Tag » design gráfico
Cartazes Tipográficos
Aproveitando que uma das atividades passadas pela Profª Fernanda Martins, na disciplina Introdução à Tipografia, foi fazer um cartaz inspirado no estilo, história e formas das fontes sorteadas na turma, aí vão alguns exemplos inspiradores e de quebra dois vídeos. Vi no Abduzeedo.
by m R. t R i P
by extraverage
by mil3n
by Gizo


Infográficos inspiradores
Peguei esse post no Design On The Rocks via Twitter.
Infográficos com design elaborado sempre fazem muito sucesso e são sempre muito bonitos. Cada vez mais este recurso gráfico tem sido usado em várias mídias e grandes trabalhos tem surgido na web.
Abaixo seguem 15 novos infográficos para deleite de nós designers, confiram:



Fonte: Franchesco Mugnai
Imagens inspiradoras de papelaria e aplicações de logos
Ao criar um logotipo o designer deve pensar nas possíveis aplicações que serão feitas. Algumas dessas aplicações são nas peças de papelaria, algo básico, em design gráfico. Aqui vão alguns exemplos que peguei no All Graphic Design:
30 posters tipográficos que talvez você nunca tenha visto.
Tipografia, resumidamente, é a arte de projetar, compôr e manipular tipos (ou fontes).
Projetar bem um poster tipográfica não é uma tarefa fácil e exige tempo e paciência.
Quando um poster enfoca somente na tipografia como seu elemento visual principal, o designer deve ter cuidado ao elaborá-lo tendo a certeza que tanto a estética quanto a comunicação funcionem bem.
Nesta fantástica compilação você verá 30 posters tipográficos criados por designers de todo o mundo que provavelmente você nunca tenha visto.
Tradução livre da fonte: webdesignerdepot
Tipografia é tédio.
by Derek “longdesinzzz”
United States
2. Tipografia “Faça Bem Feito”.
by Enzo “EN70″
Poland
3. Tipografia Urbana.
by Andrew Ackroyd
United Kingdom
4. Punk Tipografia.
by TPHorne
5. Funke – Terry Francis
by Sébastien Nikolaou
Greece
6. AIGA Tipo Show
by Allison Wilton
United States
7. Bauhaus Tipografia.
by Samuel “SeriousSamm”
United States
8. “T”ipografia.
by “bacon111″
United Kingdom
9. Jimi Hendrix
by Kuba Czerniak
Canada
10. Melhor que nada.
by Nils Davey
United States
11. Helvetica
by William Antonius
Indonesia
12. Sylfaen tipo.
by Dan Smith
United States
13. Design e cultura de hoje.
by Emn1ty
United States
14. Helvetica
by Nikko. P. Lukman
Indonesia
15. Avisos.
by Lisa “Spambi”
United States
16. Falas de Watchmen.
by Daniel Peters
Singapore
17. País das maravilhas dos tipos.
by Philippe Nicolas
Italy
18. Tipografia.
by “shetsy”
Canada
19. O culto do feio 2.
by Tyler Durden
New Zealand
20. O culto do feio.
by Tyler Durden
New Zeland
21. Tipografia
by Stefano Joker Lionetti
Italy
22. Tipografia dobrada.
by Francesco Muzzi
Italy
23. Poster de filme.
by Boris Bonev
Bulgaria
24. Caos é meu nome.
by Palax
Turkey
25. Defenda-se do H1N1.
by Mike Chan
China
26. A maioria dos clientes não sabe o que é tipografia!
by Mike Chan
China
27. Valdrada
by Carpet Crawler
Argentina
28. Evolução gráfica.
by Boris Bonev
Bulgaria
29. O passado e futuro fazem o presente inspirador.
by Mauro Hernández
Colombia
30. Nada pode parar um boa ideia.
by Mauro Hernández
Colombia
Essa relação foi compilada com exclusividade para o WDD por Paulo Canabarro.
40 criativos cartões de visita
Por falta de tempo pra escrever algo de real valor no Blogarte vou encher linguiça colocando imagens de 40 criativos cartões de visita que vi pelo Twitter. Fonte: Creative Nerds
1.NationBuilder Pop-up Business Card
2.Corporation Pop
3.MIXTAPE GENERATION Business Card
4.Business Card Outside
5.Business Cards Adworks Media
6.Lindsey Casabella stylist: Business / appointment card
7.Davide Gasperini
8.Orderin Business Cards
9.In Watermelon Sugar
10.Box Office Business Card
11.IGS in Stainless
12.Andricongirl
14.SheetSeat
15.buro RuSt
16.Ninja Blt
17.Microphone
18.akufen
19.(e)Studios AQUA Business CARD
21.BlackNapkin 
22.Meat Card
26.Akufen
27.cardapult
30.elBarbon
32.Depux
Especialização em Design Gráfico UFMA
Esse mês de julho, apesar das férias da escola, a correria está grande. Mas algo que está valendo à pena o investimento de grana e tempo é o curso de Especialização em Design Gráfico na Universidade Federal do Maranhão. O 1º módulo foi ministrado pelo Profº Rafael Cardoso (conforme viram em posts anteriores) com o tema “Design para um mundo complexo”.

