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  • Marca dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016

    “Espírito em Movimento”. Esse é o conceito da belíssima marca dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 apresentada no último dia 26 de novembro e criada pela agência Tátil, a mesma que desenvolveu a marca dos Jogos Olímpicos.

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    “Essa é uma marca que expressa paixão e transformação sob a ótica do Movimento Paralímpico e seus valores: coragem, determinação, inspiração e igualdade. Uma marca que pode não apenas ser vista, mas também experimentada por meio de diversos sentidos, atingindo o maior número de pessoas, no mesmo espírito de inclusão que queremos para os Jogos”, disse o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™, Carlos Nuzman.

     

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    “Para materializar a alma, usamos símbolos universais para aproximar pessoas: a espiral como ícone que traduz superação; o infinito, que representa a energia traduzida na garra; e o coração, signo fundamental, o centro vital de todo ser humano. A principal mensagem é que por dentro somos todos iguais.  A marca é muito sensorial e a ideia é que seja experimentada, algo com que as pessoas possam interagir”. Fred Gelli, criador e diretor da Tátil.

    Abaixo você confere o vídeo de apresentação e um pouco do processo de criação da marca

    Atualização 06/01/2012: Vídeo Oficial sobre o processo criativo da primeira marca multisensorial da história dos jogos paralímpicos.

    Rio 2016 Multisensory Paralympic Brand from Tátil Design de Ideias on Vimeo.

    Fonte

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  • Bicicleta Renovo com quadro de madeira

    Há muitos anos eu era praticante de ciclismo[bb] e fazia semanalmente entre 20km a 50km. Não me tornei sedentário, mas deixei de pedalar, o que penso em retornar a fazer após minha recuperação do tratamento contra o câncer[bb]. Vendo o programa Boys Toys[bb], do History Channel[bb], achei muito legal quando passaram sobre a bike Renovo[bb], com quadro de madeira! Quem já pedalou, quer seja em bikes[bb] slins (para pista ou asfalto) ou mountain bike[bb] (para terrenos acidentados), pensa, num primeiro momento: “madeira? e será que aguenta o tranco de uma trilha pesada?”. Parece que sim e não faz feio perto de quadros de aço-carbono, titânio ou outro material mais comumente utilizados na fabricação. Achei lindos os designs das bikes e muito interessante o processo de produção que usa tecnologia de ponta no corte automatizado da madeira mas ainda guarda acabamentos manuais dando um toque artesanal também à linha de montagem. Dependendo do projeto uma encomenda pode levar de 1 a 6 semanas pra ser concluído e entregue ao cliente e o produto final custando alguns milhares de dólares (o que já acaba com meu desejo consumista, eheh). Um trabalho de design unindo forma e função de modo primoroso. Abaixo um texto sobre a Renovo que tirei do site Jacareí Bike Blog.

    A Renovo, empresa localizada em Portland, Estados Unidos, desenvolveu técnicas de construção de quadros de bicicleta em madeira que são verdadeira obras de arte. A empresa utiliza carvalho oco e bambú laminado na confecção de suas bicicletas.

    De acordo com a Renovo, a utilização da madeira não é feita somente por ser um material sustentável ou porque é diferente, e sim porque acreditam ser um material que atende as necessidades da maioria das bicicletas, tão bem quanto, ou melhor que qualquer outro material.

    A empresa garante que as suas bicicletas fornecem os passeios mais suaves possíveis. Graças excelente capacidade da madeira de absorver impactos e vibrações, os quadros são extremamente confortáveis e resistentes.

