Últimas Postagens

  • Batman v Superman – Ben Affleck é o Batman!

    Foi divulgada ontem a primeira imagem clara e em cores do Batman no seu uniforme/armadura no filme Batman v Superman que será lançado em março de 2016. Veja abaixo:

     

    Fiz um tratamento e manipulação da imagem postada originalmente no site JPosters e aqui está o resultado:

    Montagem: Garcia Junior @imagetica Imagetica Design

    Montagem: Garcia Junior @imagetica Imagetica Design

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  • Coleção Xadrez Star Wars

    Veja aqui um vídeo curto que fiz da minha coleção do Xadrez de Star Wars da editora Planeta DeAgostini. São 64 peças no total e faltam apenas quatro pra completar (ufa!). Quando tiver todas as peças faço um novo vídeo com o tabuleiro, fichários e revistas dessa coleção.

    Aqui algumas das minhas fotos.

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  • Robin 75 Anos

    Robin é uma identidade utilizada por diferentes personagens de histórias em quadrinhos da editora americana DC Comics. É o parceiro-mirim do Batman, conhecido como o “garoto-prodígio”; Criado por Bob Kane e Bill Finger, em conjunto com Jerry Robinson, sua primeira aparição foi em abril de 1940 na edição 38 da revista Detective Comics . Crê-se que o nome “Robin” seria uma homenagem de Kane e Finger ao jovem arte-finalista Jerry Robinson, o parceiro mirim de ambos na vida real. Nas HQs o nome Robin foi dado ao personagem por causa de um pássaro, que em inglês tem esse nome e em português seria “pintarroxo”.

    Robin foi criado pra trazer um personagem alegre e colorido às histórias escuras e sombrias do Batman. Os criadores também imaginavam que seria útil haver alguém com quem Batman conversar em suas aventuras (em vez de viver pensando ou conversando sozinho, um artifício usado nas narrativas das HQs nos balões recordatórios). Robin foi o primeiro e original side kick, isto é, a ideia de um parceiro infantil para um super-herói adulto, objetivando aproximar o público infantil de leitores do personagem principal.

    Ao longo destes 75 anos o personagem teve várias encarnações.

    Dick Grayson (o Robin original) era o integrante mais jovem de uma família de acrobatas de circo chamada “Os Graysons Voadores”, que foram assassinados a mando do gangster Anthony Zucco, que estava extorquindo dinheiro do proprietário do circo. Enquanto investigava o crime, Batman colocou Dick sob sua tutela, vindo a treiná-lo em várias artes marciais e técnicas de detetive.[1] Uma noite Dick não conseguiu dormir e sentou-se de costas para o relógio do Batman, quando de repente Alfred saiu de trás do relógio e o deixou aberto, Dick entrou na Bat-Caverna e escutou um som de motor, era o Batman chegando, o pequeno Dick ficou assustado quando foi sair dali, Batman logo percebeu que não estava sozinho e viu Dick,que o mandou parar, Dick logo percebeu que Bruce Wayne que era o Batman. Dick é o mais clássico, famoso e querido dos Robins entre os leitores. Como Robin, Dick foi o melhor lutador e líder, sendo muito alegre e cheio de fazer piadinhas mesmo em momentos tensos de combate, sendo, no entanto, um parceiro razoavelmente obediente ao Batman. Após um tempo, Dick cresceu e deixou de ser o Robin, passando a se tornar um herói independente: o Asa Noturna que lidera os Titãs e durante a ausencia do Batman, Dick temporariamente usou o manto do Cavaleiro das Trevas até o verdadeiro retornar e assim voltando a ser o Asa Noturna.

