Tag "escultura"

  • Garcia Junior Coleção Parte 01 – Batman e DC Comics

    Olá a todos! Como vocês têm acompanhado por aqui, em 2014 o Batman[bb] comemorou 75 anos de sua criação por Bob Kane e Bill Fingers, em que fez sua primeira aparição na revista Detective Comics nº 27 em 1939. Sou colecionador viciado de HQs, miniaturas[bb][bb], action figures[bb] e outros colecionáveis referentes ao morcego e ao Universo da DC Comics[bb] (editora que publica o personagem e faz parte do grupo Time Warner[bb]). Tenho alguns itens interessantes e sempre gosto de compartilhar com amigos colecionadores pra vermos referências, impressões, enfim, bater um papo sobre colecionismo. Preparei um vídeo simples com alguns itens do meu acervo. Como são muitos, e pro vídeo não ficar tão grande, separei em 3 partes. Aí está a parte 01, aproveitem:

     

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  • Fundação Municipal de Cultura (Func) anuncia 3º ‘Salão de Artes Plásticas – São Luís – MA.

    Foto: Garcia Junior - www.imagetica.net

    A Fundação Municipal de Cultura (Func), de acordo com a Lei n° 4.919, torna pública a realização da terceira edição do “Salão de Artes Plásticas” de São Luís. O evento está previsto para ocorrer no período de 31 de maio a 30 de setembro e prestará uma homenagem aos 400 anos da cidade.

    Todos os trabalhos inscritos deverão ter como base a frase do poeta e escritor José Chagas: “A cidade foi possuída pelo tempo, está grávida de seu passado e, dependendo de nós, poderá parir um demônio ou um anjo”.

    As inscrições deverão ser feitas no período de 12 de abril a 15 de maio de 2012, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, no Trapiche Santo Ângelo, avenida Vitorino Freire, S/N (Prédio do Salão de Artes), em frente ao Terminal de Integração da Praia Grande, Centro da capital.

    A mostra competitiva beneficia as seguintes categorias: pintura, escultura, desenho, gravura, instalação, performance, vídeo e fotografia. Só poderão concorrer os artistas e profissionais que comprovarem residência em São Luís a pelo menos um ano.

     

    A inscrição será feita em ficha própria acompanhada, obrigatoriamente, do dossiê do artista. Cada participante poderá inscrever até três obras inéditas.

    Duas etapas

    A seleção será feita em duas etapas: a pré-seleção para participação no Salão, por meio do dossiê do artista, que deverá ser analisada por uma Comissão Técnica; e a seleção para premiação, mediante as obras originais selecionadas após abertura do Salão.

    O dossiê, em papel formato A4, deverá conter currículo do artista, termo de compromisso devidamente assinado e preenchido, foto de cada trabalho inscrito, impressa em papel fotográfico no tamanho 15 x 21 cm, com as devidas identificações do autor, nome, título, data, técnica, dimensões da obra e texto explicativo sobre o trabalho no contexto temático designado pela frase de José Chagas.

    O júri técnico selecionará, entre todos os participantes, cinco trabalhos que receberão prêmios no valor de R$ 4 mil, independente de categoria, além do melhor trabalho do Salão que receberá um prêmio no valor de R$ 10 mil.

    O regulamento pode ser consultados no endereço eletrônico www.funcsl.wordpress.com.

    Fonte

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  • As esculturas hiper-realistas (e perturbadoras) de Ron Mueck

    Uma prova de que tamanho faz diferença, a criatividade do gênio escultor Ron Mueck, artista radicado em Londres, é um instigante estudo da arte sobre a vida, uma exposição frontal da humanidade em todas as suas formas, forçando o caminho para além da representação tradicional do tridimensional.

    Mueck é fascinado pela anatomia (como obviamente pode ser observado nas suas peças) e, para ele, exagerar na escala e nos detalhes minuciosos é tudo o que importa para atingir seus objetivos. Suas perturbadoras esculturas hiper-realistas provocam emoções espontâneas no público – da repulsa à admiração. Todos comentam sobre o que observam criando interpretações e narrativas sobre o que as esculturas mostram e querem dizer. Como toda boa obra de arte ela gera múltiplos significados para os observadores.

    A escala dos valores de suas obras também é grande. Sua escultura da mulher grávida em pé foi vendida por cerca de €500.000,00 para a Galeria Nacional da Austrália. Para fazer suas esculturas ele usa uma mistura de materiais em grandes proporções que incluem poliestireno, resina de vidro, silicone, espuma de poliuretano, fibra acrílica e tecidos. Todos adicionados para aumentar a sensação de realismo, vulnerabilidade e tangibilidade.

