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  • Entrevista sobre colecionismo com Prof. Garcia Junior

    Quem me acompanha por aqui ou redes sociais sabe que coleciono Histórias em Quadrinhos e isso foi um fator decisivo na escolha das minhas duas profissões: ser professor de Arte e designer gráfico. Um grupo de estudantes de Jornalismo de uma faculdade local (São Luís, Maranhão) me entrevistou sobre o tema Colecionismo (HQs e miniaturas) fazendo uma visita aqui no meu home office. A produção desse vídeo ficou por conta do Renato Costa, Victória Nicácio, Marília Fernandes, Valana Rubini (minha ex-launa do Ensino Médio que entrou em contato pra fazermos a entrevista) e Emmanuel Nunes postando no canal Megacurioso do YouTube.

    Agradeço a essa galera por ter feito uma filmagem e edição bacanas, pela visita e bate-papo.

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  • Robin 75 Anos

    Robin é uma identidade utilizada por diferentes personagens de histórias em quadrinhos da editora americana DC Comics. É o parceiro-mirim do Batman, conhecido como o “garoto-prodígio”; Criado por Bob Kane e Bill Finger, em conjunto com Jerry Robinson, sua primeira aparição foi em abril de 1940 na edição 38 da revista Detective Comics . Crê-se que o nome “Robin” seria uma homenagem de Kane e Finger ao jovem arte-finalista Jerry Robinson, o parceiro mirim de ambos na vida real. Nas HQs o nome Robin foi dado ao personagem por causa de um pássaro, que em inglês tem esse nome e em português seria “pintarroxo”.

    Robin foi criado pra trazer um personagem alegre e colorido às histórias escuras e sombrias do Batman. Os criadores também imaginavam que seria útil haver alguém com quem Batman conversar em suas aventuras (em vez de viver pensando ou conversando sozinho, um artifício usado nas narrativas das HQs nos balões recordatórios). Robin foi o primeiro e original side kick, isto é, a ideia de um parceiro infantil para um super-herói adulto, objetivando aproximar o público infantil de leitores do personagem principal.

    Ao longo destes 75 anos o personagem teve várias encarnações.

    Dick Grayson (o Robin original) era o integrante mais jovem de uma família de acrobatas de circo chamada “Os Graysons Voadores”, que foram assassinados a mando do gangster Anthony Zucco, que estava extorquindo dinheiro do proprietário do circo. Enquanto investigava o crime, Batman colocou Dick sob sua tutela, vindo a treiná-lo em várias artes marciais e técnicas de detetive.[1] Uma noite Dick não conseguiu dormir e sentou-se de costas para o relógio do Batman, quando de repente Alfred saiu de trás do relógio e o deixou aberto, Dick entrou na Bat-Caverna e escutou um som de motor, era o Batman chegando, o pequeno Dick ficou assustado quando foi sair dali, Batman logo percebeu que não estava sozinho e viu Dick,que o mandou parar, Dick logo percebeu que Bruce Wayne que era o Batman. Dick é o mais clássico, famoso e querido dos Robins entre os leitores. Como Robin, Dick foi o melhor lutador e líder, sendo muito alegre e cheio de fazer piadinhas mesmo em momentos tensos de combate, sendo, no entanto, um parceiro razoavelmente obediente ao Batman. Após um tempo, Dick cresceu e deixou de ser o Robin, passando a se tornar um herói independente: o Asa Noturna que lidera os Titãs e durante a ausencia do Batman, Dick temporariamente usou o manto do Cavaleiro das Trevas até o verdadeiro retornar e assim voltando a ser o Asa Noturna.

