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  • Exposição de Artes Visuais de alunos do Liceu Maranhense 2015

    Trabalhos de Arte[bb] dos meus alunos de todo o 3º ano matutino e vespertino de 2015 do Centro de Ensino Liceu Maranhense (São Luís – MA). Os trabalhos foram de desenho[bb],pintura[bb],colagem[bb] e técnica mista na forma de releitura, reprodução ou interpretação dos movimentos de vanguarda da Arte do final do séc. XIX e início do séc. XX.

     

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  • Oficina de Arte com Angella Schiling

    Visita dos meus alunos da 3ª série Ens. Médio (matutino) 2012 do Centro de Ensino Liceu Maranhense (Rede Pública Estadual) à Galeria de Arte do SESC Deodoro – MA para apreciar a exposição “A vida em ácido e metal”, do “Projeto SESC Amazônia das Artes” da artista plástica e professora Angella Schilling e participar de uma oficina de arte sobre gravura.

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  • Exposição Fotográfica e Palestra no Liceu Maranhense

    Na sexta-feira (11/05/2012) realizamos na Escola Liceu Maranhense da Rede Pública de Educação do Estado do Maranhão, com meus alunos da 3ª série do Ensino Médio matutino, uma Exposição Fotográfica tendo como tema um conteúdo das nossas aulas da disciplina Arte – Artes Visuais – os Elementos Básicos da Linguagem Visual. Ao todo foram 28 painéis no formato 40cm x 20cm com 6 fotos cada em que os alunos conseguiram corresponder à pertinência ao tema, à qualidade técnica das fotos e ao olhar inusitado. Este é o primeiro passo para o clube de fotografia que montaremos na escola. O evento foi feito no auditório da escola e contou com a lotação das 7 turmas da 3ª série e tivemos a participação mais que especial de uma palestra sobre fotografia do amigo e fotógrafo profissional Daniel Martins do www.9d.com.br.

    Clique nas miniaturas abaixo para apreciar os trabalhos e ver os nomes das turmas e autores.

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  • Greve de professores no Maranhão e Liceu MA

    Dia 16/03 (quarta) de 2011, às 8h, os professores do Liceu Maranhense, uma das principais escolas de Ensino Médio do sistema público de educação do Maranhão, se reunirão para avaliar os encaminhamentos das reivindicações e negociações feitas sobre a Greve dos Educadores 2011 no Estado. Observa-se que o impasse em evoluir nas negociações está no posicionamento irredutível do Governo de Roseana Sarney em insistir em propostas que não são nada interessantes e justas com o que é de direito ao educador.

    Nessa perspectiva os dias transcorrem e os alunos acumulam déficit nos dias de aula, o que pode acabar comprometendo o ano letivo. Eu, enquanto professor, acredito serem mais que justos todos os pontos exigidos por nós ao Governo do Estado serem contemplados de uma forma ou de outra. A maioria dos professores é contra a greve mas acredita que seja um mal necessário para se conseguir um bem maior.

    Usando meu caso como exemplo, pergunto ao leitor: um profissional de educação que pesquisa; é autor; fomenta e compartilha conhecimento na forma de material didático e informações por blog e redes sociais; utiliza-se de tecnologia e recursos que nem algumas universidades fazem uso e possui duas especializações com experiência de ensino há mais de 13 anos não receba sua progressão de nível por direito e nem o reconhecimento financeiro das titulações que conquistou com muito trabalho?

    Existem professores com mestrado, doutorado até, que não tiveram esse reconhecimento por parte de seu empregador, o Estado do Maranhão, e estão desistindo de trabalhar com educação simplesmente porque a única motivação (que ainda é a mais importante) está no brilho dos olhos do aluno quando percebe que conseguiu despertar sua aprendizagem.

    Feito este pequeno desabafo seguem as últimas informações do Sinproessema:

    GOVERNO NÃO NEGOCIA E A GREVE CONTINUA
    Há mais de dez dias em greve, os trabalhadores da educação estadual ainda não receberam do governo do estado nenhuma posição favorável às reivindicações da categoria não atendidas, que motivaram a paralisação. Os educadores exigem a imediata implantação do Estatuto do Educador e do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, que vêm sendo pleiteados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão – SINPROESEMMA, há cerca de dois anos.

