Notícias

  • Novas artes de minha autoria para a Bat Expo

    Novas artes que fiz no 2º semestre de 2017 e no comecinho de 2018 para integrarem a #BatExpo – exposição de artes originais de #desenho e #pintura de artistas maranhenses e sua interpretação do universo do #Batman. O Coringa, Arlequina, Batman Ben Affleck e Batman Comics foram pinturas em tela e as demais obras em papel canson com técnica mista. — Garcia Junior. Instagram: @garcia_imagetica

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  • “Super-fórmula” na luta contra o Câncer.

    A JWT Brazil apresenta a “Super-fórmula” na luta contra o Câncer.

    O primeiro passo na luta contra o Câncer é acreditar na cura. Mas o tratamento por quimioterapia é difícil, especialmente para as crianças. Para ajudá-las a acreditar na cura foi feito um trabalho da JWT Brazil com o centro de Tratamento de Câncer A.C.Camargo junto com a Warner Bros., para criar uma ideia capaz de mudar a percepção negativa da quimioterapia.

    Transformando a quimioterapia numa “Super-fórmula”

    Foram desenhadas capas baseadas nos heróis da Liga da Justiça para os sacos de medicamentos intravenosos que levam horas para serem aplicados aos pequenos pacientes, criando assim, pela primeira vez, uma versão mais amigável, menos amedrontadora para as crianças. Co-desenvolvida com os médicos, as capas são facilmente esterilizadas e manuseadas de acordo com os padrões de cuidado higiênico necessários. Para dar às capas um sentido mais poderoso foram produzidos uma série de animações e revistas em quadrinhos com os super-heróis passando por experiências similares às crianças com Câncer e acabam recuperando suas forãs graças à “Super-fórmula”

    Para que a experiência fosse muito além das capas também foi providenciada toda uma nova ambientação na Ala Pediátrica: a sala de jogos virou a “Sala de Justiça”, as portas e corredores foram decorados com o mesmo tema e a parte externa recebeu uma entrada exclusiva para os pequenos heróis.

    Esta é ideia que, desde que foi implantada, está ajudando as crianças na sua luta contra um dos maiores super-vilões do mundo real.

    Tradução livre do texto de apresentação do Youtube: Garcia Junior.

    Como fã de história em quadrinhos desde criança e até hoje com quase 37 anos, e como alguém que combateu o Câncer duas vezes e ainda não pode se considerar curado, mas recuperado e em observação, essa campanha me fez chorar por tocar diretamente no imaginário da criança em projetar uma força mental pra resistir aos péssimos efeitos colaterais da quimioterapia e do isolamento e estranheza da internação necessária. Que isso sirva de exemplo aos demais centros de tratamento de Câncer para ser aplicado e ajudar as crianças a superar essa dificuldade. Garcia Junior.

     

    Client: Hospital A.C.Camargo Cancer Center
    CCO: Ricardo John
    Head of Art: Fabio Simões
    Creative Director: Hernan Rebalderia & Santiago Dulce
    Art Director: Guilherme Sakosigue
    Copywriter: Fabio Ozorio
    Account Team: Luciana Rodrigues, Yves Rodrigues
    Planing: Fernand Alphen, Isabella Mulholland, Stella Pirani
    Media: Aline Moda, João Dabbur, André Sanchez
    Advertiser Supervisor: Irlau Machado Filho, Adriana Seixas Braga e Luciana Del Nero
    Broadcast Director: Marcia Lacaze
    Art Buyer: Paula Ferrari
    Graphic Producer: Flavio Schaefer / Flavio Colella
    Photographer: Regis Fernandez
    Animation Production Company: Vetorzero
    Executive Production: Eliza Flores
    Director: Andre Sernaglia
    C0-Director: Marcelo Fahd
    Illustration: Marcelo Fahd, Felipe Kimio, Fernando Ricciopo
    Animation: Fernando Ricciopo
    Pos Production – Animation: Fernando Ricciopo, Marcelo Akira
    Videocase Prodction Company: HungryMan
    Director: Gualter Pupo
    Mounting: Ricardo Mehedff
    Sound Production Company: ShuffleVideocase -
    Finishing: HungryMan
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  • Blogarte finalista no Top Blog 2012