    Jason Todd era um marginalzinho de rua. Durante uma noite, Batman voltava ao Batmóvel e encontra Jason Todd, que tentava roubar as rodas do veículo. O cavaleiro das Trevas o treina e Jason se torna Robin. Porém, durante uma missão em busca de sua mãe biológica, Coringa prende e assassina Jason, espancando-o com um pé-de-cabra até deixá-lo à beira da morte, e, por fim, deixando-o junto a uma bomba que acaba por matá-lo.Alguns dias após sua morte,Ras Al Ghul tenta corrigir seu erro (A morte de Jason foi culpa dele,pois ele havia contratado o Coringa.) e mergulha o Corpo de Jason no Poço de Lázaro,Jason volta porém descontrolado. Jason Todd ressurge tomado de ódio e adota o nome de Capuz Vermelho. Jason ainda pretende ser um vigilante e fazer justiça, mas pretende usar de toda violência possível contra todo e qualquer criminoso, sendo favorável a assassinar vilões. Possui então uma mágoa profunda com Bruce Wayne, que não se vingou do Coringa, matando-o, e um ódio mortal do próprio Coringa, tentando a todo custo matá-lo da forma mais cruel possível.

    Após a saga Batman R.I.P., Jason pretendeu assumir o manto do Morcego, porém como um Batman assassino, sendo derrotado por Dick. Jason atualmente ainda usa a identidade de Capuz Vermelho tentando controlar seu instinto assassino, mas sendo ainda um vigilante excessivamente violento. Jason foi o mais violento dos Robins,e também o mais revoltado e desobediente.

    Tim Drake era um jovem garoto que acompanhou as aventuras de Batman e Robin desde o assassinato dos “Graysons Voadores”, crime do qual ele foi testemunha ocular. Tim deduziu as identidades de Bruce e Dick através de suas habilidades instintivas de detetive e passou a acompanhar suas carreiras com uma proximidade ainda maior. Tim também deduziu sozinho o assassinato do segundo Robin, e percebendo que Batman entrara em uma espiral auto-destrutiva e suicida, decidiu pedir a Dick que volta-se a ser Robin. Mais tarde, Tim conseguiu salvar a vida de Bruce e Dick da morte certa diante do Duas-Caras. Alfred e Dick, por fim, conseguem convencer Bruce a aceitar Tim como Robin, por considerar que o menino tem muito potencial e que isso é a única forma de impedir que Bruce acabasse encontrando a morte em combate.

    Tim foi o mais maduro de todos os Robins, o melhor detetive e tido pelo próprio Bruce Wayne como o Robin de maior potencial. Fez sucesso com o público estrelando histórias solo e sendo o primeiro Robin a ter sua própria revista mensal. Ao contrário de Dick e Jason, vindo de famílias muito pobres, Tim nasceu em família milionária, sendo vizinho de Bruce. A princípio tinha ambos os pais vivos, mas passou a maior parte de sua carreira apenas com o pai vivo e órfão de sua mãe. Quando seu pai foi assassinado acabou também adotado por Bruce. Assim como o Dick se promoveu para outro herói, criando o Robin Vermelho, após Dick unilateralmente assumir o lugar como Batman e dar a vaga de Robin pra Damian Wayne.

    Stephanie Brown, namorada de Tim Drake, antes conhecida como Salteadora, assumiu o lugar de Robin quando o pai de Tim descobriu sua identidade secreta. Stephanie permaneceu pouco tempo no cargo, sendo desaprovada por Batman, após desobedecer uma ordem.

    Damian Wayne é filho de Talia Al Ghul (filha de Ra’s Al Ghul), com Bruce Wayne. Durante algum tempo, odiou o pai. Após a saga Batman R.I.P, ele se tornou o novo Robin, combatendo o crime em Gotham ao lado do novo Batman, Dick Grayson. Foi o mais arrojado, atrevido e desobediente de todos os Robins, sendo o mais violento dos Robins depois de Jason Todd. Porem com o passar do tempo, ele mudou um pouco a sua atitude passando a lutar fielmente pela justiça e começou a respeitar o seu pai e também o Dick e Tim, mas não confiava no Jason por ele ter traído o seu pai varias vezes. Damian acaba sendo morto num combate contra o seu clone, mas recentemente voltou a vida nas HQs (algo muito recorrente nas histórias).