    A madeira também é um material leve. Os quadros mais leves da Renovo pesam cerca de 1,5 kg. Alguns de seus modelos pesam 7,48 kg, a bicicleta completa.
    Rigidez e resistência a impactos
    Testes de rigidez mostram que o quadro de madeira é tão rígido, e em alguns casos, mais rígido do que o carbono e alumínio. Os modelos R3 e R4 da renovo se mostrou mais rígido que bicicletas como Cervêlo Soloist, Kestral Talon, ambas bicicletas de carbono.
    A madeira também se mostrou bastante resistente a impactos, a imagem acima mostra o teste realizado entre materiais. Na ordem da foto estão carvalho, alumínio, aço e e titânio.
    Visual primoroso
    O acabamento em madeira é incrível, as bicicletas ficam com um visual chique. Não é atoa que a marca de carros Audi, lançou sua bicicleta Audi Duo em parceria com a Renovo.
    Veja algumas bikes



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  • Mais sobre a marca Olimpíadas Rio 2016

    A marca das Olimpíadas Rio 2016 gerou um grande debte sobre a prática do design, mais especificamente do design gráfico, não só no meio profissional mas em diferentes lugares. Faço parte de um grupo de discussão dos pós-graduados do curso de Especialização em Design Gráfico (EDG) da UFMA e um colega, o Gustavo Santana, escreveu um ótimo texto a respeito da marca Rio 2016.

    Como de costume, toda vez que é lançada uma marca nacional, chove um festival de sites, blogs e espaços virtuais comentando, elogiando ou criticando sua eficácia ou estética. Após o fatídico caso da marca da Copa Fifa Brasil 2014 amplamente criticada em seu processo de criação, escolha e resultado, chegou a vez da marca das olimpíadas Rio 2016. E chegou em boa hora não apenas pela análise técnica de seu resultado, mas para a avaliação da pertinência (ou não) dos comentários a seu respeito.

    É de bom tom analisar a realidade atual dos meios democráticos de difusão de informações provenientes da Internet, embora não seja o foco. A liberdade de expressão aliada ao processo de inclusão digital faz com que a busca por fontes de informações tenham de ser avaliadas com cautela de modo a analisar a confiabilidade do autor e de seu conteúdo. Torna-se tarefa diária separar opiniões particulares de análises críticas e é de extrema importância fazê-la conscientemente.

    Nos últimos dias após os meios de comunicação de massa noticiarem o lançamento da marca Rio 2016 as redes sociais e blogosferas lançaram milhares de comentários positivos, negativos e neutros  sobre o resultado. A normalidade do caso até então, foi quebrada em um grupo de discussão da Especialização em Design Gráfico (EDG) da Universidade Federal do Maranhão quando a este foi apresentada a crítica de Mario Amaya, RIO 2016: MAIS UM TRIUNFO DA BANALIDADE”, que nos fez refletir mais sobre o assunto.

    Explico: o processo avaliativo dentro do grupo de discussão refletiu bem o objeto de estudo uma vez que funcionou como uma representação em menor escala da macroatividade que acontece na blogosfera. Iniciou-se com opiniões particulares de gosto e evoluiu para análises técnicas sobre eficácia. Durante o debate foi levantado o ponto peculiar que culmina neste texto: a existência de um discurso. Ora, ignorando-se as divergências opinativas à cerca da marca e as respostas em fórum sem embasamento técnico (ou puramente direcionadas ao cunho pessoal) verificamos a existência de um discurso crítico embasado tecnicamente, e é isso que se espera de um profissional de design nesse momento.
    No que tange a perspectiva apresentada por Mario Ayama eu discordo da avaliação crítica. Creio que os pontos levantados, como seu incômodo quanto ao uso de “pessoinhas feitas de fitinhas” são facilmente refutados lembrando a apresentação da atualização da marca da bienal de São Paulo feita por André Stolarski, onde o mesmo diferente (a marca da bienal): “marcas em forma de círculo existem aos milhares, desenhos originais e únicos como esse, muito poucos”.

