Música

  • Projeto de Música Liceu Maranhense

    Alunos de Ensino Médio do Grupo de Música do Centro de Ensino Liceu Maranhense (São Luís – MA). Trabalho desenvolvido pelo prof. Garcia Junior (arte educador) a dois anos junto em colaboração com o PIBID do curso de Música da Universidade Estadual do Maranhão. Filmagem e edição: Garcia Junior.

    continue lendo
  • A História da Música em ilustrações animadas

    Lindíssimo vídeo sobre a História da Música feito com ilustrações animadas. 

    continue lendo
  • 22 de novembro – Dia do Músico – Construção de Chico Buarque

    Para homenagear meus amigos músicos exibo aqui a música que considero sendo a mais bonita e bem elaborada em língua portuguesa: Construção, de Chico Buarque de Holanda.

    Aqui a versão original… sublime. Foi composta em 1971, em pleno regime ditatorial brasileiro.

    Aqui, uma versão executada pelo Maestro Fito Páez, em UNAM, México, em 2011.

    E aqui uma versão do próprio Chico lançada num DVD especial.

    Aqui a letra da música e um ótimo texto de análise da mesma.

    Amou daquela vez como se fosse a última
    Beijou sua mulher como se fosse a última
    E cada filho seu como se fosse o único
    E atravessou a rua com seu passo tímido
    Subiu a construção como se fosse máquina
    Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
    Tijolo com tijolo num desenho mágico
    Seus olhos embotados de cimento e lágrima
    Sentou pra descansar como se fosse sábado
    Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
    Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
    Dançou e gargalhou como se ouvisse música
    E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
    E flutuou no ar como se fosse um pássaro
    E se acabou no chão feito um pacote flácido
    Agonizou no meio do passeio público
    Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

    Amou daquela vez como se fosse o último
    Beijou sua mulher como se fosse a única
    E cada filho como se fosse o pródigo
    E atravessou a rua com seu passo bêbado
    Subiu a construção como se fosse sólido
    Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
    Tijolo com tijolo num desenho lógico
    Seus olhos embotados de cimento e tráfego
    Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
    Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
    Bebeu e soluçou como se fosse máquina
    Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
    E tropeçou no céu como se ouvisse música
    E flutuou no ar como se fosse sábado
    E se acabou no chão feito um pacote tímido
    Agonizou no meio do passeio náufrago
    Morreu na contramão atrapalhando o público

    Amou daquela vez como se fosse máquina
    Beijou sua mulher como se fosse lógico
    Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
    Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
    E flutuou no ar como se fosse um príncipe
    E se acabou no chão feito um pacote bêbado
    Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

    A letra possui um aspecto narrativo, além de um caráter cíclico e comparativo. As três estrofes são muito semelhantes, em especial as duas primeiras; a diferença básica pode ser atribuída à última palavra de cada verso, sempre uma proparoxítona, que torna o ritmo da música bem marcado e repetitivo.

    Os versos “Amou daquela vez como se fosse a última / Beijou sua mulher como se fosse a última / E cada filho seu como se fosse o único / E atravessou a rua com seu passo tímido” demonstram que o sujeito da canção é um homem, pai de família. Existe um grande laço com sua mulher (“como se fosse a última”) e um indicativo de que possui vários filhos (“e cada filho seu”). Uma outra idéia sugerida é que um homem de baixa condição social, devido ao andar tímido, que transparece a submissão aos demais na rua, e também pelo número de filhos, muitas vezes associado à baixa classe social.

    O título da canção, bem como a profissão do homem, fica evidenciado pelos próximos versos. Em “Subiu a construção como se fosse máquina”, o desempenho no emprego é comparado a uma máquina, isto sugere que o homem trabalha sem questionar o que faz, apenas está condicionado ao seu trabalho, algo tão comum que o faz automaticamente. Lembrando que a letra foi escrita durante a ditadura militar, algo que nos remete a pensar na submissão forçada: ou faz aquilo que mandam, ou é punido.