    Com muito orgulho que comunico aos leitores deste humilde blog que ficamos entre os cerca de 85 finalistas do Prêmio Top Blog 2012 na categoria Site/Blog Profissional de Arte e Cultura. O resultado dos Top 3 finalistas em cada categoria será feito no dia 25 de novembro de 2012. Será difícil ficar entre esse Top 3 porque tem muitos sites e blogs excelentes concorrendo e que seus autores possuem dedicação exclusiva (ou quase) a eles e são blogueiros profissionais (o que não é o meu caso, pois sou professor do ensino público estadual do Maranhão e tenho a Imagética Consultoria e Design). Ficar entre os 85 finalistas não parece lá grandes coisas mas saibam que existem MILHARES  de sites e blogs na internet que tratam sobre o assunto Arte e Cultura, daí o motivo de eu ter ficado tão contente. Agradeço àqueles que visitam com frequência o Blogarte e que me dão um feedback nos comentários, ou no meu Facebook ou Twitter e agradeço também aos visitantes esporádicos que caem de paraquedas aqui pelo Google ou outros sites de buscas.

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  • 2012 – Ano de superação

    2012 Imagética Consultoria e Design

    Feliz 2012 atrasado a todos(as)! Atrasado porque desde o dia 19 de dezembro de 2011 estava internado no Hospital Aldenora Bello (São Luís – MA) pra fazer meu último ciclo de quimioterapia e só voltei pra casa no dia 03 de janeiro deste ano novo. O último ciclo foi bastante difícil, os medicamentos foram muito fortes e me deixaram bastante debilitado com imunidade baixa e os efeitos colaterais ainda durarão alguns meses durante a recuperação.

    Os últimos 5 meses da minha vida foram focados no tratamento e a boa notícia é que o tumor cancerígeno não apareceu mais nos exames de sangue ou na tomografia. Agora, em 2012, focarei na minha recuperação e condicionamento físico (voltarei a correr e nadar e talvez volte a pedalar também (triatleta?). Focarei também na reestruturação da Imagética Consultoria e Design, cujo posicionamento está se firmando na criação de identidade visual e design estratégico para pequenas empresas, além de continuar fazendo os trabalhos de material promocional, ambientação e sinalização.

    Bem, espero poder inspirar outras pessoas que estejam passando pela dificuldade de enfrentar um câncer e que saibam que, mesmo não sendo nada fácil mesmo, a superação é possível de se realizar. Tenha força física e, principalmente, mental pra você se superar. Superando isso na sua vida quaisquer problemas que apareçam serão resolvidos com mais calma justamente pela mudança de perspectiva de vida que isso causa. Um grnde abraço a todos(as) os(as) leitores do Blogarte e um feliz 2012 – Viva este ano como se fosse o último ano da sua vida, pois é o que tentarei fazer.

    Garcia Junior.

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  • Droga com flor do Egito antigo combate câncer em cobaias

    Post extraordinário com notícia que vi na BBC Brasil pesquisando sobre o câncer sendo que amanhã (19/09/2011) começo meu 2º ciclo de quimioterapia.

    Um novo remédio feito com uma flor que já tinha usos medicinais no Egito antigo pode destruir células de câncer, diz uma pesquisa realizada por cientistas britânicos.

    Anticorpos atacam câncer por dentro, revela novo estudo

    A nova droga produzida a partir do açafrão-do-prado (Colchicum autumnale) circula na corrente sanguínea, mas só é ativada por uma substância química emitida por tumores malignos.

