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Mais sobre a marca Olimpíadas Rio 2016
A marca das Olimpíadas Rio 2016 gerou um grande debte sobre a prática do design, mais especificamente do design gráfico, não só no meio profissional mas em diferentes lugares. Faço parte de um grupo de discussão dos pós-graduados do curso de Especialização em Design Gráfico (EDG) da UFMA e um colega, o Gustavo Santana, escreveu um ótimo texto a respeito da marca Rio 2016.
Como de costume, toda vez que é lançada uma marca nacional, chove um festival de sites, blogs e espaços virtuais comentando, elogiando ou criticando sua eficácia ou estética. Após o fatídico caso da marca da Copa Fifa Brasil 2014 amplamente criticada em seu processo de criação, escolha e resultado, chegou a vez da marca das olimpíadas Rio 2016. E chegou em boa hora não apenas pela análise técnica de seu resultado, mas para a avaliação da pertinência (ou não) dos comentários a seu respeito.
É de bom tom analisar a realidade atual dos meios democráticos de difusão de informações provenientes da Internet, embora não seja o foco. A liberdade de expressão aliada ao processo de inclusão digital faz com que a busca por fontes de informações tenham de ser avaliadas com cautela de modo a analisar a confiabilidade do autor e de seu conteúdo. Torna-se tarefa diária separar opiniões particulares de análises críticas e é de extrema importância fazê-la conscientemente.
Nos últimos dias após os meios de comunicação de massa noticiarem o lançamento da marca Rio 2016 as redes sociais e blogosferas lançaram milhares de comentários positivos, negativos e neutros sobre o resultado. A normalidade do caso até então, foi quebrada em um grupo de discussão da Especialização em Design Gráfico (EDG) da Universidade Federal do Maranhão quando a este foi apresentada a crítica de Mario Amaya, RIO 2016: MAIS UM TRIUNFO DA BANALIDADE”, que nos fez refletir mais sobre o assunto.
Explico: o processo avaliativo dentro do grupo de discussão refletiu bem o objeto de estudo uma vez que funcionou como uma representação em menor escala da macroatividade que acontece na blogosfera. Iniciou-se com opiniões particulares de gosto e evoluiu para análises técnicas sobre eficácia. Durante o debate foi levantado o ponto peculiar que culmina neste texto: a existência de um discurso. Ora, ignorando-se as divergências opinativas à cerca da marca e as respostas em fórum sem embasamento técnico (ou puramente direcionadas ao cunho pessoal) verificamos a existência de um discurso crítico embasado tecnicamente, e é isso que se espera de um profissional de design nesse momento.
No que tange a perspectiva apresentada por Mario Ayama eu discordo da avaliação crítica. Creio que os pontos levantados, como seu incômodo quanto ao uso de “pessoinhas feitas de fitinhas” são facilmente refutados lembrando a apresentação da atualização da marca da bienal de São Paulo feita por André Stolarski, onde o mesmo diferente (a marca da bienal): “marcas em forma de círculo existem aos milhares, desenhos originais e únicos como esse, muito poucos”.[youtube NrRMIkkv0lI&feature=related]
Sobre a indagação quanto às cores, é impossível, por exemplo, ver a Petrobrás em vermelho e azul. A própria Vale mudou suas cores para ter a cara do nosso país. Copa do mundo para o brasileiro é verde e amarelo. E não adianta criticar dizendo que é mesmice: é equívoco em demasia brigar com uma coisa que está tão arraigada no repertório popular. Mas mesmo abstraindo e dando ouvidos ao crítico, repare que a marca representa uma escultura e por isso não possui cores sólidas. Note que há a cor laranja na marca, uma cor inexistente em nossa bandeira.
A questão do Pão de Açúcar é outra divergência: chegou a ser discreto ao ponto do crítico não ter percebido. É um clichê, mas bem utilizado e funcional. Não adianta inovar com invenções como a marca do Pan 2007 referindo a vitrais. Eu não me recordo de vitrais no Rio (mas não vou lá há muito tempo), não fiz essa associação e posso afirmar que em meus círculos de amizades, não encontrei quem a fizesse. Já o Pão de Açúcar esteve até em filme de James Bond. Está presente na memória até do chinês que tem acesso limitado à internet por causa da censura do país.
