Tag "documentário"

  • HOME documentário em alta definição

    Adoro documentários. Assisto muito mais documentários do que vejo TV. Na verdade só tenho Tv por assinatura por causa dos canais de documentários. Quem acessa o Blogarte com frequência sabe disso e já deve ter visto minhas dicas por aqui. Com os sites de compartilhamentos de vídeos e de downloads, você acha fácil canais que possuem documentários de excelente qualidade como este que compartilho com vocês leitores.

    Classifico esse documentário chamado HOME (Lar) - União Européia, 2009, 93 min. – Direção: Yann Arthus-Bertrand - como um dos melhores sobre o tema Ciência, Antropologia, Meio-ambiente e Sustentabilidade. Ele é super bem produzido visualmente, como tomadas do espaço, vistas de satélite, de sobrevoos, todas com belíssima fotografia acompanhada pela trilha de Armand Amar. O texto da narração (na voz de Glen Close)  é um dos mais ricos e bem escritos que já vi mostrando desde as origens da vida no planeta e o equilíbrio existente entre as espécies até a atuação do Homo Sapiens, que em apenas 50 anos, dos seus 200 mil anos de existência, está mudando completamente as características da vida no planeta, que existe há 4 bilhões de anos. O Filme clama pela atitude do indivíduo e da união de força dos povos para que ainda possamos salvar o que restou dele.
    Este filme é um alerta e uma declaração de amor ao nosso lar: a Terra.

    Um ambicioso documentário, Home foi lançado no dia 5 de junho de 2009, Dia Mundial do Ambiente, simultaneamente em vários formatos (cinema, DVD, online). Seu impacto teria sido decisivo para vários políticos verdes nas eleições do Parlamento Europeu dois dias depois. Não é para menos. O fotógrafo Yann Arthus-Bertrand vendeu três milhões de cópias de seu livro – A Terra Vista de Cima – desde seu lançamento, em 1999. A versão animada demorou três anos para ser completada, com 217 dias de filmagem em 54 países diferentes.

    O texto é sóbrio, sobre um desfilar de imagens que nos levam ao arrebatamento, quando mostram a natureza ainda em sua pluralidade e dimensão, e ao estarrecimento, como as cenas de uma fazenda de gado nos Estados Unidos onde milhares de vacas se aglomeram em um território onde não se encontra uma única folha de grama – elas estão lá para nos alimentar (nós que consumimos 13 mil litros de água por um quilo de carne) e não para serem alimentadas como um dia foram, em pastos naturais.

    Como um dia foi parece ser a mensagem central do filme, aliada a outra: o que estamos às vias de perder e como. Toda a filmagem foi feita com câmeras montadas em estabilizadores em helicópteros. O resultado busca nos trazer uma concisa história da civilização humana, de suas conquistas mas, principalmente, de seus prováveis custos à nossa sobrevivência. “Nos últimos 50 anos, a Terra foi mais radicalmente modificada do que em todas as gerações humanas no planeta”, lembra a narradora, enquanto a câmera percorre campos, montanhas, megalópolis, aglomerações, fazendas, miséria, desperdício, nosso triste legado ao planeta.

    Há poesia em Home, tanto em palavras como em imagens, e talvez por isso nos sentimos incomodados por uma nostalgia do que verdade nem chegamos a conhecer, e por uma preocupação que agora nos visita cotidianamente, com o noticiário crescentemente refletindo nossos medos. “Esta é a medida de nosso tempo: o relógio de nosso mundo agora bate no ritmo de máquinas infatigáveis” que se valem do poder do sol. A humanidade conquistou o petróleo, e conseguiu transformar um litro dele em 100 horas/homem de trabalho. Agora, a mesma substância que nos trouxe o conforto e o desenvolvimento nos ameaça com a ruína. E ainda assim não paramos e não nos saciamos: hoje imensas extensões de terra usam alimentos para produzir combustível para que as máquinas continuem, infatigáveis.

    Home traz um sem-número de dados alarmantes, principalmente nos textos que rolam pela tela em seu final. Não há muito que seja desconhecido das pessoas que acompanham as notícias sobre o ambiente, mas imagens, como se sabe, são muito poderosas. A música de fundo é incessantemente pungente. Resta o consolo de saber que trabalhos como os de Yann Arthus-Bertrand vêm ganhando maior audiência. O fato de o documentário ter sido bancado pelo grupo PPR, imenso aglomerado de grifes de moda, nos diz também que corporações começam a examinar o território à sua volta e nossos hábitos de consumo sob uma ótica já em processo de mudança – se nos formos, elas também irão. Fonte.