    Segundo o estudo, ela ataca as células cancerosas que se espalharam, mas deixa intactos os tecidos saudáveis.

    O remédio foi testado com sucesso em camundongos contra câncer de mama, intestino, pulmão e próstata, mas deve ser eficiente contra qualquer tipo de tumor sólido, afirmam os pesquisadores.

    Nos testes de laboratório, metade dos camundongos ficou completamente curada após uma única injeção da droga e houve redução no ritmo de crescimento dos tumores em todos os animais testados.

    Os testes clínicos devem começar em até dois anos.

    Arnhoffer Károly/Creative Commons
    O extrato do açafrão-do-prado (foto) tem histórico de uso medicinal e como veneno na Grécia e no Egito antigos
    O extrato do açafrão-do-prado (foto) tem histórico de uso medicinal e como veneno na Grécia e no Egito antigos

    “INANIÇÃO”

    Os pesquisadores dizem que a chave para o sucesso do tratamento é que ele é ativado por uma enzima usada pelos tumores para invadir os tecidos a seu redor.

    Uma vez ativado, o remédio destrói as veias que alimentam o tumor e faz com que o câncer morra de “inanição”.

    “O que criamos é, efetivamente, uma ‘bomba inteligente’, que pode ser direcionada para matar qualquer tumor sólido, aparentemente sem danificar os tecidos saudáveis”, comentou o líder da pesquisa da Universidade de Bradford, Laurence Patterson.

    VENENO

    O extrato do açafrão-do-prado tem um histórico de usos medicinais e também como veneno na Grécia e no Egito antigos.

    Mais frequentemente, a substância colchicina, retirada da planta, é usada no tratamento de crises de gota.

    Tentativas anteriores de usá-la no combate ao câncer fracassaram devido à alta toxicidade do composto, mas o problema teria sido resolvido depois que a equipe britânica conseguiu torná-la inofensiva até entrar em contato com um tumor.

    A nova droga pertence à mesma família de remédios do Paclitaxel, o agente de quimioterapia mais usado no mundo, produzido a partir da casca da árvore Taxus brevifolia.

    “Se [os resultados] forem confirmados em testes de laboratórios mais extensos, os remédios baseados nessa abordagem podem ser muito úteis como parte de uma combinação de tratamentos contra diversos tipos de câncer”, disse Paul Workman, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.

    Pacientes do Hospital de St. James, em Leeds, poderão ser os primeiros a testar o novo remédio dentro de 18 a 24 meses.

    Fonte: BBC Brasil

    São notícias como essas que garantem esperança de luta para milhões de pessoas que passam por esse desafio em suas vidas. No dia 06/09/2011 voltei para casa depois de 14 dias do 1º ciclo da quimioterapia no Hospital Aldenora Bello. Foi difícil, dolorido e exaustivo, exigindo muita força física e mental para aguentar. Perdi 6kg nesse período, pois na segunda semana, quando os efeitos dos medicamentos vêm de modo impactante, não consegui me alimentar por 3 dias, ficando só na base do soro e um pouco de suplemento que conseguia tomar. Momento mais complicado foi do dia 30 para 31 quando minha imunidade baixou perigosamente, podendo correr até risco de vida. Depois a força vai aumentando, os efeitos vão amenizando, apetite e paladar voltando. Graças ao esforço e dedicação de minha mãe, Rosangela Santiago, minha irmã, Angela Santiago e, principalmente, de minha esposa, Júlia Durans, pude passar por essa. Agradeço também ao Marquinhos Durans que fcou uma noite por lá. A todos que ligaram, mandaram mensagens, fizeram comentários ou de algum modo desejaram melhoras muito obrigado mesmo. Nesses dias em casa só repousando e aumentando as energias pois 19/09 volto pro 2º ciclo. No final de tudo não espero nada menos que a Vitória!

