Inventividade

  • Fotografia artística de coleção Batman Arkham

    Aqui estão trabalhos artísticos que faço unindo três hobbys: fotografia, coleção de action figures baseadas na série dos games Batman Arkham do fabricante DC Collectibles e construir dioramas (cenários em miniatura) pras composições.

    Para obter resultados interessantes com a fotografia uso uma Canon EOS Rebel T5i com lente 18mm-55mm e tripé. Preparo as luminárias caseiras e uso às vezes uma caixa de papelão com papel vegetal pra deixar luz difusa e papel celofane pra dar cores às luzes. Os dioramas são feitos com base de isopor ou papelão e uso materiais baratos que podem ser comprados em papelaria e muito materiais reciclados vindo de peças de eletrônicos variados. A diversão é “brincar” com os action figures (os bonecos de adultos) inventando situações e poses de modo criativo.

    Faço parte de um ótimo grupo de fotógrafos de colecionáveis, o CAFA (Composição Artística de Figuras de Ação) em que os membros interagem com o mesmo objetivo: aprender fotografia se divertindo com sua coleção. Aqui o link pra fanpage do CAFA.

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  • “Super-fórmula” na luta contra o Câncer.

    A JWT Brazil apresenta a “Super-fórmula” na luta contra o Câncer.

    O primeiro passo na luta contra o Câncer é acreditar na cura. Mas o tratamento por quimioterapia é difícil, especialmente para as crianças. Para ajudá-las a acreditar na cura foi feito um trabalho da JWT Brazil com o centro de Tratamento de Câncer A.C.Camargo junto com a Warner Bros., para criar uma ideia capaz de mudar a percepção negativa da quimioterapia.

    Transformando a quimioterapia numa “Super-fórmula”

    Foram desenhadas capas baseadas nos heróis da Liga da Justiça para os sacos de medicamentos intravenosos que levam horas para serem aplicados aos pequenos pacientes, criando assim, pela primeira vez, uma versão mais amigável, menos amedrontadora para as crianças. Co-desenvolvida com os médicos, as capas são facilmente esterilizadas e manuseadas de acordo com os padrões de cuidado higiênico necessários. Para dar às capas um sentido mais poderoso foram produzidos uma série de animações e revistas em quadrinhos com os super-heróis passando por experiências similares às crianças com Câncer e acabam recuperando suas forãs graças à “Super-fórmula”

    Para que a experiência fosse muito além das capas também foi providenciada toda uma nova ambientação na Ala Pediátrica: a sala de jogos virou a “Sala de Justiça”, as portas e corredores foram decorados com o mesmo tema e a parte externa recebeu uma entrada exclusiva para os pequenos heróis.

    Esta é ideia que, desde que foi implantada, está ajudando as crianças na sua luta contra um dos maiores super-vilões do mundo real.

    Tradução livre do texto de apresentação do Youtube: Garcia Junior.

    Como fã de história em quadrinhos desde criança e até hoje com quase 37 anos, e como alguém que combateu o Câncer duas vezes e ainda não pode se considerar curado, mas recuperado e em observação, essa campanha me fez chorar por tocar diretamente no imaginário da criança em projetar uma força mental pra resistir aos péssimos efeitos colaterais da quimioterapia e do isolamento e estranheza da internação necessária. Que isso sirva de exemplo aos demais centros de tratamento de Câncer para ser aplicado e ajudar as crianças a superar essa dificuldade. Garcia Junior.