    Aqui você baixa a legenda se quiser salvar do Youtube e ver depois.

     

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  • Documentários sobre Arte

    Um dos recursos didáticos mais interessantes pra ser usado com alunos na disciplina Arte, principalmente no Ensino Médio, são os documentários. Canais como History Channel, NatGeo, Discovery e BBC são os mais conhecidos por produzirem documentários com conteúdo apurado, rico no aprofundamento sobre a vida, técnica e obras de vários artistas ou da contextualização de períodos históricos e movimentos artísticos. Veja abaixo muitos documentários disponíveis na íntegra no Youtube, muitos legendados e alguns dublados. Se você usa o navegador Chrome pode baixar uma extensão de salvar vídeos do Youtube aqui.

    “O Poder da Arte – Bernini (BBC)”. Gian Lorenzo Bernini ou simplesmente Bernini (Nápoles, 7 de dezembro de 1598 — Roma, 28 de novembro de 1680) foi um eminente artista do barroco italiano, trabalhando principalmente na cidade de Roma. Distinguiu-se como escultor e arquiteto, ainda que tivesse sido pintor, desenhista, cenógrafo e criador de espectáculos de pirotecnia. Esculpiu numerosas obras de arte presentes até os dias atuais em Roma e no Vaticano

    [youtube ZPZjqjk_OVw]

    “O Poder da Arte – Caravaggio (BBC)”. Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29 de Setembro de 1571 — Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de Julho de 1610) foi um pintor Italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista Barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, do qual adotou-o como seu nome artístico.

    [youtube 5r7btMnbpvM]

    “Mundo Estranho, Leonardo da Vinci – O Homem que Queria Entender de Tudo”. O documentario conta a vida do italiano Leonardo da Vinci, desde o seu nascimento no pequeno vilarejo de Vinci ate sua morte. Por meio de reconstituicoes de epoca (com atores etc) e entrevistas com alguns dos maiores especialistas na obra, os filmes retratam cada episodio marcante na trajetoria daquele que e considerado uma das mentes mais brilhantes da historia. E tocam em todos os pontos mais curiosos de Da Vinci.

    [youtube XDhqc1zxWS8&feature=related]

    “Paul Klee – O Diário de um Artista”. O programa entra na intimidade do artista plástico Paul Klee por meio das páginas de seu diário para entender sua relação com a arte. Através de suas histórias de vida na Alemanha nazista, da vida familiar, da influência de grandes artistas como Kandinski e movimentos como o expressionismo e o cubismo, conhecemos um pouco mais o pintor e entendemos como suas idéias, sua curiosidade e seus métodos o levaram a se tornar um dos maiores pintores do século XX.

    Paul Klee (Münchenbuchsee, 18 de dezembro de 1879 — Muralto, 29 de junho de 1940) foi um pintor e poeta suíço naturalizado alemão. O seu estilo, grandemente individual, foi influenciado por várias tendências artísticas diferentes, incluindo o expressionismo, cubismo, e surrealismo. Ele foi um estudante do orientalismo. Klee era um desenhista nato que realizou experimentos e, conseqüentemente, dominou a teoria das cores, sobre o quê ele escreveu extensivamente. Suas obras refletem seu humor seco e, às vezes, a sua perspectiva infantil, seus ânimos e suas crenças pessoais, e sua musicalidade. Ele e seu amigo, o pintor russo Wassily Kandinsky, também eram famosos por darem aulas na escola de arte e arquitetura Bauhaus.

    [youtube tI-mW8mZfjU]

    “Escher – Metamorfose”. A vida e a obra do artista gráfico M.C. Escher, o mago da perspectiva, cujo objetivo era exprimir suas idéias com clareza, fazendo uma análise dos padrões geométricos de seus trabalhos de xilografia, da sua maneira revolucionária de utilizar a ilusão de ótica e até de produtos publicitários.

    Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 – Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com efeitos de ilusões de óptica. Foi numa visita à Alhambra, (veja o vídeo aqui) na Espanha, que o artista conheceu e se encantou pelos mosaicos que havia neste palácio de construção árabe. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. Este foi o ponto de partida para os seus trabalhos mais famosos, que consistiam no preenchimento regular do plano, normalmente utilizando imagens geométricas e não figurativas, como os árabes faziam por causa da sua religião muçulmana, que proíbe tais representações.