    “Ergueu no patamar quatro paredes sólidas / Tijolo com tijolo num desenho mágico”, estes dois versos comprovam o emprego do homem, ligado a construção civil, que também reafirma a idéia de sua baixa classe social. Talvez uma das partes mais sentimentais da música está em “Seus olhos embotados de cimento e lágrima”, pois mescla um objeto nem um pouco emotivo, o cimento, com um símbolo da sensibilidade, a lágrima. O interessante desse paradoxo é ver que podem coexistir, nos olhos do trabalhador, a frieza do cimento com a fraqueza das lágrimas, algo que em muito reflete o sofrimento desta condição social: a rigidez imposta com o sentimento oprimido.

    Nas passagens “Sentou pra descansar como se fosse sábado / Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe”, fica evidenciado o alívio da hora do descanso. Sábado é o primeiro dia do fim de semana, aquele dia que vem logo após a semana atribulada. Quando o intervalo do serviço é comparado a sábado, a necessidade de descanso é realçada. O ato de almoçar uma comida tão simples, rotineira, como o feijão e arroz, e se sentir um príncipe, indica um gosto muito grande por uma combinação cotidiana, como se não se pudesse escapar desta rotina.

    O alcoolismo, muito comum nas camadas inferiores da população, está claramente desenhado em “Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago / Dançou e gargalhou como se ouvisse música”. Além do mais, sabe-se que trabalhadores de construção civil bebem para manter uma força muscular, relacionada ao trabalho braçal.

    Em meio a alegria barata proporcionada pela bebida, ocorre um acidente: “E tropeçou no céu como se fosse um bêbado / E flutou no ar como se fosse um pássaro / E se acabou no chão feito um pacote flácido”. Destes versos podemos retirar que o homem trabalha em um prédio alto, tão alto que tropeçar de lá é quase como tropeçar do céu. A comparação com um bêbado é tanto por ter ingerido álcool anteriormente quanto pelo andar trôpego e descuidado dos embriagados. Ao tropeçar, começa a cair e choca-se ao chão, num impacto tão forte que seu corpo parece flácido.

    Após a queda, “Agonizou no meio do passeio público”, isto é, os últimos momentos de vida daquele homem. E para fechar: “Morreu na contramão atrapalhando o tráfego”. O último verso mostra a indiferença da morte daquele cidadão. Ao cair do prédio e estatelar-se no chão, a única preocupação que ocorre, por parte do público que ali estava, foi em relação ao trânsito, como se qualquer objeto tivesse caído, e não um pai de família. A contradição existente é que, dentro de casa, o homem é o líder, mas na rua é um sujeito qualquer, um parafuso da engrenagem capitalista, no caso, da construção de imóveis que vão servir luxuosamente a outras pessoas.

    As outras estrofes apenas repetem a história, causando certas confusões, como em “Ergueu no patamar quatro paredes flácidas”. Logicamente, daria para estender muito mais a análise das duas últimas estrofes, mas vou me ater apenas àlguns trechos. A indiferença do homem é realçada em “Morreu na contramão atrapalhando o público” e, melhor ainda, em uma das melhores partes da letra: “Morreu na contramão atrapalhando o sábado”.

    Foi uma jogada muito inteligente com o “atrapalhando o sábado”, porque é como se o descanso do público tivesse sido interrompidoa pela morte do trabalhador. Enquanto ele estava erguendo paredes, o público passeava; na hora em que se acidentou e morreu, incomodou os outros.

    As estrofes começam com “amou” e terminam com “morreu”, outra antítese muito interessante da letra que destaca a narrativa, onde as coisas começam bem e, de uma maneira ou de outra, terminam num fim. Neste caso, o fim é sua própria morte, deixando para trás o seu lar, onde sua posição como líder era muito importante; deixa de lado também seu trabalho, onde era insignificante.

    No arranjo da música, percebe-se que a última estrofe é cantada de um modo mais acelerado, com sons vindo de todos os lados. Este efeito gera uma confusão, um desnorteamento que ilustra a vida sem rumo daquele trabalhador. A repetição do mesmo alicerce das estrofes mostra que esta rotina é comum, acontecendo com vários trabalhadores por aí, todos invisíveis à sociedade. Fonte Adriano Senkevics

     

    continue lendo
  • Música pra relaxar e inspirar: AMETHYSTIUM – Shadow To Light

    Música pra relaxar e inspirar: AMETHYSTIUM – Shadow To Light.