Posso ter me deixado levar por antipatizar o texto pelo fato de gostar muito do resultado da marca. O próprio debate no grupo EDG acabou por me fazer ler e reler de modo a compreender a real intenção crítica. Afora a divergência de opinião, entendo todas as colocações de Mario Ayama e as acho completamente pertinentes (não a este caso) como uma análise crítica da conduta do design nacional se valendo de soluções corriqueiras. Ao meu ver não denigre utilizar um “caminho comum”. O problema é usá-lo errado, mal feito, e isso, com certeza, não é o caso dessa marca.
Por fim, após evoluir do processo de divergência de opinião para o campo do debate técnico, compreendo melhor uma citação que ao acaso me chegou por email, e que nada diz respeito ao conteúdo deste texto, e que lembra que em tempos de democratização do pensar devemos nos munir da tolerância à divergência:
“Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o último instante seu direito de dizê-la”. François-Marie Arouet (Voltaire).
Fonte: gustavosantana.com e gugasan
Cartazes Tipográficos sobre Fontana

Na especialização em Design Gráfico da UFMA, na disciplina Introdução à Tipografia, tivemos o prazer de ter a Fernanda Martins como nossa professora.
Fernanda Martins é formada em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes – ECA-USP. Pós Graduada em Design Gráfico, na Basel School of Design, Suiça. Em 1986 retomou as atividades das empresa de seu pai, Ruben Martins – a Forminform. Atualmente mora em Belém e representa a ADG – Sua grande paixão é a tipografia. Você pode ler mais a respeito da Fernanda Martins e de seu escritório em Forminform/Mapinguari Design
Como uma das atividades sobre o tema foi proposto que fizéssemos uma pesqusia sobre determinadas fontes, desenvolvêssemos uma pesquisa e breve análise e criássemos um cartaz em preto e branco usando apenas a tipografia.
Fui um pouco além e fiz também uma versão colorida. Abaixo está a pesquisa e os cartazes.
Análise sobre a fonte Fontana.

1. Breve histórico sobre o autor: Rubén Fontana.
Designer gráfico Argentino, nascido em Buenos Aires em 1942. Com mais de quarenta anos de carreira em design e implementação de programas integras de Identidade Corporativa e Institucional. Um dos pioneiros da Tipografia na América Latina tendo incorporado a disciplina no ensino do Design na Universidade de Buneos Aires. Dentre muitas premiações e títulos seu trabalho é exposto no Museu de Arte Moderna de Nova York e foi editor da extinta Revista Tipográfica.
Texto baseado em: http://www.bid-dimad.org/historia/exposicion/ruben_fontana
2. Breve histórico sobre a fonte Fontana ND:
Atualmente a fonte faz parte da Neufville Digital’s MODERN COLLECTION. Originalmente projetada para a impressão de uma revista, o Sistema (ou Família) Fontana foi fundamentalmente inspirada na língua espanhola como seu contexto natural e cultural. Após a colonização européia, a língua espanhola foi influenciada também por termos em inglês, por influência estadunidense, causando significativas mudanças tanto no som quanto na forma de algumas palavras.
Esses sons e formas tem forte impacto na identidade textual, causando a modificação de características de composição. O Sistema Fontana de fontes representa o fruto oriundo do desejo de se projetar uma tipografia baseada na língua espanhola, numa publicação que mantenha sua identidade e, ao mesmo tempo, ofereça possibilidades para a pesquisa tipográfica.
Texto baseado em: http://new.myfonts.com/fonts/neufville/fontana-nd/
3. Análise da fonte:
Por se tratar de uma fonte moderna utilizada numa publicação especializada em tipografia, a Revista Tipográfica, a Fontana ND foi projetada tendo uma família rica e detalhada de variações para ser empregada em diferentes situações de texto.