    A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional. Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. Mais tarde ele foi considerado como um grande matemático geométrico.

    [youtube pVwrUUwzBRo]

    “Lascaux – A Pré-História da Arte”. Lascaux é um complexo de cavernas ao sudoeste de França, famoso pela suas pinturas rupestres. A disposição da caverna, cujas paredes estão pintadas com bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos, etc., permite pensar tratar-se de um santuário. As investigações levadas a cabo durante os últimos decénios permitem situar a cronologia das pinturas no final do Solutrense e princípio do Madalenense, ou seja, 17.000 anos AP. Todavia, certos indícios, tanto temáticos como gráficos levam a pensar que algumas das figuras podem ser mais recentes, sendo tal hipótese, confirmada por datações com Carbono 14, em cerca de 15.500 anos AP.

    Episódio da série PALETAS, que analisa as simbologias e as técnicas empregadas por artistas em diferentes obras e em distintos momentos da história da arte. As formas, as variações de cor, os contrastes, os aspectos histórico e uma breve biografia do autor são ressaltados como elementos fundamentais para a compreensão estética e geral de cada obra.

    [youtube WNbWHLU-U4o]

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  • Vik Muniz e o filme “Lixo Extraordinário” (Waste land)

    A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) premiou no Festival de Cinema de Berlim (a Berlinale) o documentário “Lixo Extraordinário” (“Waste land”). Com direção conjunta de João Jardim (“Janela da alma” e “Pro dia nascer feliz”), da cineasta Karen Harley e da documentarista inglesa Lucy Walker, produção de Hank Levine e produção executiva de Fernando Meirelles e Andrea Barata Ribeiro, “Lixo extraordinário” relata a trajetória do lixo dispensado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina localizado na periferia de Duque de Caxias (RJ), até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz e seguir para prestigiadas casas de leilões internacionais. Obras que, muitas vezes, retornam ao Rio de Janeiro para compor as paredes da alta sociedade carioca. “É surpreendente encontrar tamanha beleza no meio de tanto lixo, descaso e esquecimento. O trabalho do Vik funciona como um bálsamo no meio disso”, observa a produtora executiva.

    O mais interessante, é ver tamanha sensibilidade de alguém que já está consagrado como artista. Entrar no cotidiano dessas pessoas, que tantas e tantas vezes são discriminadas (até por nós mesmos) por serem catadores de lixo, o que não deixa de ser um trabalho digno, e tentar captar da forma mais transparente essa triste realidade não é pra qualquer um. Ainda mais em se tratando de um gênero como o documentário, que, há bem pouco tempo, passou a receber no Brasil a merecida atenção.

    “Waste land desafia nossos preconceitos e ideias preconcebidas sobre pessoas que vivem nos extremos da sociedade. Retrata os protagonistas como pessoas com dignidade e abre o coração do espectador para a possibilidade de uma transformação através da coragem e da criatividade”, destacou a AI ao conceder o prêmio de 5.000 euros.

    “Quando conheci o trabalho de Vik Muniz, fiquei fascinada. Ele já havia feito uma série de obras maravilhosas usando lixo. O uso de materiais usados é algo que o distingue. Quando começamos a conversar, soube que uma colaboração entre Vik e os catadores seria potencialmente muito dramática”, declarou Lucy Walker.

    Entre 3.000 e 5.000 pessoas vivem perto do aterro e outras 15.000 subsistem do que retiram de Jardim Gramacho. “Estas pessoas estão no outro extremo da cultura de consumo. Pensava que encontraria pessoas derrotadas e destruidas, mas eles são sobreviventes”, destaca Muniz.

    Observação minha: o título em inglês “Waste land” ao ser traduzido para o circuito comercial para “Lixo Extraordinário” perde sua força de ambiguidade e crítica social. “Waste land” numa tradução literal é “Terra do desperdício” o que seria mais adequado por se tratar de um questionamento do desperdício de materiais físicos (lixo) e desperdício humano (pessoas) que são excluídas e marginalizadas na sociedade.