    [youtube DlzH5Mo6NsY]

    continue lendo
  • Agua de Annique – Trail Of Grief (Live)

    Minha cantora preferida: Anneke van Giersbergen acompanhada pela banda Agua de Annique, tocando uma das músicas que mais ouço “Trail of Grief” do disco “Air”.

    [youtube BLSTbeguPrI&feature=related]

    continue lendo
  • Cycling Colours – Um tributo ao The Gathering

    Quem visita o Blogarte com frequencia já sabe que sou um grande fã da banda holandesa de Rock (atmosférico/ gótico/progressivo) The Gathering .

    Em 2007 músicos de várias partes (Espanha, Argentina, Chile e México) decidiram trabalhar juntos e criar um álbum virtual do The Gathering, que teve forte influência no estilo criativo desses artistas. Em 2010 mais músicos juntaram-se num álbum tributo – o Cycling Colours , em dois volumes, com interpretações das melhores músicas da banda.

    Aqui você ouve diretamente as músicas e pode baixar os dois álbuns gratuitamente.

    Volume 1

    Músicas

    1. Great Ocean Road – Overdub

    2. Saturnine – Kura

    3. Broken Glass – Limestar

    4. Red Is A Slow Colour – O2 Project

    5. Souvenirs – Abbath & Ziz

    6. Jelena – Following The Gods

    7. Travel – Menu Du Jour

    Mastermix por Humberto Sánchez | 2007

    Download do álbum completo aqui

    Artwork

    Download de todo o projeto gráfico aqui

    Volume 2

    Músicas:

    1. You Learn About It – Mavi Solano, Víctor Gervasio & Dhan Erickson

    2. Liberty Bell – Red Page

    3. Amity – Víctor Gervasio & Natalia

    4. My Electricity – Nathalie Peret & Alejandro Llanos

    5. Like Fountains – Forgotten Beauty

    6. Nighttime Birds -Fogotten Beauty

    7. No One Spoke – Overdub

    8. Strange Machines – Limestar

    9. Waking Hour – Mavi Solano & Dhan Erickson

    10. The Earth Is My Witness (Spanish version) – Fractalia

    Download do álbum completo aqui

    Fonte: dark rock productions

    continue lendo
  • Dogs da banda Pink Floyd

    Provavelmente a música que mais ouvi na minha vida. Dogs, segunda música do disco Animals, da banda Pink Floyd, de 1977. Já postei por aqui há alguns anos. Mas taí de novo com letra e tradução. Viaje.

    Parte 01 [youtube sm49SkvzXrM&feature=fvst]

    Parte 02 [youtube e2EqIDa3Ff0&feature=related]

    Dogs

    You gotta be crazy,
    You gotta have a real need
    You gotta sleep on your toes,
    And when you’re on the street
    You gotta be able to pick out the easy meat
    With your eyes closed
    And then moving in silently,
    Down wind and out of sight
    You got to strike when the moment is right
    Without thinking.
    And after a while,
    You can work on points for style
    Like the club tie,
    And a firm hand shake
    A certain look in the eye,
    And an easy smile
    You have to be trusted
    By the people that you lie to
    So that when they turn their backs on you
    You’ll get the chance to put the knife in.
    You gotta keep one eye
    Looking over your shoulder
    You know it’s going to get harder,
    And harder, and harder as you get older
    Yeah, and in the end you’ll pack up and
    Fly down south
    Hide your head in the sand
    Just another sad old man all alone
    And dying of cancer.
    And when you loose control,
    You’ll reap the harvest you’ve sown
    And as the fear grows,
    The bad blood slows and turns to stone
    And it’s too late to loose the weight
    You used to need to throw around
    So have a good drown,
    As you go down all alone
    Dragged down by the stone.
    I gotta admit
    That I’m a little bit confused
    Sometimes it seems to me
    As if I’m just being used
    Gotta stay awake, and try and shake off
    This creeping malaise
    If I don’t stand my own ground,
    How can I find my way out of this maze?
    Deaf, dumb, and blind,
    You just keep on pretending
    That everyone’s expendable
    And no-one has a real friend
    And it seems to you the thing to do
    Would be to isolate the winner
    And everything’s done under the sun
    But you believe at heart, everyone’s a killer.
    Who was born in a house full of pain
    Who was trained not to spit in the fan
    Who was told what to do by the man
    Who was broken by trained personel
    Who was fitted with colar and chain
    Who was given a pat on the back
    Who was breaking away from the pack
    Who was only a stranger at home
    Who was found down in the end
    Who was found dead on the phone
    Who was dragged down by the stone
    Who was dragged down by the stone