    Jason Todd era um marginalzinho de rua. Durante uma noite, Batman voltava ao Batmóvel e encontra Jason Todd, que tentava roubar as rodas do veículo. O cavaleiro das Trevas o treina e Jason se torna Robin. Porém, durante uma missão em busca de sua mãe biológica, Coringa prende e assassina Jason, espancando-o com um pé-de-cabra até deixá-lo à beira da morte, e, por fim, deixando-o junto a uma bomba que acaba por matá-lo.Alguns dias após sua morte,Ras Al Ghul tenta corrigir seu erro (A morte de Jason foi culpa dele,pois ele havia contratado o Coringa.) e mergulha o Corpo de Jason no Poço de Lázaro,Jason volta porém descontrolado. Jason Todd ressurge tomado de ódio e adota o nome de Capuz Vermelho. Jason ainda pretende ser um vigilante e fazer justiça, mas pretende usar de toda violência possível contra todo e qualquer criminoso, sendo favorável a assassinar vilões. Possui então uma mágoa profunda com Bruce Wayne, que não se vingou do Coringa, matando-o, e um ódio mortal do próprio Coringa, tentando a todo custo matá-lo da forma mais cruel possível.

    Após a saga Batman R.I.P., Jason pretendeu assumir o manto do Morcego, porém como um Batman assassino, sendo derrotado por Dick. Jason atualmente ainda usa a identidade de Capuz Vermelho tentando controlar seu instinto assassino, mas sendo ainda um vigilante excessivamente violento. Jason foi o mais violento dos Robins,e também o mais revoltado e desobediente.

    Tim Drake era um jovem garoto que acompanhou as aventuras de Batman e Robin desde o assassinato dos “Graysons Voadores”, crime do qual ele foi testemunha ocular. Tim deduziu as identidades de Bruce e Dick através de suas habilidades instintivas de detetive e passou a acompanhar suas carreiras com uma proximidade ainda maior. Tim também deduziu sozinho o assassinato do segundo Robin, e percebendo que Batman entrara em uma espiral auto-destrutiva e suicida, decidiu pedir a Dick que volta-se a ser Robin. Mais tarde, Tim conseguiu salvar a vida de Bruce e Dick da morte certa diante do Duas-Caras. Alfred e Dick, por fim, conseguem convencer Bruce a aceitar Tim como Robin, por considerar que o menino tem muito potencial e que isso é a única forma de impedir que Bruce acabasse encontrando a morte em combate.

    Tim foi o mais maduro de todos os Robins, o melhor detetive e tido pelo próprio Bruce Wayne como o Robin de maior potencial. Fez sucesso com o público estrelando histórias solo e sendo o primeiro Robin a ter sua própria revista mensal. Ao contrário de Dick e Jason, vindo de famílias muito pobres, Tim nasceu em família milionária, sendo vizinho de Bruce. A princípio tinha ambos os pais vivos, mas passou a maior parte de sua carreira apenas com o pai vivo e órfão de sua mãe. Quando seu pai foi assassinado acabou também adotado por Bruce. Assim como o Dick se promoveu para outro herói, criando o Robin Vermelho, após Dick unilateralmente assumir o lugar como Batman e dar a vaga de Robin pra Damian Wayne.

    Stephanie Brown, namorada de Tim Drake, antes conhecida como Salteadora, assumiu o lugar de Robin quando o pai de Tim descobriu sua identidade secreta. Stephanie permaneceu pouco tempo no cargo, sendo desaprovada por Batman, após desobedecer uma ordem.

    Damian Wayne é filho de Talia Al Ghul (filha de Ra’s Al Ghul), com Bruce Wayne. Durante algum tempo, odiou o pai. Após a saga Batman R.I.P, ele se tornou o novo Robin, combatendo o crime em Gotham ao lado do novo Batman, Dick Grayson. Foi o mais arrojado, atrevido e desobediente de todos os Robins, sendo o mais violento dos Robins depois de Jason Todd. Porem com o passar do tempo, ele mudou um pouco a sua atitude passando a lutar fielmente pela justiça e começou a respeitar o seu pai e também o Dick e Tim, mas não confiava no Jason por ele ter traído o seu pai varias vezes. Damian acaba sendo morto num combate contra o seu clone, mas recentemente voltou a vida nas HQs (algo muito recorrente nas histórias).

    Em 1986, na mini-série em HQ O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight Returns), o escritor Frank Miller introduziu uma nova personagem para assumir o manto de Robin: Carrie Kelley, uma garota de 13 anos que salva Batman de uma derrota iminente. A personagem foi posteriormente mencionada na série animada “The New Batman Adventures”.