     

    Client: Hospital A.C.Camargo Cancer Center
    CCO: Ricardo John
    Head of Art: Fabio Simões
    Creative Director: Hernan Rebalderia & Santiago Dulce
    Art Director: Guilherme Sakosigue
    Copywriter: Fabio Ozorio
    Account Team: Luciana Rodrigues, Yves Rodrigues
    Planing: Fernand Alphen, Isabella Mulholland, Stella Pirani
    Media: Aline Moda, João Dabbur, André Sanchez
    Advertiser Supervisor: Irlau Machado Filho, Adriana Seixas Braga e Luciana Del Nero
    Broadcast Director: Marcia Lacaze
    Art Buyer: Paula Ferrari
    Graphic Producer: Flavio Schaefer / Flavio Colella
    Photographer: Regis Fernandez
    Animation Production Company: Vetorzero
    Executive Production: Eliza Flores
    Director: Andre Sernaglia
    C0-Director: Marcelo Fahd
    Illustration: Marcelo Fahd, Felipe Kimio, Fernando Ricciopo
    Animation: Fernando Ricciopo
    Pos Production – Animation: Fernando Ricciopo, Marcelo Akira
    Videocase Prodction Company: HungryMan
    Director: Gualter Pupo
    Mounting: Ricardo Mehedff
    Sound Production Company: ShuffleVideocase -
    Finishing: HungryMan
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  • Filmagem aérea de aeromodelo

    Esta filmagem aérea foi feita pelo meu tio Marco Antônio Santiago, aeromodelista[bb], de um moto-planador[bb] modelo B2 construído por ele sobrevoando a Avenida Litorânea em São Luís – MA. Esse é o meu tio “McGiver” o mesmo que constrói cabines funcionais para o Flight Simulator. A filmagem foi feita com uma microcâmera[bb] RD32 Wing HD acoplada na asa e na fuselagem. A edição foi feita também pelo meu tio, que agora se meteu a usar o Vegas pra editar os vídeos.

    [youtube tcfSPkpu16s]

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  • Vídeos testes de CGI do Superman versus Hulk

    Um pouco ausente nas postagens do Blogarte mas aí vão alguns vídeos do canal do youtube do usuário mhabjan de testes de CGI[bb] do voo do Superman[bb] e de uma luta entre o Super e o Hulk[bb]. Bem bacanas os testes das animações.

    Voo do Superman[bb]

    [youtube d7M98F_HZJQ]

    Luta entre Superman[bb] e Hulk[bb]

    [youtube L6dj7YCEKhw]

    [youtube BbizTBYs-rQ]

    Atualização: outra animação teste que achei em homenagem ao Superman e ao ator Cristopher Reeve (o único a encarnar de fato o Superman).

    [youtube Os5JUoNZ-jM&feature=related]

     

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  • Publicidade criativa em elevadores

    As formas que a publicidade usa pra cativar o público tem crescido e procura surpreendê-lo. Um dos suportes que passou a ser explorado pra atingir isso é o elevador, uma forma de transporte que atinge muitos num só dia. E é barato.

    Fonte

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  • O Relógio do Longo Agora

    Assisti a um documentário que mostrou sobre uma iniciativa chamada “The Long Now Foundation” (“A Fundação do Longo Agora”) e o projeto do “Relógio dos 10.000 anos”. Claro que fiquei curioso e fui atrás pesquisar. A “Fundação do Longo Agora” foi fundada em 1996 com o intuito de ser uma instituição cultural a longo prazo com o objetivo mais que louvável de pensar no estímulo à criatividade humana a longuíssimo prazo (10.000 anos) e com uma concepção de progresso tecnológico (humano, científico e instrumental) numa escala de parâmetro focando no “mais lento/melhor qualidade” diferente do “mais rápido / mais barato” que reina nas relações humanas atualmente.

    longnow_membership.jpg

    Carteira de mebro do Projeto do Longo Agora.

    Os carros chefes da Fundação são o “Relógio” e a “Biblioteca”. A proposta partiu do cientista da informática Daniel (Danny) Hillis, que desenvolveu a arquitetura do “maciço paralelo” da atual geração de supercomputadores, projetou o desenho mecânico do “Relógio” e agora está construindo o segundo protótipo (o primeiro protótipo está em exposição em Londres, no Museu da Ciência). Os mecanismos do “Relógio” consistem em um sistema binário mecânico-digital que é tão preciso e revolucionário que teve diversos de seus elementos patenteados (com 32 bits de acuidade, ele tem precisão equivalente a um dia em 20 mil anos, e se auto-corrige por ‘travamento por fases’ (‘phase-locking’) de acordo com o sol do meio-dia.