    Vejam alguns trabalhos de Vik Muniz feitos no filme:

    http://2.bp.blogspot.com/_xfNBjfS0IAI/S946woujfBI/AAAAAAAABCU/2BbjLusdI5g/s1600/Muniz_mother_and_children_suellen_1.jpg

    http://2.bp.blogspot.com/_MafACU9Ka7o/TOixNdhx7EI/AAAAAAAAAJk/_1CGNTcI-30/s1600/wasteland1.jpg

    Estudo fotográfico e de execução para montagem da arte:

    http://www.slackerwood.com/files/AFF2010_Wasteland-b.jpg

    http://2.bp.blogspot.com/_nDcZ01nR_4c/TU82QXV7wyI/AAAAAAAAAgY/cHjrsvXe_Js/s1600/wasteland%2Bvik.jpg

    http://media.nyunews.com/t/articles/images/2010/11/4/05wasteland/11-05-wasteland-courtesy-of-vik-muniz-studio_jpg_980x650_q85.jpg

    Fonte: G1 e PopCornFlavoured

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  • Ateísmo: uma breve história da descrença.

    Série de três episódios que compõe esse excelente documentário sobre a evolução do pensamento cético e racional. Peguei o texto e links direto do Cine Documentário. Cada episódio é dividido em três partes de aproximadamente 200MB cada (conexões lentas pode demorar), disponíveis pra baixar no Rapidshare. Deleitem-se:

    Jonathan Miller

    Uma breve história da descrença, de  Jonathan Miller (Jonathan Miller’s Brief history of  disbelief)

    Documentário dividido em 3 episódios produzido pela BBC, escrito e apresentado por Jonathan Miller. Nessa serie ele nos mostra os primeiros ateus e pensadores, que mesmo muitos pagando com suas próprias vidas, ousaram não acreditar em deus e dizer por quê. O que esses brilhantes e corajosos descrentes enfrentaram não foi à ira divina, mas sim os imperadores, reis, ditadores, líderes religiosos e suas igrejas, que temiam suas idéias, pois elas poderiam ser perigosas, para eles se manterem no poder. Atualmente em países democráticos as pessoas podem manifestar suas opiniões céticas a respeito de mitos, lendas e histórias sobrenaturais como as religiosas, sem sentirem as chamas ardentes da inquisição… Mas essas idéias libertadoras podem continuar sendo perigosas para os que ainda tiram proveito das crenças alheias, para os fanáticos religiosos, ou os que acreditam por inércia e cultura.
    Em pleno século 21 temos que enfrentar as conseqüências da Fé religiosa, e garantir que a liberdade, avanços, direitos e conquistas que todos desfrutamos na democracia secular, não nos sejam negados como no passado de ignorância, onde: “A voz de deus é que era obrigatoriamente a voz do povo”. Agora quem decide são os cidadãos, os eleitores e não os porta-vozes divinos.
    Toda essa interessante historia da descrença é analisada e mostrada por Jonathan Miller e seus entrevistados, nessa série excepcional e singular de documentários.

    Sombras da Dúvida

    Jonathan Miller visita as Torres Gêmeas ausentes para considerar as implicações religiosas de 9/11 e encontrar Arthur Miller e o filósofo Colin McGinn. Ele procura por evidência dos primeiros ‘incrédulos ‘ na Grécia Antiga e examina algumas das teorias modernas ao redor, por que pessoas sempre tenderam a acreditar em mitologia e magia.

    Parte 1
    Parte 2
    Parte 3

    Cara ou Coroa

    Com a dominação do Cristianismo de 500 DC, Jonathan Miller pergunta-se como a descrença começou a re-emergir nos séculos 15° e 16° . Ele descobre qua a divisão dentro da Igreja teve um papel mais poderoso que as descobertas científicas do período. Ele também visita Paris, a casa do ateu de século 18, Barão D ‘Holbach, e mostra como politicamente perigoso era enfraquecer a fé religiosa das massas.

    Parte 1
    Parte 2
    Parte 3

    A Hora Final

    A história da descrença continua com as idéias de filósofo autodidático Thomas Paine, os estudos revolucionários de geologia e as teorias evolucionárias de Darwin. Ele entrevista Richard Dawinks, autor do best seller Deus, um delírio. Jonathan Miller olha para Froid para visualizar a religião, esta que é uma ‘desordem pensada’. Examina sua motivação tentando fazer uma ligação aos assuntos, sobre morte e o fanatismo religioso do século 21

    Parte 1
    Parte 2
    Parte 3

    Legendas em PT-BR dos 3 episódios

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