sendo tal hipótese, confirmada por datações com Carbono 14, em cerca de 15.500 anos AP.

    Episódio da série PALETAS, que analisa as simbologias e as técnicas empregadas por artistas em diferentes obras e em distintos momentos da história da arte. As formas, as variações de cor, os contrastes, os aspectos histórico e uma breve biografia do autor são ressaltados como elementos fundamentais para a compreensão estética e geral de cada obra.

    [youtube WNbWHLU-U4o]

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  • O que é a Geração Y?

    Há alguns meses li sobre o termo e fiquei curioso pra saber o que era. Como não sou conhecedor do assunto e nem pretensoso pra escrever um artigo a respeito dei um Ctrl C e Ctrl V em dois excelentes artigos que esclarecem bem o assunto.

    GERAÇÃO Y

    http://2.bp.blogspot.com/_7ZvdW80U28M/S418VYXZfqI/AAAAAAAAB0s/0njCs9yijfA/s200/GERA%C3%87%C3%83O+Y.jpg

    Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.
    Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.

    Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam – e as novas estão inventando sozinhos. “Tudo é possível para esses jovens”, diz Anderson Sant’Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. “Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo.”

    Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. “Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim”, diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. “Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada.”

    A novidade é que esse “umbiguismo” não é, necessariamente, negativo. “Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito”, afirma Anderson Sant’Anna. “Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.”

    Nessa etapa, “busca de significado” é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão “qual pessoa gostariam de ser?”, a resposta “equilibrado entre vida profissional e pessoal” alcançou o topo, seguida de perto por “fazer o que gosta e dá prazer”. O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.

    No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. “Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas”, diz Miriam. “Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.”

    E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.

    Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. “É a era dos indivíduos multitarefas”, afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.

    É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. “Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência”, diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. “Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar.” O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. “Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz”, diz. “Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais.”

    Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano. A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.

    “Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial”, afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. “Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive”, diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. “Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim.”

    Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. “A Geração Y mudou a forma como nós interagimos”, diz Ana Costa. “O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade”, afirma.

    Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.

    Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter “estilo de vida”, ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais – e não o contrário. “A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida”, diz Tânia Casado. “Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo.”

    “Vamos mudar o mundo!”
    Nos últimos 60 anos, três gerações marcaram época e mudaram os valores e o jeito de a sociedade pensar. Agora é a vez da abusada Geração Y

    Tradicionais (até 1945) É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

     

    Baby-boomers (1946 a 1964) São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

     

    Geração X (1965 a 1977) Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

     

    Geração Y (a partir de 1978) Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.

     

     

    O Senhor Y

    Bruce Tulgan, 42, fundou uma consultoria e se dedica a estudar os jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Seu último livro, Not Everyone Gets a Trophy: How to Manage Generation Y (Nem todo mundo ganha um troféu: como lidar com a geração Y, ainda sem edição brasileira), traça um perfil dessa nova geração.

    É lenda urbana ou de fato esses jovens não respeitam os superiores?
    Tulgan: A geração Y respeita seus superiores, mas não cede de uma hora para outra. Ela não vê as relações em termos hierárquicos. O que eles querem dos chefes é oportunidade de aprendizado, responsabilidades e chances de melhorar o que fazem. Eles querem se afirmar e estão à vontade com os mais velhos – às vezes até um pouco à vontade demais.

    Isso é porque eles nasceram no que você chama de “década da criança”?
    Tulgan: Talvez. Essa geração foi superprotegida, educada em uma época em que valorizar a auto-estima e fazer as crianças se sentirem bem era a linha dominante. O resultado foi a criação de uma mentalidade que é uma fonte inesgotável de energia, entusiasmo e inovação que, se não for bem conduzida, pode causar muitos problemas.

    E isso fez com que eles se tornassem mais individualistas?
    Tulgan: Mesmo sendo altamente individualistas e focados nas próprias recompensas, têm uma profunda consciência social, preocupação com o meio ambiente e com os direitos humanos. A maioria tem valores morais muito fortes e tentam viver por eles.