No 2º módulo fomos apresentados à Profª Zoy Anastassakis, graduada em Desenho Industrial pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1999). Mestre em Antropologia Social pelo PPGAS-Museu Nacional-UFRJ, onde desenvolveu a dissertação “Dentro e fora da política oficial de preservação do patrimônio cultural no Brasil: Aloísio Magalhães e o Centro Nacional de Referência Cultural”, orientada por Luiz Fernando Dias Duarte e é doutoranda do PPGAS-Museu Nacional-UFRJ.
A Profª Zoy ministrou a disciplina “História do Design Brasileiro” em que vimos como se desenrolou todo o processo de surgimento do desenho industrial, que posteriormente foi chamado de design no país. O foco histórico ficou entre as décadas de 1950, ‘60 e ‘70 em que pudemos nos aprofundar nos nomes que mais tiveram importância para que o design fosse considerado uma atividade projetual imprescindível para o crescimento do Brasil. Figuras como Aloísio Magalhães, Alexandre Wollner, Rubem Martins, Amílcar de castro dentre outros foram fundamentais. Um ponto alto foi fazermos a análise formal e de significados de algumas peças que tornaram-se icônicas no repertório visual brasileiro, contextualizando-as ao seu período, entendendo suas propostas conceituais e ideológicas.
Quando tiver um tempinho a mais vou postar algo mais elaborado sobre o trabalho destas figuras que fizeram a história do design no Brasil. De quebra fica a imagem que desenvolvi por conta da primeira atividade proposta na especialização.
Panfleto de divulgação Imagética
Olá pessoal, desculpem a demora em posts novos, mas esses dias na sala nova o tempo encurtou muito. estou preparando novos materiais promocionais da Imagética e dentre eles um flyer de 10cm x 14cm. Esta imagem abaixo é da frente dele e no verso irão alguns trabalhos do portfolio. O que acharam?
Clique na imagem pra ampliar.
Para trabalhar com design é preciso saber desenhar?
Obs: este artigo estava originalmente no site principal da Imagética. Como reitirei a sessão de artigos dele vou recolocá-los aqui.
Participando de fóruns na internet sobre design, arte e quadrinhos, vez ou outra me deparo com pessoas com dúvidas ou dificuldades em relação à habilidade de desenhar na profissão de designer.
O termo “design”, para a maioria das pessoas, significa desenho, até mesmo quem trabalha ou estuda na área se confunde com o significado da palavra que, na verdade não é desenho. André Villas Boas em seu livro “O que é e o que nunca foi design gráfico” da Ed. 2AB, explica estes conceitos de modo bem claro.
“Design” é uma palavra da língua inglesa que não possui uma tradução exata em português (assim como a nossa palavra “saudade” em outras línguas). A palavra em inglês para desenho é “draw” que significa representar uma idéia graficamente marcando com uma ferramenta alguma superfície (carvão numa parede, lápis ou caneta sobre papel ou até mesmo a caneta eletrônica sobre uma mesa digitalizadora).
Então quem faz design faz desenho? Não necessariamente, mas se não souber fazer faz falta. Quando uma pessoa começa a fazer design, está desenvolvendo uma atividade projetual (problema/necessidade - pesquisa/análise - soluções/esboços - resultados/formas finais) que requer em determinada fase a transposição do que está no campo das idéias para o campo concreto e palpável.
Os softwares de desenho vetorial, manipulação de imagens e construção de objetos tridimensionais teoricamente dispensam a habilidade de saber desenhar à mão livre. Porém, a pessoa que possui uma prática de esboçar suas idéias num pedaço de papel tem muito mais fluidez na concepção do trabalho, mesmo que ela não vá direto ao papel e sim à tela. Parece contraditório mas não é. Quem tem prática de desenhar à mão livre passa por um processo criativo diferente de quem só usa a máquina para criar.
A experiência de fazer à mão livre desperta um gatilho na mente que só quem faz sabe a diferença. Quando passa da folha de papel em branco para a tela em branco do monitor seu repertório visual é maior, podendo explorar outras possibilidades nas ferramentas dos programas não se limitando às formas pré-determinadas.
Portanto saber desenhar não se torna uma premissa fundamental para trabalhar com design, mas quem sabe se expressar graficamente desenhando à mão livre leva uma certa vantagem em relação a quem só usa os softwares gráficos. Como disse um designer colega meu: “desenhar é o pulo do gato”.
Garcia Junior
O que é Design Gráfico? Em 140 caracteres…

Vi na lista de discussão designGráfico esse desafio feito pelo integrante Jota_Personal da Fiore Comunicação: “Defina o que é design gráfico em, no máximo, 140 letras (caracteres)”. No Twitter você só pode digitar no máximo 140 caracteres, portanto daí saiu a referência. O Jota_Personal pegou o desafio do blog de John McWade, colunista da consagrada revista de design Before And After Magazine. Veja uma tradução livre do texto original do desafio:
“O que é design gráfico?
Você já tentou explicar para uma pessoa, que não
seja designer, o que é que você faz para viver,
e tudo o que conseguiu foi uma cara de paisagem,
demonstrando que ela continuou boiando no assunto?As engrenagens giram, mas o quadro mental
continua em branco. — “Você, bem…, você
desenha coisas né?”, ela diz.Não há ponto de referência.
Fora do nosso meio, palavras como “logo”,
“tipografia”, “design de comunicação”, não são
bem entendidas.
Isso é um problema. Porque nós poderíamos
atrair mais pessoas — e isso certamente é
mais verdadeiro com os clientes — se nós
pudéssemos descrever melhor o que é o design gráfico.
Como VOCÊ responderia a questão?
Design Gráfico. Precisamos de uma
definição simplificada — faça com o mesmo
tamanho do Twitter, 140 letras se você puder —
que englobe o que o design faz como um todo.”
Bem, aceitei o desafio e aí vai uma definição minha:
Atividade de projetar soluções gráficas com o arranjo de formas, cores, texturas e letras que comuniquem funcionalmente e agradem esteticamente o público alvo. (137 palavras)
E aí? O que acharam? Alguém mais se habilita ao desafio? Comentem aqui pra vermos as respostas.


































































































Comentários recentes