    Cães

    Você precisa ser louco,
    Você precisa ter um motivo de verdade
    Você precisa dormir sobre seus dedos do pé
    E quando você estiver na rua
    Precisa ser capaz de escolher a carne facilmente
    Com os olhos fechados
    E depois se movendo silenciosamente,
    Contra o vento e escondido
    Você tem que atacar no momento certo
    Sem pensar.
    E passado algum tempo
    Você pode trabalhar em pontos da moda
    Como o clube da gravata
    E com um firme aperto de mão
    Um certo olhar fixo nos olhos,
    E um sorriso fácil
    Você tem que passar confiança
    Para as pessoas que você mente
    Para que quando elas virarem as costas
    Você tenha a chance de esfaqueá-las
    Você precisa manter um olho
    Sempre olhando por cima do seu ombro
    Você sabe que ficará cada vez mais difícil,
    E mais dificil e mais difícil conforme vai envelhecendo
    É, e no fim arrumará as malas e
    Voará para o sul
    Esconda sua cabeça na areia
    Apenas outro triste e velho homem sozinho
    E morrendo de câncer.
    E quando você perder o controle,
    Você colherá o que tem plantado
    E à medida que o medo cresce,
    O sangue ruim pára de correr e endurece
    E é tarde demais para largar o peso
    Que você costumava jogar por aí
    Então se afogue,
    Enquanto você vai afundando sozinho
    Arrastado para baixo da pedra.
    Eu preciso admitir
    Que estou um pouco confuso
    As vezes me parece
    Que estou sendo usado
    Preciso ficar acordado, e tentar sacudir
    Esse mal-estar rastejante
    Se não estou pisando em meu próprio chão
    Como poderei encontrar a saída deste labirinto?
    Surdo, mudo e cego,
    Você apenas continua fingindo
    Que todos são dispensáveis
    E ninguém teve um amigo de verdade
    E parece que a solução
    Seria isolar o vencedor
    E tudo é feito sob o sol
    E você acredita de coração, que todo mundo é um assassino.
    Quem nasceu numa casa cheia de dor?
    Quem foi treinado para não cuspir contra a ventoinha?
    Quem foi ordenado pelo homem a o que fazer?
    Quem foi quebrado por funcionários treinados?
    Quem estava usando colarinhos e correntes?
    Quem levou pancadas nas costas?
    Quem andava fugindo da raia?
    Quem era apenas um estranho em casa?
    Quem foi triturado no fim?
    Quem foi encontrado morto ao telefone?
    Quem foi arrastado para baixo das pedras?
    Quem foi arrastado para baixo das pedras?
    continue lendo
  • Novo disco de Anneke van Giersbergen & Agua de Annique

    Minha cantora preferida, Anneke van Giersbergen, ex-vocalista do The Gathering (uma das bandas de rock que mais ouço) está com um novo disco: In Your Room.

    http://territorio.terra.com.br/_fotos/resenhas/2009/12/3096_g.jpg

    Após lançar o acústico com duetos de músicas próprias e versões (destaque para The Blowers Daugther), o belíssimo Pure Air, Anneke segue pela mesma linha de fazer algo mais suave, mais intimista. Isso talvez se dê pelo fato do disco ter sido gravado no estúdio que Anneke construiu em sua casa. É ela mesma quem diz que isso tornou o processo de composição e gravação mais íntimo. “Novos tempos, nova música”, diz a cantora no release do álbum.