    Fonte: escrito por Rita Loiola do Galileu

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    O QUE DESEJA, COMO PENSA, CONSOME E AGE A GERAÇÃO Y.

    Estudo identifica a visão de mundo dos membros desse grupo, composto pelos “nativos digitais” ou por quem cresceu na era da internet. Eles são liberais no consumo, mas um tanto conservadores no aspecto social. Gostam de novidades, querem estar antenados e buscam símbolos que os liguem a comunidades. Fidelidade a empresas, no entanto, não está em seus horizontes – em vez da busca de status pessoal, a afeição a marcas é uma forma de expressar um comportamento coletivo. Também são impulsivos, impacientes e, no mercado de trabalho, não pensam duas vezes antes de mudarem de emprego caso não se sintam valorizados ou confortáveis no ambiente corporativo.

    Tecnologia na veia

    Velocidade, tecnologia, perfil multitarefa e individualidade são conceitos que os definem muito bem, além da propensão a postergar compromissos e responsabilidades próprios da vida adulta, como deixar a casa dos pais e morar sozinho.

    Essas são algumas das características gerais da chamada Geração Y, segundo pesquisa feita pela Bridge Research, empresa paulista fundada há pouco mais de um ano e especializada no público jovem.

    Segundo o estudo, entende-se Geração Y como os indivíduos nascidos entre 1978 e 2003, que ou são “nativos digitais” ou que cresceram sob a influência direta da internet.

    Visão de mundo
    O estudo da Bridge Research foi feito a partir de entrevistas com pessoas com idade entre 18 e 30 anos da Grande São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, das quais 48% homens e 52% mulheres das classes A, B e C. O objetivo foi identificar padrões de consumo, visões de mundo e comportamentos desse grupo.

    Trata-se de informações valiosas para quem deseja se relacionar, vender para esse segmento de público ou simplesmente entender como pensam e agem as pessoas da geração digital, cujos membros são presença constante nos blogs e nos demais espaços de rede social.

    “Uma constatação que nos chamou a atenção no estudo é que esse grupo tenta sempre postergar compromissos ou responsabilidades”, afirma o presidente da Brigde Research Renato Trindade.

    Um exemplo disso diz respeito à estrutura de gastos. “Para não terem que arcar com aluguel e outros custos, eles deixam a casa dos pais cada vez mais tarde. Não é uma geração que busca independência”, diz.

    Dicas para as empresas

    Os indivíduos desse grupo se caracterizam pela volatilidade na profissão, a comunicação sem barreiras e pelo imediatismo, observa Trindade.

    No caso do mercado de trabalho, um exemplo é o ímpeto de largar a empresa para a qual trabalha se não encontrarem um bom ambiente e recompensa financeira – não vale ter só um dos dois; é tudo ou nada.

    Sobre esse ponto, Trindade dá algumas dicas às corporações.

    “As pessoas da Geração Y têm um necessidade muito grande de receberem feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Eles são muito ansiosos”, afirma. “Dar retorno com maior freqüência aplaca essa ansiedade”, diz.

    Imposição de limites

    Outra atitude importante é estabelecer um diálogo, esclarecer muito bem os limites e que espera de seus colaboradores.

    “Essa geração precisa que as coisas sejam muito bem explicadas. O que para a Geração X (a anterior) poderia ser algo óbvio – a questão da hierarquia dentro de uma corporação ou regras de comportamento -, para os da Y nem sempre são”, afirma Trindade.

    “Eles precisam que os limites sejam explicitados. Mas eles escutam a empresa e aceitam os limites, desde que compreendam quais sejam.”

    Consumidores da Geração Y

    No que se refere à relação com consumidores desse grupo, a dica é para que a comunicação seja de mão dupla.

    “Para essa geração, a comunicação não tem barreiras. Assim, ela quer que a empresa seja da mesma forma. Isso quer dizer que não dá para usar só a TV nas campanhas. As estratégias de comunicação têm de usar os canais digitais”, diz Trindade.