    Uma das versões mais conhecidas do Robin foi a vivida na série de TV que durou de 1966 a 1968 em que o Robin (Dick Grayson) era interpretado pelo ator Burt Ward criando uma das imagens mais fiéis visualmente do personagem.

    Ao longo da existência do personagem já foram levantadas muitas polêmicas, tais como:

    - O Batman usar uma criança/adolescente como ajudante pra combater o crime numa das cidades com maior nível de violência do mundo (ficcional, claro) com roupas coloridas e chamativas, deixando desprotegidas muitas partes do corpo, tornado-se um verdadeiro alvo.

    - A relação mentor/tutor – mestre/aprendiz já foi encarada como uma suposta relação de pedofilia/homossexualidade entre Batman e Robin. Isso muito pela paranoia e preconceitos dos anos 1950 com a publicação do livro, em 1955, Sedução do Inocente em que iniciou-se uma reação social puritana. Escrito pelo alemão Dr. Fredric Wertham (1895 – 1981), A Sedução do Inocente é um livro extraordinário, não por seu conteúdo, mas por ser um melodrama extravagante disfarçado em psicologia social. Wertham parece um clone do Senador McCarthy – que perseguiu pessoas inocentes, com a desculpa de serem comunistas nos anos 50. O escritor era um evangélico engajado na missão de salvar a juventude estadunidense de seus piores impulsos. Ele acreditava que os leitores copiariam o conteúdo das histórias em quadrinhos e enxergava maus exemplos em cada página.

    - Dois Robins já morreram em ação com o Batman, tornando o posto de Robin um dos mais perigosos na parceria das Histórias em Quadrinhos e tornando, por vezes, as histórias mais pesadas (e interessantes), por causarem o conflito psicológico entre os personagens levando-os a questionarem suas ações.

    De qualquer forma o Robin tem uma importância fundamental na mitologia do Batman e no universo das Histórias em Quadrinhos.

    Fontes: Wikipedia e Omelete

     

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  • Garcia Junior Coleção Parte 01 – Batman e DC Comics

    Olá a todos! Como vocês têm acompanhado por aqui, em 2014 o Batman[bb] comemorou 75 anos de sua criação por Bob Kane e Bill Fingers, em que fez sua primeira aparição na revista Detective Comics nº 27 em 1939. Sou colecionador viciado de HQs, miniaturas[bb][bb], action figures[bb] e outros colecionáveis referentes ao morcego e ao Universo da DC Comics[bb] (editora que publica o personagem e faz parte do grupo Time Warner[bb]). Tenho alguns itens interessantes e sempre gosto de compartilhar com amigos colecionadores pra vermos referências, impressões, enfim, bater um papo sobre colecionismo. Preparei um vídeo simples com alguns itens do meu acervo. Como são muitos, e pro vídeo não ficar tão grande, separei em 3 partes. Aí está a parte 01, aproveitem:

     

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  • Coleção Hot Wheels DC Universe

    A Mattel[bb], dona da marca Hot Wheels[bb], possui os direitos de licenciamento da editora DC Comics[bb] (que publica Superman, Batman, Mulher Maravilha e um universo inteiro de personagens icônicos) para brinquedos, miniaturas e outros itens colecionáveis. Em 2012 a Hot Wheels lançou a coleção DC Universe baseada nos personagens da editora. O design dos carrinhos na escala aproximada de 1:64 foi baseado nas características físicas (formas, roupas, cores) de personagens conhecidos (primeiro o Batman, com o batmóvel, claro) e depois seus vilões. Diferente de outras séries, que se baseavam em veículos que aparecem em filmes, séries ou desenhos animados, essa da DC Universe fez uma releitura de como seriam os personagens em forma de veículos. Claro que existem coisas sem sentido: porque Superman, Flash, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Aquaman precisariam de carros? Mas tudo faz parte da brincadeira, e todas as miniaturas juntas formam um lindo conjunto que fazem com que um colecionador não resista a tê-las na sua estante. Em 2013 relançaram alguns modelos com design novo da embalagem, enfatizando a marca nova da DC Comics, e lançaram novos modelos como Sr. Frio, Crocodilo, Lanterna Verde, Flash, Superman e Mulher Maravilha. Em 2014 tivemos só dois modelos novos: Aquaman e, em dezembro o Pinguim. Cada mini custa em lojas com preço tabelado, R$ 24,90 e, na minha opinião, valem à pena pela beleza e particularidade de cada uma. Algumas das miniaturas dessa coleção já não são fáceis de achar, como o Duas Caras, Mulher Gato e Mulher Maravilha e acabam sendo vendidas mais caras em mercado paralelo. Aproveite as minhas fotos e deixe um comentário se você gostou desse post.[bb]