    1º protótipo do Relógio dos 10.000 anos exposto no Museu de Ciências em Londres.

    The Long Now Foundation

    The Long Now Foundation

    Protótipos expostos em Fort Mason, San Francisco – EUA.

    Em 1999, a Fundação comprou parte de uma montanha na região oriental do Estado de Nevada, cujos altos despenhadeiros de calcário branco podem ser um local ideal para o “Relógio dos 10 Mil Anos definitivo”. Enquanto isto, Danny Hillis e Alexander Rose continuam a experimentar protótipos de Relógios cada vez maiores – o atual pode ter 20 pés de altura.

    A seguir o texto de Danny Hillis na íntegra retirado da revista Wired, edição “Cenários” de 1995.

    Algumas pessoas dizem que sentem como se o futuro estivesse fugindo delas. Para mim, o futuro é um grande trator, apertando seus freios à minha frente, enquanto sou sugado por seu vácuo. Estou prestes a bater de frente com ele.
    Quando eu era criança, três décadas atrás, o futuro estava muito distante – assim como a virada do milênio. Datas tais como 1984 e 2001 eram confortavelmente remotas. Mas o mais engraçado é que, em todos estes anos, o futuro em que as pessoas pensaram não mudou, transposto o milênio. É como se o futuro estivesse se retraindo, ano a ano, por toda a minha vida. 2005 ainda está muito longe para ser planejado e 2030 está tão distante para sequer se pensar nisto. Por que fazer planos se tudo vai mudar?

    A forma como indicamos nossos anos é parte do problema. Aqueles três zeros no formato do milênio é uma barreira conveniente, um limite reconfortante por meio do qual podemos nos assegurar no presente e isolarmo-nos de qualquer coisa que venha depois. E ainda, há mais sobre esta contração do futuro do que datas. É como se sentíssemos que algo grande está por acontecer: gráficos nos mostram o crescimento anual das populações, concentrações atmosféricas de dióxido de carbono. Endereços de internet, e Mbytes por dólar. Tudo isto sugere uma assíntota pouco além da curva do século. A Singularidade. O fim de tudo o que sabemos. O início de algo que talvez nunca possamos entender.

    Eu penso nos vigas de carvalho do teto do College Hall em New College, Oxford. No século passado, quando as vigas tiveram de ser substituídas, os carpinteiros usaram árvores de carvalho que haviam sido plantadas em 1386, quando o salão de jantar foi construído pela primeira vez. O construtor do século XIV havia plantado as árvores antecipando o tempo, centenas de anos antes do futuro, quando as vigas teriam de ser substituídas. Os carpinteiros plantam novas árvores para substituir as traves novamente, desde agora, para daqui a algumas centenas de anos?

    Quando conto a meus amigos a respeito do relógio do milênio, eles realmente acreditam ou não. A maioria conclui que não estou falando sério, ou, se estou, devo estar vivendo a crise da meia-idade. (Esta é boa, Danny, mas por que você não pode apenas elaborar um programa de computação para fazer o mesmo? Ou, talvez, ao contrário, você devesse começar em outra companhia.) Meus amigos que acreditam têm idéias que se concentram em um aspecto particular do relógio. Meus amigos engenheiros se preocupam com a fonte de energia: solar, aquática, nuclear, geotérmica, difusa, ou a força geofísica das marés? Meus amigos empresários ponderam sobre como tornar o relógio financeiramente auto-sustentável. Meu amigo escritor, Stewart Brand, começou a pensar sobre a organização que cuidará do relógio. É um teste de Rorschach – de tempo. Peter Gabriel, o músico, acredita que o relógio deveria ser vivo, como um jardim, contando as estações com flores de vida curta, contando os anos com sequóias e pinheiros típicos da Califórnia (Bristlecone Pines). O artista Brian Eno intui que o relógio deveria tem um nome, então nós lhe demos um: O Relógio do Longo Agora.