    Ron Mueck consegue com sua arte diversas reações emocionais: nojo, repulsa, admiração, contemplação, reflexão, menos a indiferença que seria a principal falha de uma obra de arte.

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  • O panfleteiro que virou referência no ensino de arte digital

    Aficionado por games, empreendedor transformou uma simples escola de informática em uma rede especializada em computação gráfica.

    http://exame.abril.com.br/assets/pictures/30465/size_590_Trabalho%20de%20alunos%20da%20Saga.jpg

    São Paulo – Apaixonado por videogames desde pequeno, Alessandro Bomfim cansou de levar bronca da mãe para deixar essas “bobagens” de lado. As tardes “perdidas” no fliperama e no Atari chegaram até a render a participações em competições de videogame na adolescência, mas, mesmo assim, Alessandro não conseguiu convencer a família de que o hobby era coisa séria. “Naquela época era visto como passatempo, algo que os pais recriminavam”, lembra.

    Aos 17 anos, decidiu sair de casa e trocou o Recife pelo Rio de Janeiro. “Tive que deixar o sonho de lado e começar a me virar. Lavei táxi, fui office boy, entregador de pizza de bicicleta, balconista, fazia de tudo para pode pagar o aluguel do quarto de pensão”, diz.

    Mas foi o emprego de “panfleteiro” em uma rede de ensino de informática que abriu as portas para que Alessandro pudesse finalmente reencontrar a paixão pelo universo dos games e transformá-la em negócio.

    “A rede vendia cursos básicos de Office e Windows. Eu ficava em um ponto em Copacabana chamando os clientes para ir às escolas”, conta. Alessandro, então com 19 anos, logo se destacou no posto e um ano depois entrava para a equipe de vendas externas. Mais um ano no cargo e veio uma nova promoção, desta vez para vendedor interno. Em 2001, com cinco anos de empresa, o jovem foi convidado a assumir a posição de gerente da unidade de Copacabana, a mais importante da rede.

    “Aceitei o cargo, mas, em vez de salário, pedi em troca um porcentual do negócio. Passei quatro meses sem receber nada porque a unidade dava prejuízo. Em seis meses, estava dando lucro”, diz. Animado com os resultados, Alessandro decidiu investir junto com um sócio para adquirir a unidade e transformá-la em uma escola própria, com um novo nome – AIS – e uma proposta diferente.

    “Queríamos fazer uma coisa mais avançada, que oferecesse um diferencial ao cliente”, explica o empreendedor. Inicialmente, os sócios investiram para reformar o ponto, adquirir equipamentos e melhorar os cursos. Aos poucos, a rede foi crescendo, com novas unidades abertas em São Paulo (2003), Salvador (2006) e Recife (2007). O portfólio de cursos também foi se sofisticando, com a inclusão de cursos de computação gráfica e produção de vídeo.

    Mas o ponto de virada do negócio aconteceu em 2008. “Comecei a viajar e observar as tendências no exterior. Percebi que estávamos ensinado os alunos apenas a usar o software[bb] do ponto de vista técnico, a ser apertadores de botão. Tínhamos que mudar a nossa filosofia”, lembra Alessandro.

    A rede foi rebatizada de Saga (School of Art, Game and Animation) e passou a forcar em cursos de arte[bb], games[bb] e animação[bb]. “O objetivo passou a ser desenvolver a parte criativa dos alunos, além da parte técnica. Decidimos formar artistas”, conta o empreendedor.

    A mudança nas escolas foi radical. As antigas máquinas deram lugar a equipamentos de R$ 6 mil, com CPUs[bb] poderosas e monitores LCD[bb] de 23 polegadas. Os professores passam a ser enviados para cursos de capacitação e reciclagem nos Estados Unidos – a cada seis meses um grupo é mandado às melhores instituições do ramo para aprimorar os conhecimentos.

    O investimento foi alto – cada unidade custa, em média, R$ 500 mil para ser implantada, cinco vezes mais que o custo para montar uma unidade no modelo antigo –, mas deu retorno. O faturamento da marca em 2010 foi de R$ 7,5 milhões. As seis escolas da rede, que antes tinham, em média, de 300 a 400 alunos, passaram a contar com cerca de 1 mil alunos cada.