    Atualizado:

    No dia 16/09/2011 peguei meus exames de sangue… tudo normal e os indicadores hormonais de presença de câncer baixaram todos para os parâmteros normais. Acabei de falar com meu médico e ele disse que não há sinal do câncer, mas manterá os outros 3 ciclos do tratamento para garantir quaisquer chances da doença voltar. Aos familiares, amigos, colegas, parceiros, clientes e alunos que deixaram palavras carinhosas de apoio: MUITO OBRIGADO! A força positiva que mandaram para mim está sendo de uma ajuda incomensurável! Eu, Júlia Durans e minha família agradecemos profundamente por isso! NADA MAIS QUE A VITÓRIA!

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  • O que é a Geração Y?

    Há alguns meses li sobre o termo e fiquei curioso pra saber o que era. Como não sou conhecedor do assunto e nem pretensoso pra escrever um artigo a respeito dei um Ctrl C e Ctrl V em dois excelentes artigos que esclarecem bem o assunto.

    GERAÇÃO Y

    http://2.bp.blogspot.com/_7ZvdW80U28M/S418VYXZfqI/AAAAAAAAB0s/0njCs9yijfA/s200/GERA%C3%87%C3%83O+Y.jpg

    Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo.
    Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.

    Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam – e as novas estão inventando sozinhos. “Tudo é possível para esses jovens”, diz Anderson Sant’Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. “Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo.”

    Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. “Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim”, diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. “Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada.”

    A novidade é que esse “umbiguismo” não é, necessariamente, negativo. “Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito”, afirma Anderson Sant’Anna. “Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.”

    Nessa etapa, “busca de significado” é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão “qual pessoa gostariam de ser?”, a resposta “equilibrado entre vida profissional e pessoal” alcançou o topo, seguida de perto por “fazer o que gosta e dá prazer”. O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.

    No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. “Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas”, diz Miriam. “Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.”

    E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.

    Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. “É a era dos indivíduos multitarefas”, afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.

    É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. “Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência”, diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. “Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar.” O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. “Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz”, diz. “Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais.”

    Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano. A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.

    “Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial”, afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. “Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive”, diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. “Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim.”

    Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. “A Geração Y mudou a forma como nós interagimos”, diz Ana Costa. “O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade”, afirma.

    Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.

    Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter “estilo de vida”, ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais – e não o contrário. “A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida”, diz Tânia Casado. “Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo.”

    “Vamos mudar o mundo!”
    Nos últimos 60 anos, três gerações marcaram época e mudaram os valores e o jeito de a sociedade pensar. Agora é a vez da abusada Geração Y

    Tradicionais (até 1945) É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

     

    Baby-boomers (1946 a 1964) São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

     

    Geração X (1965 a 1977) Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

     

    Geração Y (a partir de 1978) Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.

     

     

    O Senhor Y

    Bruce Tulgan, 42, fundou uma consultoria e se dedica a estudar os jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Seu último livro, Not Everyone Gets a Trophy: How to Manage Generation Y (Nem todo mundo ganha um troféu: como lidar com a geração Y, ainda sem edição brasileira), traça um perfil dessa nova geração.

    É lenda urbana ou de fato esses jovens não respeitam os superiores?
    Tulgan: A geração Y respeita seus superiores, mas não cede de uma hora para outra. Ela não vê as relações em termos hierárquicos. O que eles querem dos chefes é oportunidade de aprendizado, responsabilidades e chances de melhorar o que fazem. Eles querem se afirmar e estão à vontade com os mais velhos – às vezes até um pouco à vontade demais.

    Isso é porque eles nasceram no que você chama de “década da criança”?
    Tulgan: Talvez. Essa geração foi superprotegida, educada em uma época em que valorizar a auto-estima e fazer as crianças se sentirem bem era a linha dominante. O resultado foi a criação de uma mentalidade que é uma fonte inesgotável de energia, entusiasmo e inovação que, se não for bem conduzida, pode causar muitos problemas.