    Dez mil anos – o período de vida que eu espero para o relógio – é mais ou menos equivalente ao período da história da tecnologia humana. Nós possuímos fragmentos de cerâmicas tão antigos quanto isto. Geologicamente, é uma piscada de olho. Quando você começa a pensar em construir algo que dure tanto, o problema real não é a deterioração e corrosão, ou mesmo a fonte de energia. O problema real são as pessoas. Se algo se torna desimportante para as pessoas, é retalhado em partes – vira sucata; se se torna importante, transforma-se em símbolo, e, eventualmente, pode ser destruído. A única forma de sobreviver através dos tempos é ser forjado em material grande e sem valor, como Stonehenge (Inglaterra) e as Pirâmides do Egito, ou se perder. Os Pergaminhos do Mar Morto (Dead Sea Scrolls) conseguiram sobreviver ao ficar perdidos por quase dois milênios. Agora que eles foram localizados e preservados em um museu, eles provavelmente estão condenados. Eu lhes dou dois séculos de vida – no máximo.

    O destino das coisas realmente antigas me leva a pensar que o relógio deva ser copiado e escondido. A idéia de esconder o relógio para preservá-lo tem seu corolário natural, mas leva Teller, o mágico profissional, a sugerir sem modéstia: “O mais importante é fazer um documentário muito convincente a respeito da construção do relógio e da decisão de escondê-lo. Não construa um realmente. Isto romperia o mito se ele um dia for encontrado”. Em algum sentido, Teller está certo.

    Os únicos relógios que realmente sobreviveram ao longo dos tempos (tal como o relógio de água de Su Sung, ou o gigantesco relógio de vidro de Uqbar) o fizeram em livros, desenhos e histórias.

    No universo, informação pura vive mais tempo. Bits (dígitos binários) duram. Pouco antes de Jonas Salk morrer, eu fui afortunado o suficiente para sentar-me ao lado dele em um jantar. Eu não o conhecia muito bem, mas em conversas anteriores ele sempre havia estimulado minhas linhas mais místicas de pensamento. Eu estava certo de que ele aprovaria o relógio do milênio.

    Fiquei desapontado com sua resposta: “Pense sobre o problema que você está tentando resolver. Qual questão você está realmente querendo responder?”

    Eu nunca tinha pensado no relógio como uma questão. Era mais do que uma resposta, embora eu não soubesse direito a qual pergunta. Eu falei mais, sobre a contração do futuro, as árvores de carvalho. “Ah, eu entendo”, Salk disse. “Você quer preservar algo de você mesmo, assim como eu estou perpetuando algo de mim mesmo tendo esta conversa com você”. Eu lembrei disto poucas semanas depois, quando ele morreu. “Tenha certeza de pensar cuidadosamente naquilo que exatamente você quer conservar”, ele disse.

    OK, Jonas, OK, povos do futuro, aqui está parte de mim que eu quero perpetuar, e talvez o relógio seja minha maneira de explicar isto a vocês: eu não posso imaginar o futuro, mas eu me importo com ele. Eu sei que sou parte de uma história que começa muito antes de que eu possa me lembrar, e que continuará para muito além de quando qualquer um se lembrará de mim. Intuo que estou vivo em uma época de mudanças importantes, e sinto a responsabilidade de fazer o possível para que esta mudança se dê de forma positiva. Planto minhas sementes de carvalho sabendo que jamais viverei para fazer a colheita dos carvalhos.

    Eu tenho esperança no futuro.

    Danny Hillis.

    No vídeo abaixo está uma breve explicação sobre o objetivo, método de criação e manutensão do Relógio. Infelizmente não achei com legendas em português.

    [youtube ynd_2YBrHHE]

    Fontes: LongNow.org, Wikipedia Long Now

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  • Trabalhando em 3D com realidade aumentada

    A tecnologia usada para criar imagens em 3D já existe há aproximadamente 30 anos e tem sido de grande utilidade na área industrial, na elaboração de projetos de novos produtos, na área médica e no entretenimento, onde tem se tornado mais conhecida do público geral.