    [youtube NrRMIkkv0lI&feature=related]

    Sobre a indagação quanto às cores, é impossível, por exemplo, ver a Petrobrás em vermelho e azul. A própria Vale mudou suas cores para ter a cara do nosso país. Copa do mundo para o brasileiro é verde e amarelo. E não adianta criticar dizendo que é mesmice: é equívoco em demasia brigar com uma coisa que está tão arraigada no repertório popular. Mas mesmo abstraindo e dando ouvidos ao crítico, repare que a marca representa uma escultura e por isso não possui cores sólidas. Note que há a cor laranja na marca, uma cor inexistente em nossa bandeira.

    A questão do Pão de Açúcar é outra divergência: chegou a ser discreto ao ponto do crítico não ter percebido. É um clichê, mas bem utilizado e funcional. Não adianta inovar com invenções como a marca do Pan 2007 referindo a vitrais. Eu não me recordo de vitrais no Rio (mas não vou lá há muito tempo), não fiz essa associação e posso afirmar que em meus círculos de amizades, não encontrei quem a fizesse. Já o Pão de Açúcar esteve até em filme de James Bond. Está presente na memória até do chinês que tem acesso limitado à internet por causa da censura do país.

    Posso ter me deixado levar por antipatizar o texto pelo fato de gostar muito do resultado da marca. O próprio debate no grupo EDG acabou por me fazer ler e reler de modo a compreender a real intenção crítica. Afora a divergência de opinião, entendo todas as colocações de Mario Ayama e as acho completamente pertinentes (não a este caso) como uma análise crítica da conduta do design nacional se valendo de soluções corriqueiras. Ao meu ver não denigre utilizar um “caminho comum”. O problema é usá-lo errado, mal feito, e isso, com certeza, não é o caso dessa marca.

    Por fim, após evoluir do processo de divergência de opinião para o campo do debate técnico, compreendo melhor uma citação que ao acaso me chegou por email, e que nada diz respeito ao conteúdo deste texto, e que lembra que em tempos de democratização do pensar devemos nos munir da tolerância à divergência:

    “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o último instante seu direito de dizê-la”. François-Marie Arouet (Voltaire).

    Fonte: gustavosantana.com e gugasan

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  • Vídeo sobre criação da marca Olimpíadas Rio 2016

    A Tátil é uma consultoria de estratégia, construção e gestão de marcas que usa o design e o branding para criar conexões sustentáveis entre pessoas e marcas. Vejam o vídeo da equipe sobre a concepção e execução da marca.

    Rio 2016 from Tátil Design de Ideias on Vimeo.

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  • Uma vitória pessoal

    No último domingo, dia 21 de novembro de 2010, participei pela primeira vez de uma corrida – a Minimaratona SESC Maranhão 2010. O percurso de 13km tinha sua largada no SESC Deodoro, localizado no Centro Comercial e Histórico de São Luís e ia até o SESC Turismo na praia do lho D’Água. Tive a companhia da minha esposa, Júlia Durans, e de familiares e amigos nossos.

    Coloco o título do post “Uma vitória pessoal” porque neste ano de 2010 minha vida virou de cabeça pra baixo quando descobri em maio, assim do nada, sem sintoma ou aviso, que tinha câncer e teria de fazer uma cirurgia e quimioterapia.

    Foi muito difícil passar por tudo isso, afinal, nunca tinha tido nada pra necessitar ficar internado num hospital e, de repente, recebo uma notícia dessas. Mas, com ajuda de minha esposa (sem a qual provavelmente não teria superado a situação) e minha família conseguimos resolver de modo rápido (mas que para mim pareceu uma eternidade) a cirurgia e extrair o tumor (de um tipo de crescimento muito acelerado, daí a urgência do procedimento).

    Passada a cirurgia, veio a recuperação. Demorada, chata e com limitações. Pra um cara ativo como eu imaginem a angústia de querer fazer as coisas e não poder. Mas essa etapa ocorreu bem. Tivemos de nos mudar, refazer alguns planos, ter outras perspectivas e eu tive de parar com o trabalho. Isso porque um mês depois da cirurgia tive de fazer 1 ciclo de quimioterapia para aumentar ainda  mais as minhas chances de cura.