    Segundo o diretor de Comunicação do SINPROESEMMA, Júlio Guterres, o governo não sinalizou para retomada de negociações, mas o sindicato continua aberto às negociações e, até que haja uma iniciativa positiva por parte do governo, a categoria permanecerá parada, mesmo com a forte campanha negativa que vem sendo veiculada pelo Estado contra a classe trabalhadora, que “tenta confundir a opinião pública, caracterizando a greve como um movimento meramente economicista”.

    Para se contrapor a essa campanha de manchar a imagem da greve, o SINPROESEMMA divulgou nota de esclarecimento à sociedade explicando como vem acontecendo a relação entre a categoria e o Estado, desde a apresentação da primeira pauta de reivindicações dos educadores.

    Adesão de servidores em estágio
    A direção do sindicato esclarece que os servidores aprovados no concurso público de 2009 e os excedentes convocados recentemente e que ainda estão em estágio probatório não podem ser punidos por adesão ao movimento grevista. “O servidor não pode ser punido pela simples participação na greve até porque o próprio Supremo Tribunal Federal considera que a simples adesão à greve não constitui falta grave (Súmula 316 do STF)”.

    Repercussão
    A paralisação dos educadores do Maranhão teve repercussão em nível nacional. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) publicou matéria relatando o movimento no site da entidade (www.ctb.org.br), com informações completas sobre a greve e as manifestações realizadas pela categoria para mostrar à sociedade os motivos que provocaram a paralisação por tempo indeterminado.

    http://portalctb.org.br/site/pelos-estados/greve-na-educacao-publica-do-ma-ganha-forca-na-2-semana-de-paralisacao

    Grande passeata
    O SINPROESEMMA lembra que é importante a participação de todos os trabalhadores nas atividades da agenda de greve que foi organizada pela diretoria do sindicato. Com destaque para a grande passeata que será realizada nesta terça-feira (15), saindo da Praça Deodoro (Biblioteca Pública) até a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), no bairro Monte Castelo. A concentração, a partir das 15h.

    AGENDA DA GREVE

    11 de Março – Sexta-feira
    Manhã – ÀS 8h: Blitz nas escolas e visita às empresas de comunicação.
    Concentração no SINPROESEMMA.
    Tarde – Às 14h: Reunião com os funcionários de escolas

    15 de Março – Terça-feira
    Tarde – Às 15h: Passeata, da Praça Deodoro até a Seduc, no Monte Castelo.
    Concentração na Praça Deodoro.

    16 de Março – Quarta-feira
    Manhã – De 8h ao meio dia: Blitz nas escolas.
    Concentração no SINPROESEMMA

    Fonte: texto de Cláudia Leal – Ascom/Sinprosemma

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  • “LICEU MARANHENSE, O REI DO VESTIBULAR” e a greve dos professores

    Liceu surpreende.