    Em 1986, na mini-série em HQ O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight Returns), o escritor Frank Miller introduziu uma nova personagem para assumir o manto de Robin: Carrie Kelley, uma garota de 13 anos que salva Batman de uma derrota iminente. A personagem foi posteriormente mencionada na série animada “The New Batman Adventures”.

    Uma das versões mais conhecidas do Robin foi a vivida na série de TV que durou de 1966 a 1968 em que o Robin (Dick Grayson) era interpretado pelo ator Burt Ward criando uma das imagens mais fiéis visualmente do personagem.

    Ao longo da existência do personagem já foram levantadas muitas polêmicas, tais como:

    - O Batman usar uma criança/adolescente como ajudante pra combater o crime numa das cidades com maior nível de violência do mundo (ficcional, claro) com roupas coloridas e chamativas, deixando desprotegidas muitas partes do corpo, tornado-se um verdadeiro alvo.

    - A relação mentor/tutor – mestre/aprendiz já foi encarada como uma suposta relação de pedofilia/homossexualidade entre Batman e Robin. Isso muito pela paranoia e preconceitos dos anos 1950 com a publicação do livro, em 1955, Sedução do Inocente em que iniciou-se uma reação social puritana. Escrito pelo alemão Dr. Fredric Wertham (1895 – 1981), A Sedução do Inocente é um livro extraordinário, não por seu conteúdo, mas por ser um melodrama extravagante disfarçado em psicologia social. Wertham parece um clone do Senador McCarthy – que perseguiu pessoas inocentes, com a desculpa de serem comunistas nos anos 50. O escritor era um evangélico engajado na missão de salvar a juventude estadunidense de seus piores impulsos. Ele acreditava que os leitores copiariam o conteúdo das histórias em quadrinhos e enxergava maus exemplos em cada página.

    - Dois Robins já morreram em ação com o Batman, tornando o posto de Robin um dos mais perigosos na parceria das Histórias em Quadrinhos e tornando, por vezes, as histórias mais pesadas (e interessantes), por causarem o conflito psicológico entre os personagens levando-os a questionarem suas ações.

    De qualquer forma o Robin tem uma importância fundamental na mitologia do Batman e no universo das Histórias em Quadrinhos.

    Fontes: Wikipedia e Omelete

     

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  • Coleção Hot Wheels DC Universe

    A Mattel[bb], dona da marca Hot Wheels[bb], possui os direitos de licenciamento da editora DC Comics[bb] (que publica Superman, Batman, Mulher Maravilha e um universo inteiro de personagens icônicos) para brinquedos, miniaturas e outros itens colecionáveis. Em 2012 a Hot Wheels lançou a coleção DC Universe baseada nos personagens da editora. O design dos carrinhos na escala aproximada de 1:64 foi baseado nas características físicas (formas, roupas, cores) de personagens conhecidos (primeiro o Batman, com o batmóvel, claro) e depois seus vilões. Diferente de outras séries, que se baseavam em veículos que aparecem em filmes, séries ou desenhos animados, essa da DC Universe fez uma releitura de como seriam os personagens em forma de veículos. Claro que existem coisas sem sentido: porque Superman, Flash, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Aquaman precisariam de carros? Mas tudo faz parte da brincadeira, e todas as miniaturas juntas formam um lindo conjunto que fazem com que um colecionador não resista a tê-las na sua estante. Em 2013 relançaram alguns modelos com design novo da embalagem, enfatizando a marca nova da DC Comics, e lançaram novos modelos como Sr. Frio, Crocodilo, Lanterna Verde, Flash, Superman e Mulher Maravilha. Em 2014 tivemos só dois modelos novos: Aquaman e, em dezembro o Pinguim. Cada mini custa em lojas com preço tabelado, R$ 24,90 e, na minha opinião, valem à pena pela beleza e particularidade de cada uma. Algumas das miniaturas dessa coleção já não são fáceis de achar, como o Duas Caras, Mulher Gato e Mulher Maravilha e acabam sendo vendidas mais caras em mercado paralelo. Aproveite as minhas fotos e deixe um comentário se você gostou desse post.[bb]