    A quimioterapia consistiu em 1 semana ininterrupta em que toda a tarde era aplicado um coquetel de medicamentos para combater possíveis resquícios da doença que ainda estivessem no organismo. Depois dessa semana ainda tinham mais 2 dias de aplicações com 7 dias de intervalo. Tive todos os efeitos colaterais da quimio: vômitos, náuseas, irritações na pele, fraqueza, queda de cabelos, desânimo e imunidade baixa. Essa fase julguei sendo a pior pois tinham momentos que achava que não ia mais conseguir desenvolver as atividades que fazia antes. De novo a presença das pessoas próximas a mim foi fundamental.

    Um mês após o encerramento do tratamento da quimio foram feitos exames e verificou-se que tudo tinha transcorrido muito bem e eu estava liberado a voltar, aos poucos, com minhas atividades normais. Como já estava mais disposto, comecei a fazer caminhadas leves com minha esposa, que foram se tornando exercícios mais fortes e pequenas corridas. O condicionamento físico foi voltando e com ele a empolgação de ver que podia fazer tudo normalmente e até me superar (mais jovem fazia ciclismo e capoeira).

    Pois a superação foi o que aconteceu neste último domingo durante a Minimaratona do SESC Maranhão. Me preparei física e mentalmente pra correr pelo menos 5km do percurso mas quando passei da metade (7km) senti que estava bem (alternando entre caminhada e corrida) e vi que poderia completar o percurso! Quando as pernas e tornozelos doíam lembrava que estava a pouco tempo numa cadeira de hospital tomando quase 3 litros de medicamentos intravenoso e achava que não ia mais conseguir ter forças. Aí mentaliza a chegada e o fôlego se renovava!

    O resultado foi que consegui completar a prova em 1h50min (o vencedor fez em 45min, profissional de federação, claro) e não me senti tão cansado assim. Pra comemorar mais ainda todos da minha família que participaram completaram a prova e minha esposa conquistou o 3º lugar na categoria “comerciária até 30 anos”!

    Enfim, se alguém ler este blog por qualquer motivo que seja, espero que esse relato possa ajudá-lo(a) nos momentos em que  você  que passa por algo difícil. Lembre-se em focar num objetivo, ter apoio dos que te amam e acreditar em você mesmo (e, se você for espiritualizado, acreditar numa “força maior”) os obstáculos que forem colocados na sua vida podem ser superados.

    Obrigado a você que leu até aqui e desculpem por esse texto altamente pessoal. Aproveitem a visita e vejam mais coisas no blog! Abraços!

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  • Salto do maior prédio do mundo em Dubai.

    Dois loucos homens dos Emirados Árabes, Nasr Al Niyadi e Omar Al Hegelan, quebraram o recorde de salto de basejumping feito no maior prédio do mundo em Dubai (só podia ser né?), o recém construído Burj Khalifa, com 828m.

    E aí, tinha coragem? Eu tinha…

    [youtube 8bX61mYcZOw]

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  • SwissBike, a bicicleta dobrável.

    Você gosta de pedalar? Eu gosto, mas tô fora de forma, tem quase 1 ano que não pratico esporte regularmente, me lembro da época que fazia fácil 20km de bike em pouco mais de 2h… Bem, em 2009 quero comprar uma bike bacana. Mas fiquei com vontade de ter foi essa bike aqui:

    Totalmente dobrável, fácil de carregar por aí e cabe em pequenos lugares, boa de guardar em casa ou no apartamento que não tem muito espaço e de botar no carro pra pedalar na praia ou na praça. A SwissBike combina a performance e portabilidade pra dar a maior versatilidade possível ao usuário. E segundo o fabricante, a bike é dura na queda, podendo aguentar até trilhas mais difíceis.

    Fonte: Design Adidict

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