    E isso fez com que eles se tornassem mais individualistas?
    Tulgan: Mesmo sendo altamente individualistas e focados nas próprias recompensas, têm uma profunda consciência social, preocupação com o meio ambiente e com os direitos humanos. A maioria tem valores morais muito fortes e tentam viver por eles.

    Fonte: escrito por Rita Loiola do Galileu

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    O QUE DESEJA, COMO PENSA, CONSOME E AGE A GERAÇÃO Y.

    Estudo identifica a visão de mundo dos membros desse grupo, composto pelos “nativos digitais” ou por quem cresceu na era da internet. Eles são liberais no consumo, mas um tanto conservadores no aspecto social. Gostam de novidades, querem estar antenados e buscam símbolos que os liguem a comunidades. Fidelidade a empresas, no entanto, não está em seus horizontes – em vez da busca de status pessoal, a afeição a marcas é uma forma de expressar um comportamento coletivo. Também são impulsivos, impacientes e, no mercado de trabalho, não pensam duas vezes antes de mudarem de emprego caso não se sintam valorizados ou confortáveis no ambiente corporativo.

    Tecnologia na veia

    Velocidade, tecnologia, perfil multitarefa e individualidade são conceitos que os definem muito bem, além da propensão a postergar compromissos e responsabilidades próprios da vida adulta, como deixar a casa dos pais e morar sozinho.

    Essas são algumas das características gerais da chamada Geração Y, segundo pesquisa feita pela Bridge Research, empresa paulista fundada há pouco mais de um ano e especializada no público jovem.

    Segundo o estudo, entende-se Geração Y como os indivíduos nascidos entre 1978 e 2003, que ou são “nativos digitais” ou que cresceram sob a influência direta da internet.

    Visão de mundo
    O estudo da Bridge Research foi feito a partir de entrevistas com pessoas com idade entre 18 e 30 anos da Grande São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, das quais 48% homens e 52% mulheres das classes A, B e C. O objetivo foi identificar padrões de consumo, visões de mundo e comportamentos desse grupo.

    Trata-se de informações valiosas para quem deseja se relacionar, vender para esse segmento de público ou simplesmente entender como pensam e agem as pessoas da geração digital, cujos membros são presença constante nos blogs e nos demais espaços de rede social.

    “Uma constatação que nos chamou a atenção no estudo é que esse grupo tenta sempre postergar compromissos ou responsabilidades”, afirma o presidente da Brigde Research Renato Trindade.

    Um exemplo disso diz respeito à estrutura de gastos. “Para não terem que arcar com aluguel e outros custos, eles deixam a casa dos pais cada vez mais tarde. Não é uma geração que busca independência”, diz.

    Dicas para as empresas

    Os indivíduos desse grupo se caracterizam pela volatilidade na profissão, a comunicação sem barreiras e pelo imediatismo, observa Trindade.

    No caso do mercado de trabalho, um exemplo é o ímpeto de largar a empresa para a qual trabalha se não encontrarem um bom ambiente e recompensa financeira – não vale ter só um dos dois; é tudo ou nada.

    Sobre esse ponto, Trindade dá algumas dicas às corporações.

    “As pessoas da Geração Y têm um necessidade muito grande de receberem feedback por parte da empresa. E não é a cada seis meses, mas sim a cada mês. Eles são muito ansiosos”, afirma. “Dar retorno com maior freqüência aplaca essa ansiedade”, diz.

    Imposição de limites

    Outra atitude importante é estabelecer um diálogo, esclarecer muito bem os limites e que espera de seus colaboradores.

    “Essa geração precisa que as coisas sejam muito bem explicadas. O que para a Geração X (a anterior) poderia ser algo óbvio – a questão da hierarquia dentro de uma corporação ou regras de comportamento -, para os da Y nem sempre são”, afirma Trindade.

    “Eles precisam que os limites sejam explicitados. Mas eles escutam a empresa e aceitam os limites, desde que compreendam quais sejam.”