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  • Novo logotipo da DC Comics

    DC Entertainment - grupo de empresas do qual faz parte a DC Comics - (para os não-nerds: uma das maiores editoras de histórias em quadrinhos do mundo, que publica o Super-Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, Liga da Justiça etc) confirmou e revelou oficialmente seu novo logotipo hoje. Como explica Amit Desai, vice-presidente de franchisingda DC Entertainment, o “D” que se descola do “C” na nova marca representa as identidades secretas e outras dualidades que existem nas histórias que a DC publica.

     

     

     

     

     

    New DC Comics Logo 2012

    “O especial no conteúdo da DC é a ideia da identidade dupla. Quando você pensa nos super-heróis da DC Comics, é a identidade secreta. Quando você pensa na Vertigo, é a ideia do bem contra o mal em tantas histórias. E assim, afora a flexibilidade, o novo logotipo comunica esta ideia de identidade dupla: mais do que você enxerga à primeira vista. Você tem que olhar mais de perto para entender a riqueza dos nossos personagens”, declara Desai.

    Ainda não há vídeo para mostrar o efeito, mas em plataformas digitais (DVDs, apps, todo conteúdo para internet), o logotipo será animado, revelando algo por baixo. Além disso, o logotipo não tem cor nem textura fixa, podendo adaptar-se de acordo com o conteúdo. Detalhe espirituoso do novo logo: a tipografia utilizada chama-se Gotham Black.

    O novo logotipo foi criado pela Landor Associates, que está entre as maiores empresas de identidade corporativa do mundo, com cliente como Coca-Cola, Levi’s, Blackberry, Smirnoff, Citroën e Bradesco. Ou seja, não custou barato. Segundo a reportagem, está em desenvolvimento há um ano.

    Consolidada como DC Comics em 1976, a editora – que atendeu por vários nomes antes, principalmente National – teve seu logotipo clássico desenhado pelo renomado designer Milton Glaser. Em 2005, passou a vigorar o logo utilizado atualmente nos quadrinhos, animações, games, filmes etc., criado por Josh Beatman.

    John Rood, vice-presidente executivo de vendas, marketing e desenvolvimento da DC Entertainment declarou que “agora nossa audiência foi além dos leitores de quadrinhos, precisávamos de uma maneira mais consistente de ter uma conexão entre nossas propriedades e nossas marcas relacionadas”.

    Rood and Desai passaram mais de um ano conversando com as várias divisões da DC e Warner Bros. e conduziram grupos de focos de fãs de regiões demográficas específicas. “Esta foi uma maneira de de ter um conceito top que passasse por todos os segmentos de consumidores”, disse Desai.

    A companhia implementará a nova identidade em fases, com os leitores vendo-a nas revistas e graphic novels em Março. Desai está formulando um novo site que apresentará todas as propriedades da DC, não apenas as publicações, como fazem no momento, e pretendem tirar vantagem total das capacidades interativas que o novo logotipo oferece. Pelo ano de 2012, o logo aparecerá ao consumidor e nos produtos de entretenimento como tv, animações, jogos e embalagens.

    Será que nós vamos ver a estréia do novo logotipo num dos filmes mais aguardados do ano – Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge?

    ATUALIZAÇÃO: Algumas aplicações divulgadas pela DC do seu novo logotipo. Querem saber? Já li algumas críticas negativas a respeito do logo, mas eu, como designer, criador de identidade visual e marcas, e fã desde criança (lá se vão mais de 25 anos) dos personagens da DC Comics, achei excelente. O símbolo visual faz uma fusão das letras D e C, além do próprio conceito / proposta da marca brincar com a dupla identidade (algo padrão em super-heróis), com a flexibilidade e variações de assinaturas do logo, a própria referência ao ato de virar a página, enfim uma ótima solução de design gráfico e a estratégia de branding até agora parece ser acertada.

    Fontes: Omelete e Fast Co Create

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