    Além de ir para o meio digital, é necessário também abrir espaço para a interação.

    “Essas pessoas são céticas em relação às empresas. Elas esperam o diálogo, inclusive no espaço da marca, como um site. Querem, por exemplo, o direito de ir ao blog da empresa para falar mal dela, mas estão dispostos a ouvir a defesa da companhia”, explica.

    Fonte: por Clayton Melo, do IDG Now!

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  • Marcas gigantes na Amazônia

    Vejam essa matéria interessante do G1:

    http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1429764-5603,00-ARQUEOLOGO+DESCOBRE+NO+AM+NOVAS+MARCAS+GIGANTES+DE+POVOS+ANCESTRAIS.html

    Arqueólogo descobre no AM novas marcas gigantes de povos ancestrais – Geoglifos foram encontrados em Boca do Acre (AM).
    Foto: Diego Gurgel-Projeto Geoglifos/Divulgação

    E não foi só no Amazonas. Também foram descobertos geoglifos no Acre. Essas marcas gigantes guardam similaridades às encontradas em Nazca, no Peru, que ficaram famosas nos livros de Erich Von Danikem (“Eram os deuses astronautas?” e outros) com suas explicações pseudo-científicas sobre a “origem extraterrestre” das marcas.

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  • Exposição “Por dentro da mente de Leonardo Da Vinci”


    Peguei a dica no Marcus Histórico:

    Boa pedida para entrar na mente do gênio renascentista Leonardo da Vinci. Confira também a programação das palestras:

    17/12 quinta-feira: Olivio Guedes
    Manhã: Os Segredos de Leonardo Da Vinci.
    Tarde: Os Signos e Símbolos de Da Vinci.

    13/01 quarta- feira: Carmen Aranha.
    Manhã: Leonardo: Conhecimento e Linguagem I.
    Tarde: Leonardo: Conhecimento e Linguagem II.

    14/01 quinta- feira: Marco Rizolli.
    Manhã: O Renascimento Figurativo.
    Tarde:Ciência e Cultura no Renascimento Italiano.

    15/01 sexta- feira: Walmir Cardoso.
    Manhã: Tecnologia no Renascimento.
    Tarde: A Ciência depois de Leonardo Da Vinci.

    20/01 quarta-feira: Edson Leite.
    Manhã: A Música no Renascimento.
    Tarde:Leonardo: a Música a sua volta.

    Fonte: ASCOM Parque Botânico Vale

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  • Leonardo da Vinci, o primeiro designer.

    Quando citamos o termo “Designer”, só conseguiremos remontar traços históricos de seu uso a partir da Revolução Industrial, epóca na qual se organizou e fundamentou a necessidade de existir um profissional especializado em projetar as peças que seriam produzidas em larga escala. Porém se formos nos ater aos desígneos da profissão, fica impossível não falar de Leonardo da Vinci. O primeiro homem que exerceu a multidisciplinaridade que é inerente ao Designer.

    Leonardo nasceu no ano de 1542 na província de Vinci, na epóca pertecente à cidade de Florença e desenvolveu-se ao longo de sua vida como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.

    Sendo parte do ápice do movimento renascentista, Leonardo foi pródigo na aplicação do estudo da anatomia, matemática e botânica para a concepção de pinturas, esculturas, inventos. Essa característica que anos mais tarde seria digna da profissão de Designers fez de Leonardo um caso único dentro do Renascimento.

    Tal perfil de profissional foi capaz de conceber mais de 300 anos antes a idéia de helicópteros, tanques de guerra, robôs, a máquina à vapor, submarino, além de muitas outras idéias que só seriam cumpridas séculos depois. Além dissso, concebeu os mais diversos quadros e obras artíticas. Todas baseadas em estudos ferrenhos de anatomia, cores e sombreamento, tais como por exemplo a “Santa Ceia”, “Mona Lisa” e a “Dama e o Arminho”.