    Mesmo com a pegada mais leve nas canções alguns trechos não dispensam as guitarras pesadas impondo um som mais forte. Mas isso é ótimo, pois faz um contraste entre sua voz e o instrumental, algo que me cativou na época do The Gathering.

    Eia a lista das músicas:

    01. Pearly
    02. Hey Okay!
    03. I Want
    04. Wonder
    05. The World
    06. Sunny Side Up
    07. Physical
    08. Home Again
    09. Wide Open
    10. Longest Day
    11. Just Fine
    12. Adore

    Quem estiver na fissura pra baixar achei um link pra fazer o download aqui:

    http://uploading.com/files/a5387ce8/UP_2370758.rar/

    Fontes: plixid.com e território da música

    continue lendo
  • Sonata ao Luar (Moonlight Sonata) de Ludwig van Beethoven

    Fevereiro, e o Brasil fervilha com o Carnaval. Bem, nem todos. Indo contra a maré, vou dar uma dica de música clássica.

    A Sonata Op. 27 n. 2 é uma sonata de Beethoven. Essa sonata foi muito tocada também na época de Beethoven, que chegou a dizer que ele tinha feito músicas melhores. A “Sonata ao Luar”. Aquela que serviu de tema para inúmeros filmes e romances só recebeu o apelido famoso muitos anos depois da morte de Beethoven. Foi o crítico Rellstab que comparou a música a um luar no lago Lucerna. A comparação “pegou” e chegou até nós. Wikipedia.

    Pra mim (e pra muita gente) essa é uma das músicas mais sublimes que existe. Foi bastante usada em filmes e recomendo particularmente o filme “Minha Amada Imortal” que se passa em Viena, 1827 onde Ludwig van Beethoven (Gary Oldman) morre e um grande amigo do compositor, Anton Felix Schindler (Jeroen Krabbé), decide cumprir o último desejo do maestro, que deixava em testamento tudo para a “Amada Imortal”, sem especificar o nome desta mulher. Assim empreende uma jornada tentando encontrá-la, encontrando em sua procura um retrato desconhecido de Beethoven. Adoro Cinema

    Limpe seus ouvidos das músicas de carnaval ouvindo as perfomances da “Sonata ao Luar” no piano e violão clássico.

    [youtube O6txOvK-mAk]

    [youtube kS8eVFq1ZdU&feature=related]

    continue lendo
  • O rei do pop está morto! Vida longa à lenda!

    Ontem à noite quando cheguei na escola, depois de passar um dia atribulado no escritório e não ter visto jornal nem nada, alguns alunos comentaram que Michael Jackson tinha morrido. “Falem sério, deixem de brincadeira”, eu disse, mas aí vi os professores comentando e saquei que era real a parada.

    Michael Jackson performing Billie Jean in 2001.

    Bem, não posso dizer que era fanzaço do cara, mas, putz! cresci ouvindo suas músicas, e ainda escuto! Minha lembrança de infância mais remota e nítida sobre Michael Jackson foi quando vi o clip Thriller que estreiou no Brasil no Fantástico. Aquilo era um filme! E que medo filha da mãe aqueles zumbis deram. E não tinha como não querer imitar aqueles passos. Quem nunca tentou fazer o moonwalker por exemplo?

    billie-jean-jackson_l2

    Escrevo isso depois de escutar as minhas músicas preferidas dele: Don’t Stop ‘Til You Get Enough , Beat it, Thriller, Billy Jean, Annie, are you ok?

    Pra vocês o vídeo da perfomance de Michael cantando (dublando) Billy Jean nos 25 anos da gravadora Motown, que o lançou ao estrelato. E a primeira aparição na tv do passo moonwalker.

    [youtube 3PAJqgeeJf4]

    continue lendo
  • RSS
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • YouTube