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  • Batman 75 anos

    Batman 75 Years Design: Garcia JuniorCom esse post darei início a uma série que escreverei sobre a comemoração do personagem Batman, da DC Comics/Time Warner que completa 75 anos em 2014. Criado por Bob Kane e Bill Finger em 1939 o homem morcego e é um dos personagens mais conhecidos das histórias em quadrinhos por causa das suas versões na TV (seriado de 1966 a 1968), suas séries de desenhos animados e, obviamente, seus filmes para o cinema. Oras, quem não conhece o Batman, né?

    Mas, como sou batmaníaco e colecionador, vou focar essa série de posts nos fãs e colecionadores do cruzado encapuzado. Começando pelos aeromodelistas que dão vida às aeronaves dos filmes provando inclusive que sua aerodiâmica é possível em escala reduzida (o que muitos duvidam quando veem nas telas apenas os efeitos especiais). Fiquem com esses vídeos que mostram a “The Bat” do filme “The Dark Knight Rises” (O Cavaleiro das Trevas Ressurge) de 2012 e a “Batwing” do filme “Batman The Movie” de 1989.

    E aqui mais um vídeo de uma outra versão da Batwing, mais próxima da usada no filme.

     

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  • Revista de ficção científica Starlog

    Starlog Magazine is available for free online!

    A revista Starlog, publicada nos Estados Unidos entre 1976 e 2009, foi o maior veículo de comunicação no gênero Ficção Científica (Science Fiction) e trazia novidades e informações dos bastidores de filmes e séries para os ávidos fãs nerds em tempos em que a própria Internet era Ficção Científica. Fez a cabeça de muitas pessoas (eu, inclusive) que curtem histórias de relações humanas e que se passam em ambientes incomuns, indo desde uma “galáxia muito, muito distante” até “onde nenhum homem jamais esteve”.

    Aqui no Brasil a revista teve uma versão publicada pela Mythos Editora, e que era muito difícil de conseguir por ter distribuição setorizada. Lembro de conseguir com dificuldade algumas Starlogs importadas que chegavam em São Luís no começo dos anos 90 com matérias sobre Star Trek The Next Generation, mas eram caras pra mim na época.

    Agora todos os seus números estão disponíveis (em inglês) de graça no Internet Archive.
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  • Deuses africanos em manipulações fotográficas

    Mesmo o Brasil sendo um país cuja cultura foi imensamente influenciada pela herança dos africanos, de um modo geral sabemos pouco sobre a mitologia africana. Só recentemente os conteúdos afro-brasileiros (história, arte, religião) foram considerados importantes para entrarem no currículo oficial das escolas públicas e particulares no país.
    Conhecemos Zeus, Hércules, Thor e Loki (massificados pelos quadrinhos, filmes e séries mas, se formos parar pra ver, poucos de nós conhecem bem os orixás de religiões como Umbanda e Candomblé. Um dos motivos para tal negligência e ignorância foi (e ainda é, de certa forma) a influência da religião cristã, inicialmente católica e agora de modo mais combativo os neo-pentecostais e evangélicos.
    Preconceitos e discriminações à parte a verdade é que a integração das religiões afro na sociedade é pouco difundida, então mesmo sabendo alguns nomes por aí, é difícil quem saiba dar forma a esses deuses. A representação imagética dos deuses e entidades são muito pouco conhecidas. Quais suas formas, suas principais características?
    O fotógrafo americano James C. Lewis, CEO da Noire 3000 Studios, resolveu ser mítico e criou a série Yorùbá African Orishas, que representa 20 dos mais de 400 deuses da religião nigeriana yorùbá (ler iorubá), que deu origem, por intermédio do tráfico de escravos, a várias ramificações no Brasil, Jamaica, Cuba e Caribe, como Santeria as já citadas Umbanda e Candomblé.
    Diferente, no entanto, das ilustrações comumente vistas das divindades, James resolveu fazer uma representação menos adereçada e mais estilizada. Há uma grande valorização da aparência dos deuses, bem no estilo do que podemos encontrar em outras mitologias — com direito a muito músculo e umas feições que lembram personagens de filmes, séries ou games. Se Thor e Loki podem ser representados no cinema assim, por que não esses deuses?