    Consumidores da Geração Y

    No que se refere à relação com consumidores desse grupo, a dica é para que a comunicação seja de mão dupla.

    “Para essa geração, a comunicação não tem barreiras. Assim, ela quer que a empresa seja da mesma forma. Isso quer dizer que não dá para usar só a TV nas campanhas. As estratégias de comunicação têm de usar os canais digitais”, diz Trindade.

    Além de ir para o meio digital, é necessário também abrir espaço para a interação.

    “Essas pessoas são céticas em relação às empresas. Elas esperam o diálogo, inclusive no espaço da marca, como um site. Querem, por exemplo, o direito de ir ao blog da empresa para falar mal dela, mas estão dispostos a ouvir a defesa da companhia”, explica.

    Fonte: por Clayton Melo, do IDG Now!

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  • Mais uma vez lutarei contra o câncer e vencerei.

    Leitores, clientes, alunos, família, amigos… em 2010 passei pelo maior desafio da minha vida até então: tive de fazer uma cirurgia pra retirada de um tumor cancerígeno e passei por um ciclo de quimioterapia. Relatei isso no Blogarte ano passado falando do tratamento, recuperação e depois de meu treino e participação numa minimaratona.

    Nos primeiros dias de agosto de 2011 fui fazer os exames de rotina para acompanhamento da recuperação e foi constatado que o hormônio HCG (um dos marcadores em exame de sangue que indicam a presença de câncer) estava extremamente alto (o valor foi de 94, sendo que em homens tem de ser abaixo de 1). Em seguida foram solicitados outros exames e na tomografia do abdôme foi detectado um tumor, mais agressivo, já com 5,2 x 4,1cm próximo ao rim esquerdo. Foi um choque e tanto. Choque porque mais uma vez estava sem nenhum sintoma (sem dor, sem cansaço, sem tontura) pois eu praticava com regularidade corrida de 6 a 10km além de nadar cerca de 1.500 metros semanalmente, além de não beber nem fumar. Mas, é como meu oncologista disse: câncer é uma doença que não existe ainda uma causa (ou causas) definidas para seu aparecimento. Como desta vez o tumor é mais agressivo terei de fazer 4 ciclos de quimioterapia em regime de internação em cada ciclo, pois a carga de medicamentos que receberei será maior e mais pesada e isso fará com que minhas defesas imunológicas baixem muito, sendo melhor ficar sob observação para não ocorrer nenhuma complicação.

    Enquanto escrevo esse texto já estou com um “porto-cate” implantado no meu peito no dia 16/08/2011. Trata-se de um dispositivo com um cateter ligado à veia do coração com uma saída (tipo um plugue) que fica sob a pele. Ele é necessário para que a quimioterapia seja feita por ele e não nas veias dos braços. Todo o tratamento será feito no Hospital Aldenora Bello, em São Luís – MA, cidade em que moro e trabalho. Caso seja necessário (o que não espero) o tratamento continuará em São Paulo ou Rio Grande do Sul. O primeiro ciclo de internação será de 12 dias, começando na segunda (22/08/2011) e devo ficar afastado das comunicações por lá.

    Querem saber? Que venha este tratamento pois vencerei de novo! Não será nada, nada fácil, mas os percursos mais difíceis são os que tornam as vitórias mais saborosas e memoráveis! Todos que convivem comigo sabem que sou ateísta e não creio em nada sobrenatural que guie, puna ou recompense a vida do ser humano. Acredito na minha força física e mental, minha capacidade de superação e apoio das pessoas que amo e que me amam ou tem algum carinho, simpatia ou respeito por mim. Aos amigos e familiares que possuem alguma crença muito obrigado pelas suas orações, pois são uma forma de prestar carinho e atenção. Quando meu físico e minha mente fraquejarem terei na minha esposa, Júlia Durans, um apoio descomunal para seguir em frente (não é à toa que a chamo de minha vida).