    O tradicional Liceu Maranhense, por onde passaram grandes nomes da cultura e da política maranhense, está de volta aos bons tempos? A escola aprovou 200 alunos no último vestibular – em universidades públicas – e mais 150 egressos da instituição conseguiram obter financiamento junto ao Prouni. Muito mais que muita escolar particular.
    Escola da rede estadual aprova 200 alunos para o ensino superior público e mais de 150 no ProUni
    Contrariando as expectativas com relação às escolas públicas na capital, cerca de 200 alunos do ensino médio da rede estadual Liceu Maranhense conseguiram aprovação em vestibulares de universidades públicas no início de 2011. Além deste quantitativo, outros 150 conseguiram adesão ao Programa – Universidade para Todos (ProUni), que tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequênciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior.
    Os candidatos aprovados do Liceu para o ensino público superior conseguiram destaque em diversos cursos, entre eles o de Odontologia, Turismo, Pedagogia, entre outros da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Segundo a direção da escola, o diferencial tem sido o ensino com foco na profissionalização, além da atual gestão do ensino, voltado para o acesso ao ensino superior. A administração afirma desde o começo do ano é realizado um planejamento para que o estudante possa ter foco nos estudos para vestibulares que ocorrem no final do ano. O planejamento é feito através de um sistema integrado com os professores de diversas disciplinas para que na hora da prova o aluno já tenha domínio , não só do assunto, mas dos métodos aplicados.
    O diretor adjunto do Liceu Maranhense, professor Sílvio Diniz, explica que, com o planejamento educacional constantemente e os treinamentos que ocorre na formação continuada dos professores, os resultados têm sido positivos. “Nós estamos sempre atualizando nossos professores seja com cursos ou mesmo materiais que possam proporcionar uma visão mais ampla do ensino do país”, disse. Outro ponto ressaltado pelo diretor, atribuído pelo sucesso no vestibular, foi à questão do seletivo realizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) o qual, segundo ele, acaba selecionando os melhores alunos para a instituição.
    E foi com um bom desempenho que parte dos alunos do Liceu, estes exclusivamente da noite, também conseguiram aprovação no vestibular. Como a maioria das vezes, estes estudantes do turno da noite são classificados como de menor capacidade, até mesmo por trabalhar durante o dia e estudar no horário noturno, muitos alvos de preconceitos. Entretanto, dos 150 alunos do instituto aprovados no ProUni, cerca de 50% eram estudantes noturnos.
    Além da noite, as aulas nas escolas para o Ensino Médio acontecem nos turnos da manhã e tarde. O ano de 2010 encerrou com exatos 2540 alunos distribuídos entre os turnos sem nenhuma diferença de tratamento ou de conteúdo, é o que garante a direção. “Nós estamos aqui para oferecer um ensino de qualidade para todos os turnos. O que tem de se entender é que não se constrói um aluno com qualidade sem haja envolvimento de profissionais da educação”, comentou Diniz. Segundo ele, há profissionais com especialidades e qualificação suficiente para atender a demanda dos estudantes do Liceu. Nós temos apoio e autonomia para realizarmos procedimentos cabíveis para melhoria de ensino, reforçou.
    A direção ainda garante que há uma preparação e uma adaptação dos alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Além de estarmos preocupados especificamente com a qualidade de ensino médio, o Enem tem sido o foco dos nossos planejamentos, por isso o resultado”, afirma. Ele diz que os bons números no exame se devem além do envolvimento dos profissionais do instituto, ao investimento nos cursos de formação continuada dos professores.
    Particulares
    O presidente do Sindicato das Escolas Particulares de São Luís, Raimundo Figueiredo, afirmou que ainda não tem detalhes sobre o desempenho dos alunos das instituições de ensino particular no vestibular de 2011. Por outro lado, ele informou que estatisticamente somente poderá divulgar números caso conte com a boa vontade dos administradores ou responsáveis pelas escolas particulares. “Nós teríamos que trocar ideias ainda com os representantes destas instituições para que seja pontuado o ingresso dos estudantes destas escolas nas universidades públicas”, comentou. Uma reunião com os membros dos colégios privados deve ser realizada no próximo mês para conferencia de dados.
    Antecipando a avaliação, o presidente disse não acredita na diminuição no índice dos alunos nas instituições de ensino superior publico. Para ele, o aumento dos alunos da escola pública se deu devido à flexibilização no novo critério do vestibular. “O nível de exigência e com isso fez com que a acessibilidade dos alunos da escolas públicas fosse maior”, comentou.
    A equipe de O IMPARCIAL procurou escolas particulares comentar o assunto e simultaneamente apresentar o número de alunos aprovados nos vestibulares de universidades públicas, entre elas, Dom Bosco, Aprovação e Batista, que alegaram que ainda estão realizando os cálculos para saber o número total de alunos classificados para o ensino superior.

    Fonte: Jornal O Imparcial

    Ao retornar da minha licença, tive a felicidade de ser lotado no Centro de Ensino Liceu Maranhense, a escola mais tradicional e reconhecida como referência no Ensino Médio Regular no estado do Maranhão. O Liceu conta com professores experientes, em sua maioria pós-graduados especialistas e mestres, procurando realizar um trabalho diferenciado no sistema educacional público no Maranhão.

    Ainda assim, com tanto esforço dos educadores (não só do Liceu Maranhense, mas dos colegas de várias instituições de ensino) e o reconhecimento por parte da sociedade, a atual gestão da Governadora Roseana Sarney e da Secretária de Educação Olga Simão, são resistentes a conceder os direitos legítimos e legais aos profissionais da educação que conquistaram com muia luta, suor e sofrimento.

    Infelizmente, os professores do Ensino Público Estadual do Maranhão decidiram, em várias assembléias realizadas em diferentes pólos no Estado, aderir à greve geral a partir de 1º de março de 2011. Eu, particularmente, não gostaria de entrar em greve pois isso prejudica a todos: professores, funcionários da educação, governo, sociedade e, principalmente os alunos.