Formalmente é uma fonte sem serifa (sans serif) em que não há nenhum ou mínimo contraste de espessura no corpo das letras. Mesmo que sua construção tenha se dado numa aparente malha (grid) bem estruturada, o autor mantém um toque artístico nas curvas de determinadas letras, fazendo com que elas quase pareçam ter sido feitas manualmente. Tal característica fica evidente principalmente nas letras maiúsculas “Q”, “X” e “Z” e em suas minúsculas. A sutileza de algumas formas sinuosas, como no “S” e “R”, dão uma elegância à letra facilitando sua legibilidade no conjunto.

Cartazes (clique pra ampliar):
Blog da Especialização em Design Gráfico da UFMA – EDGUFMA
A 1ª turma da Especialização em Design Gráfico da Universidade Federal do Maranhão, da qual tenho o prazer de integrar, montou seu blog coletivo, em que todos podem alimentar de acordo com seus interesses, curiosidades e áreas de atuação. O Blog serve pra divulgar conteúdo próprio relacionado à Design, Publicidade, Comunicação, Arte, Cinema e afins além de materiais de outros sites e blogs. Vale à pena visitá-lo:
Especialização em Design Gráfico UFMA
Esse mês de julho, apesar das férias da escola, a correria está grande. Mas algo que está valendo à pena o investimento de grana e tempo é o curso de Especialização em Design Gráfico na Universidade Federal do Maranhão. O 1º módulo foi ministrado pelo Profº Rafael Cardoso (conforme viram em posts anteriores) com o tema “Design para um mundo complexo”.

No 2º módulo fomos apresentados à Profª Zoy Anastassakis, graduada em Desenho Industrial pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1999). Mestre em Antropologia Social pelo PPGAS-Museu Nacional-UFRJ, onde desenvolveu a dissertação “Dentro e fora da política oficial de preservação do patrimônio cultural no Brasil: Aloísio Magalhães e o Centro Nacional de Referência Cultural”, orientada por Luiz Fernando Dias Duarte e é doutoranda do PPGAS-Museu Nacional-UFRJ.
A Profª Zoy ministrou a disciplina “História do Design Brasileiro” em que vimos como se desenrolou todo o processo de surgimento do desenho industrial, que posteriormente foi chamado de design no país. O foco histórico ficou entre as décadas de 1950, ’60 e ’70 em que pudemos nos aprofundar nos nomes que mais tiveram importância para que o design fosse considerado uma atividade projetual imprescindível para o crescimento do Brasil. Figuras como Aloísio Magalhães, Alexandre Wollner, Rubem Martins, Amílcar de castro dentre outros foram fundamentais. Um ponto alto foi fazermos a análise formal e de significados de algumas peças que tornaram-se icônicas no repertório visual brasileiro, contextualizando-as ao seu período, entendendo suas propostas conceituais e ideológicas.
Quando tiver um tempinho a mais vou postar algo mais elaborado sobre o trabalho destas figuras que fizeram a história do design no Brasil. De quebra fica a imagem que desenvolvi por conta da primeira atividade proposta na especialização.
Palestra sobre design com o Prof. Rafael Cardoso
Nesta sexta-feira, dia 03 de julho de 2009, às 15h no auditório do SEBRAE Jaracaty, São Luís, Maranhão, acontecerá a palestra “O Ensino de Design no Brasil: buscando novos caminhos” ministrada pelo Prof. Dr. Rafael Cardoso.
O evento acontece por conta do curso de Especialização em Design Gráfico da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, que teve ontem, 1º de julho de 2009, a abertura oficial com a aula inaugural do 1º módulo com o Prof. Rafael Cardoso.
O Prof. Rafael é um reconhecido autor de livros e pesquisas sobre design no Brasil, enfocando principalmente na história do design. Suas obras são basilares em muitos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação em design, seja de produto ou gráfico, o que aliás, segundo o Prof. Rafael, na sua aula inaugural, é uma mera divisão burocrática de uma mesma área do conhecimento e atividade para fins didáticos.