    Vou deixar uma galeria com algumas fotos dos lugares que conhecemos na nossa viagem de férias e lua de mel feita em julho de 2011: Parque Nacional de 7 cidades, Tianguá e Sobral no Piauí, Fortaleza, praias de Morro Branco, Das Fontes, Lagoa do Uruá, Canoa Quebrada, Cumbuco e o Beach Park no Ceará. Vamos nos focar em superar esse momento e ano que vem faremos pelo menos mais duas viagens inesquecíveis!

    Agradeço a todos que leram até aqui e que demonstram alguma preocupação. Tentarei atualizar na medida do possível. Abraços!

     

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  • Atentado à liberdade de imprensa no Maranhão e agressão a professores.

    Governo do Maranhão de Roseana Sarney impede liberdade de imprensa e agride professores e estudantes em lançamento de programa governamental “Maranhão Empreendedor” no Multicenter Sebare em São Luís – MA na manhã do dia 11 de maio de 2011. Na cobertura do mesmo evento pela Mirante, sistema de televisão pertencente ao grupo Sarney e custeado pelo Estado, nada foi mostrado sobre este fato.

    [youtube 9j08EvnpwaY&feature=player_embedded#at=201]

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  • Deputado Rubens Jr. diz que Governo do MA cortou verbas da Educação

    Utilizando dados do Relatório de Execução Orçamentária o deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB) mostrou, nesta quarta-feira (23), que o governo do Estado gastou com a função educação, no ano passado, R$ 1,4 bilhão e planeja, segundo Lei Orçamentária, gastar este ano R$ 1,1 bilhão. “Isso me dá duas conclusões: ou o governo está cortando R$ 300 milhões para função educação, e isso é crime, ou o governo está mentindo”, afirmou.

    Segundo Rubens Júnior, o governo usa o número de R$ 1,1 bilhão para justificar a impossibilidade de aplicar o Estatuto do Educador, um dos 22 ítens da pauta de reivindicação dos educadores, em greve desde o último 1º de março.

    A proposta do governo sobre o quesito recomposição salarial para os educadores é a seguinte: o Estado tem R$ 1,1 bilhão para ser gasto com educação, desse total, R$ 900 milhões com pagamento de professores. Dos R$ 200 milhões que sobram, 10%, portanto, R$ 20 milhões, seriam destinados como aumento para a categoria.

    Para Rubens, o argumenta não se sustenta uma vez que o governo não pode ter diminuído os recursos da educação. “O governo está mentindo. Ou isso ou a outra hipótese que seria cometer um crime: o governo admitir que cortou R$ 300 milhões da educação para o ano de 2011”, reafirmou.

    Baseados em outros números do Relatório de Execução Orçamentária, disponível no Portal da Transparência, o deputado comunista revela que o governo diz ter gasto R$ 738 milhões com educadores em 2010 e R$ 765 milhões com a mesma rubrica em R$ 2009. Um corte, portanto de R$ 27 milhões, valor inferior ao gasto com segurança privada, de R$ 31 milhões.

    “Se com a função educação o Estado gastou R$ 1,4 bilhão e com professor gastou R$ 738 milhões, onde é que está sendo aplicado o restante do dinheiro?”, questionou.

    FUNDEB
    Rubens Júnior também mostrou que os repasses do governo federal para o Maranhão, por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), aumentaram em R$ 115 milhões entre 2009 e 2010, passando de R$ 1,039 bilhão para R$ 1,155 bilhão de um ano para o outro. “Como se aumenta arrecadação do Estado, o Orçamento cresce, se amplia a arrecadação do Fundeb e o repasse para os profissionais do magistério é diminuído em R$ 27 milhões?”, questionou.