    Porém, mais forte que os prejuízos causados pela greve são as reivindicações para os direitos dos educadores serem contemplados pelo Governo Roseana. Vejam alguns direitos que não são realizados e nem respeitados pelo Governo Roseana:
    1. Aplicação imediata de tabela Salarial baseada na Lei do Piso.
    2. Aprovação imediata do estatuto do Educador acordado com o governo em 2010.
    3. Nomeação dos excedentes do último concurso.
    4. Concessão imediata das promoções, progressões e titulações.
    Dentre mais outros 18 pontos de reivindicação colocados para serem aplicados.

    Os professores do Liceu Maranhense, após participarem de assembléia convocada pelo Sinproessema no dia 24 de março de 2011, decidiram aderir à greve na data marcada. Foi acordado que acompanharemos a evolução das negociações, avaliando os encaminhamentos, posturas e atitudes por parte da diretoria do Sinproessema para darmos continuidade a este movimento grevista de 2011.

    Em hipótese alguma iremos tolerar que interesses político-partidários interfiram nos interesses gerais da classe de educadores. Não somos massa de manobra ou joguete de negociações não transparentes. Planejamos realizar convites aos alunos, pais, responsáveis e sociedade em geral para conversarmos e debatermos as causas da greve. Acreditamos que o envolvimento dos nossos educandos, junto com seus pais e responsáveis, no movimento nos dá força e credibilidade para as conquistas que são beneficiárias à toda a sociedade.

    A frase/slogan do governo Roseana diz que este será o governo da “Revolução da educação”, mas a revolução é feita com o intuito de progressão e não a regressão imposta aos educadores e, por consequência, à sociedade.

    Feito este depoimento deixo um abraço e convite a todos que se juntem a nós neste desafio de melhorarmos a educação no Maranhão.

    Atualização 28/02/2011:

    Depois de aprovar greve em assembléia geral na manhã desta quarta-feira, (23), em São Luis, a direção do SINPROESEMMA foi chamada às pressas até a sede da Secretaria de Educação do Estado (Seduc), para na presença dos secretários estaduais Luis Fernando (Chefe da Casa Civil) e Olga Simão (Educação), adjuntos e demais assessores, discutirem as políticas para aprovação e implantação do Estatuto do Educador.

    A iniciativa se deu, logo após os gestores do governo tomar conhecimento da aprovação pela maioria dos trabalhadores nas variadas assembléias realizadas por todo o Estado. Na ocasião, o governo apresentou propostas para a implantação do Estatuto do Educador, que seguiram após considerações apresentadas sobre verbas limitadas. Os representantes do governo propuseram o corte de verbas de custeio da educação e investimento que venha possibilitar o reajuste salarial da categoria.

    Envio da proposta

    Segundo o presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, a proposta do reajuste do governo foi de dez por cento (10%), a partir de 1º de outubro deste ano (2011), além do imediato envio da proposta do Estatuto do Educador à Assembléia Legislativa.

    Pinheiro fala que o governo alega não ter recursos suficientes para a implantação imediata de toda a tabela apresentada pelo Sindicato, “por isso propõe a alocação no valor de 200 milhões de reais, que servirão para iniciar a implantação do Estatuto do Educador”, ressaltou o dirigente sindical.

    Os diretores presentes, no entanto, propuseram a recomposição salarial como parte da implantação da tabela, que se dará até o próximo mês de abril. Além disso, a direção propôs o contingenciamento de recursos de outras áreas para contemplar as necessidades da educação. “Sugerimos que o governo tire recursos do pagamento da dívida do Estado, aonde segundo o Secretário Chefe da Casa Civil, atualmente chega a 14%, do orçamento estadual”, destacou Pinheiro.

    A o final da discussão, o governo do Estado ficou de estudar e formalizar uma proposta de forma imediata.

    Mobilização Sindical

    Mesmo negociando com o governo a aprovação e conseqüente implantação do Estatuto do Educador, o SINPROESEMMA definiu uma sequencia de atividades que nortearão os trabalhadores no movimento grevista que terá início no próximo dia 1º de março (terça-feira), em todo o Estado.

    Confira a agenda:

    1º de março (terça-feira):

    8h30 – Concentração na Praça Deodoro (em frente à Biblioteca B. Leite). Ato segue até o Palácio dos Leões.

    14h – Blitz nas escolas

    15h – Reunião funcionários de escolas na sede do SINPROESEMMA

    02 de março (quarta-feira):

    07h30 – Blitz nas escolas

    14h00 – Blitz nas escolas

    03 de março (quinta-feira):

    8h30 – Blitz nas escolas

    14h00 – Blitz nas escolas

    Fonte: sinproessema

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