    “No passado, o nosso aluno fazia um investimento muito baixo para aprender a usar um computador, mas saía para o mercado para ganhar salário mínimo. Hoje formamos profissionais especializados, que já saem daqui ganhando R$ 3 mil, R$ 4 mil”, diz. “Ninguém mais pode dizer que a carreira em games não dá futuro”, brinca.

    Além de aumentar a receita da escola, a transformação reaproximou cada vez mais Alessandro do seu hobby de infância e adolescência. Além de ter seu próprio curso focado na produção de games, a escola firmou um acordo com a renomada escola americana Gnomon, que forma alguns dos artistas de efeitos visuais mais gabaritados do mundo.

    Juntas, as empresas vão abrir um novo centro de treinamento voltado a toda América Latina, o primeiro com a chancela da marca da região. “Hoje estamos formando os melhores profissionais para atuar no mercado brasileiro, mas queremos preparar nossos alunos para o mercado internacional”, justifica o empreendedor.

    Para celebrar o acordo, as empresas promoveram em março deste ano, em São Paulo, um evento batizado The Union, que trouxe ao país grandes nomes da computação gráfica[bb] e do entretenimento digital 3D[bb], como Neil Huxley, diretor de arte de Avatar, e o brasileiro Fausto De Martini, diretor de arte da Blizzard Entertainment, responsável, entre outros projetos, pela animação dos personagens do jogo StarCraft 2: Wings of Liberty.

    O objetivo da aliança é desenvolver o mercado de computação gráfica na região, para que etapas do processo de produção de grandes produções de Hollywood possam ser terceirizadas para cá.

    “Hoje, muitos trabalhos são terceirizados para a Índia, China e Coréia, mas os estúdios têm grande dificuldade por causa do fuso, do idioma e da cultura desses países. Há um forte interesse em colocar o Brasil neste circuito. A criatividade do brasileiro é reconhecida mundialmente”, diz Alessandro. Para viabilizar o projeto, a Saga deve fazer investimentos da ordem de R$ 3 milhões. A nova escola deve começar a funcionar ainda este ano.

    Fonte: escrito por Daniela Moreira para  Exame

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  • Escultura feita com 60.000 Legos

    Esculturas feitas de Lego não são novidade. Mas essa obra feita com 60.000 peças merece um destaque. Trata-se de uma mansão abandonada no estilo Vitoriano. O autor dessa façanha é o paciente artista Mike Doyle, que diz não ter usado nenhum outro tipo de material (madeira, cola, tinta etc) apenas peças de Lego.

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    Fonte: Juxtapoz

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  • Escultura cinética

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    Este trabalho belíssimo e inspirador do artista e designer alemão Joachim Sauter é uma daquelas idéias do tipo “por que não pensei nisso antes?”. Ou seja, tão bom, que você fica com raiva por não ter feito. Segundo as palavras do próprio autor (tradução livre):

    A escultura cinética é uma tradução metafórica do processo de busca pela forma em arte e design. 714 esferas de metal suspensas por fios finos de aço conectados e controlados individualmente por mecanismos que cobrem uma área de 6 metros quadrados, animados durante 7 minutos numa narrativa mecatrônica. No começo se movem de modo caótico para depois e irem evoluindo para algumas formas que acabam chegando a um objeto final. A escultura cinética cria uma visão artística do processo de busca pela forma com diferentes variações. O projeto foi encomendado pelo novo BMW Museu de Munique, na Alemanha, e produzido em conjunto com amigos e colegas da Art+Com.

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  • Árvore da Vida no Animal Kingdom da Disney.

    Essas imagens já são um tanto conhecidas pela net, mas tinha de colocá-las aqui. Afinal esse é um blog que tem a Arte como um dos seus temas.

    A Árvore da Vida é uma maciça obra de escultura de quase 45 metros de altura feita por mais de doze artistas. Sendo artificial possui 325 animais esculpidos no seu corpo, que tem cerca de 15 metros de largura, e é a peça central do parque temático no Animal Kingdom da Disney, na Flórida, EUA.

    Vejam que coisa fantástica:

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom Seen On Coolpicturegallery.blogspot.com

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom Seen On Coolpicturegallery.blogspot.com 3

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom Seen On Coolpicturegallery.blogspot.com 4

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom Seen On Coolpicturegallery.blogspot.com 6

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom 8

    The Tree of Life at Disneys Animal Kingdom Seen On Coolpicturegallery.blogspot.com 9

    Vejam mais fotos onde achei: Cool Pictures Gallery.

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