Resumo acadêmico do currículo do Sistema Lattes
Graduação em Sociologia – Johns Hopkins University (1985), mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1991) e doutorado em História da Arte – University Of London Courtauld Institute Of Art (1995). Atualmente é professor associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência nas áreas de História da Arte e História do Design.


Resultado final da Especialização em Design Gráfico UFMA

O Curso de Especialização em Design Gráfico divulga a lista dos candidatos aprovados para a sua primeira turma. Os nomes estão em ordem de classificação. O Curso tem duração de um ano e três meses e vai ser ministrado por professores de diversas universidades. As disciplinas estão divididas em dez módulos, além do projeto.
As matrículas vão de 25 a 27 de maio no horário das 8 às 11h e das 14 às 16h, na Secretaria do Núcleo de Ergonomia em Processos e Produtos (NEPP),localizada na sala 104, bloco 08 do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, Campus do Bacanga.
A lista é composta de 37 candidatos aprovados, porém somente 35 vagas estão disponíveis. Após o prazo de matrícula, caso essas vagas não sejam preenchidas, os candidatos aprovados e não classificados inicialmente (36° e 37°lugares) poderão matricular-se.
RELAÇÃO DOS APROVADOS
Classificação Aluno Pontuação final
1° Marcelo Henrrique Figueiredo……. 97
2° Francisco as Silva oliveira Jr………. 95
3° Márcio Ferreira da Veiga……………. 94
4° Bruno Jefferson Wanderley………… 94
5° Davidson Lima Barros……………….. 93
6° Roberta Loiola Barbosa……………… 92
7° Luiz Antoniode Jesus Morais………. 91
8° Paulo Roberto Martins Coelho…….. 89
9° Marcelo Vasconcelos Silva…………. 87
10° Rogério rocha Raposo……………… 86
11° Taís Alvares Marques Vale………… 85
12° Cloves Ribeiro Pereira Júnior……. 84
13° Wandson Pereira Lisboa…………… 84
14° Gustavo Saldanha Santana………… 83
15° João José Viana Moreira………….. 83
16° Alexsandro Pereira Soares……….. 82
17° Leanjoelson souza Andrade……… 81
18° Jefferson Costa Nogueira…………. 81
19° Andrey Ribeiro de Matos…………. 80,5
20° Amanda Ferreira Simões…………. 80,5
21° Nikole Melo de Mendonça………… 80
22° Jesiel Sales Pontes………………….. 79
23° Daniel da Costa Gomes Martins…. 79
24° Paulo José Kovalhuk……………….. 79
25° Bruno Serviliano Santos Farias….. 78
26° Ricardo Jessé Santana……………… 78
27° José Garcia de Azevedo…………… 77,5
28° Dante Oliveira Maia…………………. 77
29° Allan David França…………………. 77
30° Pricilla Raquel Costa Gomes…….. 77
31° Andre Fabiano Aranha……………. 76
32° Sandro Roberto lopes da Silva….. 75
33° André Luís Barreto…………………. 75
34° Daniel Paixão Martins……………… 74
35° Anna Beatriz Fonsêca Carneiro…. 73
36° Luciana Santos Sousa………………. 73
37° Ana Isabela Soares Martins………. 71
MÓDULOS E DISCIPLINAS
A EDG é formada por 10 módulos temáticos, que se dividem em 18 disciplinas:
Módulo 1: História do Design Gráfico
Disciplina 1: Epistemologia, história e origens do Design Gráfico
Disciplina 2: Design Gráfico no Brasil
Módulo 2: Identidade, imagem e significado
Disciplina 3: Identidade e cultura
Disciplina 4: Significado e construção da imagem
Módulo 3: Ergonomia informacional
Disciplina 5: Introdução à Ergonomia cognitiva e usabilidade
Disciplina 6: Desenvolvimento de projeto de usabilidade