    Trabalhar com desenhos tridimensionais não é fácil, mas o software desenvolvido pelo húngaro Dániel Rátai promete ser de grande ajuda para quem atua nesta área. Com o auxílio de óculos especiais, sensores de infra-vemelho e uma “caneta” especial (Bird) conectados à placa de vídeo e portas USB, o Leonar3Do é capaz de trazer o objeto trabalhado para fora do monitor. Tudo isso graças ao advento da realidade aumentada, que cria a ilusão de uma imagem virtual no ambiente real.

    O software permite uma infinidade de utilizações, além da modelagem tridimensional. Com o kit de desenvolvedor (SDK), dá para criar e rodar jogos e ambientes educativos, para serem usados em computadores de escolas, por exemplo.

    O único problema é o preço: Segundo Rátai, o custo do programa para o usuário final, junto com todo o equipamento compatível, não sai por menos que US$ 1000. Inviável para quem só quer se divertir.

    Fonte: Vale um post

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  • A escala do Universo

    sizescaleanimation

    Do menor comprimento físico observável, o comprimento de Planck, medindo 0,00000000000000000000000000000000001 metros; ao maior tamanho, o tamanho do próprio Universo estimado em 930.000.000.000.000.000.000.000.000 metros: são muitos zeros em uma diferença de magnitude difícil de compreender.

    Ou talvez nem tanto. Em uma fantástica animação interativa em Flash, você pode viajar por todas as escalas do Universo, começando da espuma quântica na escala de frações de yoctometros, passando por átomos, moléculas, vírus, células, seres vivos, planetas, estrelas, nebulosas, galáxias, aglomerados, o agrupamento local, o universo observável e o próprio Universo, com tamanho medido em yottametros.

    De 10^-35 a 10^26, é uma longa viagem, e você pode arrastar a barra com o mouse para navegar ou usar as teclas de direção do teclado se desejar mais precisão.

    Como Phil “Bad Astronomer” Plait comentou, “minha parte favorita está no extremo menor, quando você precisa passar por várias potências de dez com nada acontecendo até o comprimento de Planck, a menor escala no Universo. É uma noção um tanto aterradora”.

    Será mera casualidade que a maior parte dos objetos que ilustram as escalas do Universo se concentre nas escalas ao redor de nosso próprio tamanho? Teorias físicas sugerem que pode haver uma incrível complexidade em escalas próximas do comprimento de Planck, bem como resta quase literalmente um Universo a descobrir em escalas estelares, galácticas, de grande agrupamentos. São quase 60 potências de dez do mundo bem real em que vivemos disponíveis para exploração científica.

    Como dizia Sagan, nós mal começamos a explorar as margens do oceano cósmico, que se estende tanto pelas estrelas quanto pelo interior dos átomos.

    Fiz crtl+c e ctrl+v dessa notícia direto do 100 Nexos, ótimo site sobre ciência, educação e tecnologia! Esse infográfico interativo ficou muito bom, dá uma noção exata do quanto somos insignificantes no Universo… ou não.

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  • Sexto sentido tecnológico

    sixthsense-capa

    Peguei essa notícia no Comunicação Chapa Branca.

    Para os interessados em Realidade Virtual e Aumentada, aqui vai uma dica muito bacana. O programa “Falar Global“, exibido esta semana pela rede de televisão portuguesa Sic Notícias, teve como tema “O sexto sentido tecnológico”. Além de uma entrevista com  Antonio Câmara da Ydreams - uma das maiores autoridades mundiais sobre o assunto – mostra também um protótipo do MIT que fornece ao utilizador informação detalhada sobre tudo o que o rodeia.

    Simplesmente imperdível!

    Confiram:

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  • Não ajustar sua mente é uma falha na realidade

    Vi no XPock. Muito louco…

    [youtube Icv006qy-gM&feature=player_embedded]

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