    Abaixo uma série de links para aprofundar mais ainda o estudo sobre a obra de Leonardo, além de alguns vídeos.

    Para encerrar, fica uma lenda na qual Leonardo, uma vez foi contratado por uma dama da corte para realizar um retrato desta. Após cerca de dez minutos desenhando, terminou a obra, que foi mais que aprovada pela sua cliente e cobrou um valor realmente alto pela peça à qual a Dama, prontamente protestou, sob a alegação de que era um valor muito elevado por apenas dez minutos de trabalho. Leonardo prontamente retrucou:

    “Para a senhora eu levei dez minutos para concluir este desenho, para mim, foram mais de dez anos de estudo”

    Dá o que pensar, não é mesmo?

    Peguei esse excelente texto no Design Digital.

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  • Besouro – um action movie brazuca!

    Grave este nome: Besouro. Talvez você ouça muito falar desse filme nos próximos meses. É um filme de ação, com negros como protagonistas envolvendo misticismo, reconstituição histórica e lutas coreografadas. Não, não é “O Tigre e o Dragão” e nem “Herói”. Trata-se de um filme brasileiro – Besouro.

    O longa metragem totalmente rodado em terras brazucas foi dirigido por João Daniel Tikhomiroff, um publicitário mantenedor de vários prêmios, e conta nada mais e nada menos com o coreógrafo de ação Hiuen Chiu Ku, responsável pelos efeitos especiais e lutas de “O tigre e o dragão” e “Kill Bill”.

    A trama é sobre o lendário Besouro Mangagá, na década de 1920, época que contava como forte escravismo na região da baiana. Devido a luta do capoeirista contra opressão, ele logo se elevou a condição de mito, passado de geração em geração pelos capoeiristas.  O orçamento estimado é de 10 milhões de reais.

    O filme foi baseado no livro Feijoada no Paraíso, de Marco Carvalho, e roteiro é de Patriucia Andrade, a mesma do aclamado Dois Filhos de Francisco. Quem assina a produção é a Globo Filmes. Fonte: Jovem Nerd.

    Como ex-capoerista (lá se vão mais de 10 anos, eita!) sempre pensei: “porque nunca fizeram um bom filme de ação envolvendo a capoeira?” Quando vi essa notícia e olhei esse trailer falei: “Putz, q ph*d@! Muito maça!” Espero que esse faça tanto sucesso quanto “Tropa de Elite” fez e seja tão bom ou melhor!

    Não sai da minha mente agora a música de roda de capoeira “Faca de tucum matou Besouro Mangangá”

    [youtube W2QgxB5xw-k&eurl]

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  • 2012, O Juízo Final – History Channel

    Como esse é um dos temas mais badalados da Internet resolvi começar falando sobre o assunto colocando esse documentário do History Channel dividido em três partes. Particularmente como cético, ainda faltam evidências mais concretas para corroborar que o algo acontecerá em 21 de dezembro de 2012, a suposta data prevista pelo calendário Maia em que se encerrará um ciclo no planeta Terra, talvez o ciclo final.

    Nos anos 1950 até meados de 1980 o mundo vivia assombrado por um holocausto nuclear motivado pela tensão existente entre as superpotências EUA e URSS. Essa paranóia diminuiu com a queda do Muro de Berlim em 1989, pondo fim ao regime comunista na Alemanha Oriental e poucos anos após o enfraquecimento do comunismo na Rússia.

    Mas atualmente novas (nem tanto assim) ameaças pairam sobre a humanidade. Catástrofes naturais e aquecimento global, terrorismo e armas químicas, crise econômica e colapso da sociedade dentre outras mazelas. Pra mim são óbvios os sinais de que a humanidade não vive um dos seus melhores momentos, mas daí a dizer que é o fim do mundo talvez seja exagero. Bem, tirem suas conclusões. Devo escrever mais sobre isso adiante…

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