    O parlamentar concluiu dizendo que o problema da educação do Maranhão e a não implantação do Estatuto do Educador não é falta de dinheiro. “O argumento de que não tem orçamento e dinheiro para implantar o Estatuto do Educador, na minha avaliação é mais uma mentira. Que o governo venha com a verdade para que possamos resolver de uma vez por todas esse grave problema do Maranhão”.

    Fonte: Sinproessema

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  • Executivo, Legislativo, Judiciário e imprensa massacram os professores do MA

    Até quando?

    Nunca na história do Maranhão se assistiu a um massacre tão cruel a uma classe que deveria ser prestigiada, estimulada, priorizada e, sobretudo, respeitada como a classe dos professores.

    Uma campanha sórdida contra a categoria que usa a greve como único e último instrumento para garantir seus reais interesses e preservar os direitos.

    Muito antes da greve dos professores da rede estadual de ensino, deflagrada neste mês, o Governo do Estado sabia previamente da pauta de reivindicação da categoria, que acabou ludibriada.

    Os mestres pleiteavam, como ponto principal da pauta, um aumento de 40%, ainda que escalonado. Disto todos sabiam.

    Mas o Governo do Estado, no curso das negociações, apresentou um escalonamento que vai além do mandato da atual ocupante do Palácio dos Leões. Um jogada perigosa. Um engôdo futuro, para ser mais verdadeiro.

    Bastou o início da greve, o Palácio armou-se com todos os dentes e as garras dos leões para atirar os professores na jaula.

    Massificou uma campanha para mostrar que os salários da categoria são os melhores e maiores do país, ao ponto de responsabilizar os professores pelos péssimos índices educacionais no Maranhão.

    Se o professor ganha bem, qual a razão da péssima qualidade de ensino? Uma insinuação descabida. Tirou de sí a responsabilidade e jogou nas costas calejadas dos mestres. O educador deveria, sim, ganhar muito mais. E ao governo caberia implantar políticas públicas sérias para o setor e exigir dos professores a execução dos seus programas educacionais.

    Mas não parou por aí, não. Usou toda a imprensa alinhada para jogar a sociedade contra os grevistas, principalmente os pais e alunos.

    Toda a estrutura da Secom é utilizada diariamente para mostrar que os professores são os bandidos e o governo o mocinho. A que ponto chegamos.

    Com o Legislativo, que tem sido sempre um apêndice do Executivo, não poderia ter sido diferente. Acocorada eterno aos desejos do Palácio dos Leões, a Assembléia Legislativa não honrou o nome que tem do guerreiro Manoel Bequimão.

    Ensaiaram reuniões como se estivessem na causa dos professores ou mesmo na busca de soluções para o fim da greve. Puro teatro. Os professores foram a sede do Assembléia colocar suas reivindicações. Os deputados foram agachados ao gabinete da secretária de Educação. Quanta disfarçatez.

    Aí o Judiciário entrou em campo na condição de árbitro, daqueles que apitam sempre a favor dos mais fortes. O TJ decretou a ilegalidade da greve, alegando que as negociações haviam sido interrompidas antes de esgotadas.

    Como antes de esgotadas se todas já sabiam da posição irredutível do Governo do Estado? Então só deve prevalecer a voz e pulso do Estado? Só a ele é dado o direito de negociar como bem entender, sem abrir um milimetro de sua posição?

    Em campo, o Judicário arbitrou o pagamento de multas de R$ 50 mil por dia se a greve permanecer. E mais: os descontos em folha de todos os dias parados, que hoje totalizam 18. Não tenho dúvidas: voltamos para o regime militar. Afinal, estamos no Maranhão, terra de quem pode e manda. Uma capitania hereditária.

    Como as campanhas na imprensa não levaram a sociedade ao equivoco, foi preciso o Legislativo que nada entende da voz rouca das ruas, da luta dos professores. E por fim, recorreram ao Judicário, o último instrumento para apagar do quadro as reivindicações da classe. Uma lástima.

    Excelente texto tirado do Blog do jornalista Luis Cardoso.

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