Módulo 4: A imagem digital
Disciplina 7: Antropologia visual
Disciplina 8: Desenvolvimento de imagens digitais
Módulo 5: Tipografia
Disciplina 9: História e morfologia da tipografia
Disciplina 10: Desenvolvimento de tipos digitais
Módulo 6: Projeto Gráfico I
Disciplina 11: Produção gráfica
Disciplina 12: Desenvolvimento de projeto Gráfico I
Módulo 7: Identidade de marca
Disciplina 13: Design gráfico e identidade latino-americana
Disciplina 14: Desenvolvimento de identidade de marca
Módulo 8: Design e mercado
Disciplina 15: Marketing e gestão: conceitos e cases
Disciplina 16: Design estratégico
Módulo 9: Pesquisa em Design
Disciplina 17: Metodologia de pesquisa em Design Gráfico
Módulo 10: Projeto Gráfico II
Disciplina 18: Desenvolvimento de projeto gráfico II
Lugar: UFMA / Ascom
Fonte: Bruna Almeida/ PPPG
Notícia alterada em: 21/05/2009 14h31
Resultado da seleção da Especialização em Design Gráfico na UFMA
Recebi hoje, às 7h30, da Profª Raquel Noronha, Coordenadora do Curso de Especialização em Design Gráfico (EDG) na UFMA, o arquivo de Exccel com a planilha do resultado da seleção dos aprovados para a pós-graduação.
Como me perguntaram por e-mail ou mesmo aqui no Blogarte sobre isso vou postar abaixo na ordem de nomes como recebi e se você quiser, pode fazer o download do arquivo original aqui:
|
|
Aluno |
Pontuação |
Situação |
|
1 |
Daniel da Costa Gomes Martins |
78 |
Aprovado |
|
2 |
Sandro Roberto lopes da Silva |
74 |
Aprovado |
|
3 |
Roberta Loiola Barbosa |
91 |
Aprovado |
|
4 |
Davidson Lima Barros |
92 |
Aprovado |
|
5 |
Gustavo Saldanha Santana |
82 |
Aprovado |
|
6 |
Daniel Paixão Martins |
73 |
Aprovado |
|
7 |
Alexsandro Pereira Soares |
81 |
Aprovado |
|
8 |
Pricilla Raquel Costa Gomes |
76 |
Aprovado |
|
9 |
Paulo Roberto Martins Coelho |
88 |
Aprovado |
|
10 |
Jefferson Costa Nogueira |
79 |
Aprovado |
|
11 |
Rogério rocha Raposo |
85 |
Aprovado |
|
12 |
Marcelo Vasconcelos Silva |
86 |
Aprovado |
|
13 |
Amanda Ferreira Simões |
78 |
Aprovado |
|
14 |
Andrey Ribeiro de Matos |
79 |
Aprovado |
|
15 |
João José Viana Moreira |
82 |
Aprovado |
|
16 |
Luciana Santos Sousa |
72 |
Aprovado |
|
17 |
Bruno Jefferson Wanderley |
93 |
Aprovado |
|
18 |
Svetlana Maria Farias da Silva |
60 |
Não aprovado |
|
19 |
Andre Fabiano Aranha |
75 |
Aprovado |
|
20 |
Bruno Serviliano Santos Farias |
77 |
Aprovado |
|
21 |
Marcelo Henrrique Figueiredo |
95 |
Aprovado |
|
22 |
Andre Lima Martins |
60 |
Não aprovado |
|
23 |
Anna Beatriz Fonsêca Carneiro |
72 |
Aprovado |
|
24 |
José Garcia de Azevedo |
75 |
Aprovado |
|
25 |
Ana Isabela Soares Martins |
70 |
Aprovado |
|
26 |
Dante Oliveira Maia |
76 |
Aprovado |
|
27 |
Taís Alvares Marques Vale |
84 |
Aprovado |
|
28 |
Luiz Antoniode Jesus Morais |
90 |
Aprovado |
|
29 |
Cloves Ribeiro Pereira Júnior |
83 |
Aprovado |
|
30 |
Nikole Melo de Mendonça |
79 |
Aprovado |
|
31 |
Paulo José Kovalhuk |
77 |
Aprovado |
|
32 |
Carlos Wagner Abreu Castro |
65 |
Não aprovado |
|
33 |
Márcio Ferreira da Veiga |
93 |
Aprovado |
|
34 |
Leanjoelson souza Andrade |
80 |
Aprovado |
|
35 |
Igor Mendes Monteiro |
55 |
Não aprovado |
|
36 |
Francisco as Silva oliveira Jr. |
94 |
Aprovado |
|
37 |