    Aganju: Deus dos vulcões e desertos, também pai de Xangô (em outras histórias, seu irmão).
    Representação padrão -
    Obaluaiyê: Deus das doenças e enfermidades.
    Representação padrão -
    Erinlè: Deus da saúde física e bem-estar, médico dos deuses (e segurança de buaty nas horas vagas, combinemos). No Candomblé ele corresponde a Oxóssi.
    Representação padrão -
    Exú: Deus das encruzilhadas, mensageiro entre humanos e divindades.
    Representação padrão -
    Ìbejì: Deuses da juventide e vitalidade, também conhecidos como os Gêmeos Sagrados (as moça tá tudo pedindo pr’eles serem sagrados na casa delas qu’eu seeeei) (e são normalmente relacionados aos famosos Cosme e Damião dos docin).
    Representação padrão -
    Obatalá: Deus da humanidade e retidão espiritual e moral, Rei do Pano Branco e segundo filho de Olorum (o criador do universo). E, na moral, deve dar um pau no Shao Kahn.
    Representação padrão -
    Obá: Deusa do casamento e domesticidade, esposa banida de Xangô e filha de Iemanjá.
    Representação padrão -
    Oxumarê: Deus da mobilidade, cobra-arco-íris (ele é uma serpente em algumas representações), guardião das crianças, lorde das coisas prolongadas e controlador do cordão umbilical (Ah, e também é considerado protetor dos LGBT!).
    Representação padrão -
    Ogum: Deus guerreiro do ferro, trabalho, política, sacrifício e tecnologia.
    Representação padrão -
    Okô: Deus da agricultura e colheita (e faz ponta de Chris Rock vez ou outra).
    Representação padrão -
    (pronto pra soltar um Hadouken na tua fuça) Olokun: Deus do oceano abissal, e significa “sabedoria imensurável”.
    Representação padrão -
    Olorum: Deus e criador do Universo, também conhecido como O Senhor do Céu.
    Representação padrão -
    Ori: Deus da intuição espiritual e destino. Seu nome significa, literalmente, “cabeça”.
    Representação padrão -
    Orunmilá: Deus da sabedoria, adivinhação e vidência.
    Representação padrão -
    Oxum: Deusa da beleza, amor, fertilidade e divindade dos rios.
    Representação padrão -
    Oxóssi: Deus da caça e patrulha, protetor dos acusados e de quem busca justiça (ou seja, protetor da maior parte dos filmes de ação).
    Representação padrão -
    Oyá: Deusa guerreira do vento, mudanças bruscas e redemoinhos. Poderosa feiticeira (pode isso, povo do RPG? Guerreira, feiticeira e elemental?).
    Representação padrão -
    (canto deOssanha ou Ossaim: Deus da floresta. Curador natural, guardião das ervas (tem que ter o Mago Branco na party, né, galere?)
    Representação padrão -
    Xangô: Deus do fogo, raio e trovão. Representa o poder e sexualidade masculinas.
    Representação padrão -
    Iemanjá: Deusa-mãe da humanidade, divindade do mar, filha de Obatalá e mulher de Aganju.
    Representação padrão -
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  • Unboxing Hot Wheels 1:50 Batman

    [bb]Como alguns dos leitores do Blogarte devem saber sou colecionador de História em Quadrinhos, miniaturas e figuras de ação (as actions figures). Na verdade aprendi a ler com as HQs e isso influenciou grandemente a escolha das minhas duas profissões: professor de Arte e designer gráfico. Muitos colecionadores de miniaturas e figuras de ação mantém suas peças intactas nas embalagens, pois valorizam o estado original delas e, caso se desfaçam no futuro, elas podem ser vendidas a valores muito altos de acordo com a integridade e com a raridade, que é determinada pela quantidade de peças produzidas e comercializadas em relação à procura pelos colecionadores. Algumas peças são edições limitadas e são numeradas pelo fabricante (ex: 1 de 10.000) e tornam-se cobiçadas no mundo do colecionismo.