Ricardo Jessé Santana |
77 |
Aprovado |
|
38 |
Raimundo Nonato Penha |
62 |
Não aprovado |
|
39 |
Allan David França |
76 |
Aprovado |
|
40 |
Wandson Pereira Lisboa |
83 |
Aprovado |
|
41 |
Jesiel Sales Pontes |
78 |
Aprovado |
|
42 |
André Luís Barreto |
74 |
Aprovado |
Outras informações podem ser visualizadas no site da UFMA ou no blog da EDG. Fiquei contente por ter passado nessa seleção onde tem tanta gente boa profissional e academicamente. Agora é trabalhar pra pagar as mensalidades e estudar muito!
Especialização em Design Gráfico na UFMA

Essa dica é para os profissionais e acadêmicos de design gráfico no Maranhão. Já fiz minha inscrição.
A Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UniversidadeFederal do Maranhão comunica aos interessados que as inscrições para o Curso de Especialização em Design Gráfico foram prorrogadas até o dia 7 de maio de 2009 e podem ser reazlizadas no horário das 8 às 11h e das 14 às 16h na Secretaria do NEPP (Núcleo de Ergonomia em processos e produtos), localizada na sala 104, bloco 08, CCET, Campus do Bacanga. Serão oferecidas 35 vagas. A seleção será realizada no período de 4 a 14 de maio de 2009. O início do curso está previsto para 1º de julho de 2009 e serão ministradas quinzenalmente, às sextas-feiras (das 14 às 21h) e sábados (das 8 às 17h) na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Campus do Bacanga, s/n, Centro de Ciências Exatas e Tecnológica (CCET), bloco 10, sala 202. Com uma visão bem ampla do que seja Design Gráfico, o curso é direcionado a profissionais na área de marketing, gestão, antropologia visual.
O Curso tem duração de um ano e três meses e vai ser ministrado por professores de outras universidades, pois no Maranhão não existe essa habilitação. As disciplinas serão ministradas em dez módulos mais o projeto. As aulas acontecerão em laboratórios novos com home theater, data show e estão previstas para se iniciar em julho.
Poderão se inscrever profissionais graduados em Desenho Industrial, Comunicação Social, Arquitetura, Educação Artística, Informática, Sistema de informação, Ciências da Computação. “A importância fundamental do curso é atender os profissionais que tem uma função ou em Design Gráfico ou em áreas afins, só que não possui esta formação específica e acabam trabalhando no mercado nesta área. O ganho vai ser na qualificação deste mercado, para entender o que é Design Gráfico e preparar professores para nossa graduação, pois estamos com projeto pedagógico para capacitar professores no Maranhão para trabalhar em cursos de graduação”, afirma a coordenadora do Curso de Especialização, Raquel Noronha.
O módulo de abertura será ministrado pelo prof. Dr. Rafael Cardoso Denis (PUC-RIO), um dos grandes nomes do pensamento contemporâneo em Design Gráfico no Brasil. Na ocasião haverá também uma palestra pública com o tema “Design Gráfico no Brasil”, ministrada por ele. O Curso tem a taxa de inscrição no valor de R$ 80,00 e doze parcelas de R$ 360,00. A data do pagamento deverá ser até o dia 10 (dez) do mês vigente.
Clique aqui para fazer o download do arquivo: notadesgrafico.pdfLugar: UFMA ASCOM
Fonte: Bruna Almeida












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