    O colecionismo é um excelente hobby, pois dá uma satisfação de ter conseguido uma peça desejada, possibilita a imersão dentro de um mundo específico funcionando como uma válvula de escapa da realidade (mas fazendo de modo equilibrado e saudável) e envolve algo inestimável que é o valor emocional com uma peça que a maioria posso considerar irrelevante ou uma “bobagem”. Na verdade você pode colecionar qualquer coisa, desde tampinhas ou latas de refrigerante até carros esporte de luxo como Ferraris ou Lamborghinis. Obviamente isso depende do poder aquisitivo da pessoa. O que determina o “colecionador” é o nível de conhecimento e dedicação ao foco de sua coleção. E existe uma diferença entre quem coleciona e quem acumula itens.

    Como colecionador fiz um vídeo de teste de “Unboxing” um termo usado para a abertura da caixa de uma peça ou um set (conjunto) de peças. Alguns denominam os que mantém na caixa/embalagem de “on board” e os que tiram de “off-board”.  A peça de teste que escolhi foi um set da Hot Wheels (marca de carrinhos e veículos em miniatura da Mattel) da escala 1:50 (quer dizer 50 vezes menor que o tamanho real, mas nem sempre a proporcionalidade é acurada) relacionado ao filme Batman de 1989 e Batman Returns de 1992, ambos dirigidos por Tim Burton.

    Bem, sem mais demora e me desculpando os erros técnicos e de informação, já que é um vídeo teste, aí está:

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  • I Mostra de Desenho do Liceu Maranhense

    Garcia Junior

    A I Mostra de Desenho do Centro de Ensino Médio Liceu Maranhense tem como objetivo exibir à comunidade escolar o talento de alunos e alunas das 3 séries nos 3 turnos do Ensino Médio na linguagem artística do Desenho. Importante frisar que o evento não terá caráter competitivo entre os participantes justamente para estimular a livre participação independente do nível de técnica e estilo nos trabalhos.

    OBJETIVOS.

    • Estimular a produção artística dos alunos(as) do Liceu Maranhense especificamente na linguagem de Desenho.
    • Expor os trabalhos de Desenho dos alunos(as) para a comunidade escolar e profissionais de Desenho e Ilustração convidados.
    • Debater sobre o tema “Profissão: desenhista” com mesa-redonda composta por profissionais destacados de Desenho e Ilustração do Maranhão que atuam no mercado publicitário, editoras de livros e histórias em quadrinhos nacionais e internacionais.
    • Formar repertório criativo e currículo de exposição para os aluno(as) participantes.

    MESA-REDONDA.

    A mesa-redonda será composta por profissionais de Desenho e Ilustração destacados no mercado, tanto no ramo publicitário, quanto em editoras de livros e histórias em quadrinhos nacionais e internacionais. O tema da mesa-redonda será “Profissão: desenhista” em que os participantes falarão sobre os desafios da atividade profissional no Brasil e Maranhão, trajetórias de vida e influências artísticas, principais trabalhos realizados e dicas e sugestões para os iniciantes na área.

    Os profissionais também exibirão seus trabalhos publicados e conversarão com os participantes/expositores sobre os trabalhos expostos possibilitando uma conversa mais pessoal para dicas direcionadas. Profissionais confirmados:

    Marcos Caldaswww.facebook.com/marcoscaldasilustrador;

    Rômulo Freirewww.facebook.com/rom.freire e www.romfreire.com;

    Ronilson Freirewww.facebook.com/ronilson.freire e www.ronilsonfreire.com;

    Ricardo Ponteswww.facebook.com/ricardo.pontes.12 e www.ricpontes.blogspot.com.br 

    Beto Nicácio - www.facebook.com/beto.nicacio e www.poderdaimagem.blogspot.com

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