sábado, 18 de maio de 2013

“Turma da Mônica – Laços”. Releitura em graphic novel dos clássicos personagens de quadrinhos brasileiros.

Depois de meses de mistério, Sidney Gusman, o responsável pelo Planejamento Editorial da Maurício de Sousa Produções finalmente revelou no dia 10 de abril de 2013, a capa e as primeiras imagens da segunda Graphic MSP: Turma da Mônica  - Laços, dos já renomados irmãos Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi. Vitor e Lu possuem a qualidade de tornar mágico e encantador tudo o que tocam!

A imagem que vinha sendo divulgada abaixo era apenas um teaser e não a capa como o próprio Sidney Gusman fazia questão de esclarecer.

Esse projeto, já anunciado a mais de um ano, tem como objetivo produzir álbuns de luxo feitos por artistas de fora do estúdio com histórias fechadas e temáticas mais adultas revisionando o universo de Maurício de Sousa. A artista Priscilla Tramontano fez a cor de base em várias páginas. Lembrando que o lançamento da Graphic MSP de Vitor e Lu Cafaggi chega às bancas e livrarias na primeira quinzena de maio de 2013.

O primeiro número foi Astronauta- Magnetar de Danilo Beyruth lançado em outubro de 2012. Obra elogiadíssima com três indicações para o Troféu HQ Mix nas categorias de desenhista, roteirista e edição especial, também vai ser publicada na Europa.

 

Curtam o preview das páginas da Graphic Novel da Turma da Mônica.

 

 

 

 

Junto com as imagens também foi liberado um texto que estará na quarta capa do álbum. Quem escreve é o diretor Carlos Saldanha de filmes como Era do Gelo e RioNa história, a turma vai em busca do Floquinho, o cachorro do Cebolinha que está perdido. A trama tem muito do filme Conta Comigo, sucesso dos anos de 1980 estrelado por River Phoenix. Mas também existem muitas referências a outros sucessos da época. Sidão (Sydnei Gusman), confessou ter chorado de emoção ao final da história, o que não é nem um pouco surpreendente tratando-se de uma obra de Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi com cores de base da Pricilla Tramontano em várias páginas.

“Que tal a Magali e a Mônica no dia em que se conheceram, no traço da Lu Cafaggi? ” (Sidney Gusman)

“Cena noturna da #GraphicMSP Turma da Mônica – Laços, no traço do Vitor Cafaggi. O que será que a Turminha viu?” (Sidney Gusman)

“Em Turma da Mônica – Laços, não podia faltar um plano infalível! Arte de Vitor Cafaggi” (Sidney Gusman)

“Pegue o babador e veja o Floquinho filhote, no traço exuberante da Lu Cafaggi. “ (Sidney Gusman)

“O genial animador e diretor Carlos Saldanha, de A Era do Gelo, assina o texto de quarta capa de Turma da Mônica – Laços. Olha só o que ele escreveu sobre o trabalho de Vitor cafaggi e Lu Cafaggi!”  (Sidney Gusman)

E para finalizar uma homenagem de Lancast Mota, roteirista da Maurício de Sousa Produções:
“O Lancast Mota, roteirista da Maurício de Sousa Produções, gostou tanto dos previews da Graphic MSP Turma da Mônica – Laços, que agradeceu assim a Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi.”  (Sidney Gusman)
 Fonte: Chamando Superamigos.

Vikings – Identidade Visual da série

  • A série de ação, drama e história Vikings estreou em março deste ano no History Channel e está se destacando por uma ótima produção, ação bem feita, fotografia belíssima e atuações interessantes. Mas o que me chamou atenção em primeiro lugar foi o símbolo e logotipo da série que traduz muito bem o conceito e proposta do programa. A criação da Identidade Visual e demais elementos gráficos ficou a cargo do estúdio Platige, especializado em desenvolvimento criativo projetando animações em 3D, computação gráfica e efeitos especiais compreendendo cerca de 150 profissionais (designers gráficos, diretores de arte, de fotografia, etc). Segundo o estúdio, a tarefa de criar a identidade visual da série foi captar o espírito da cultura Viking  através de vários elementos pictóricos transmitindo a cultura, história e tradição desse povo.

    Fonte: Behance  
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A História da Música em ilustrações animadas

Lindíssimo vídeo sobre a História da Música feito com ilustrações animadas. 


1 comentário

Tutorial de ilustração “Rodas furiosas”

Como desenhar uma moto futurística no Photoshop (8 horas) pelo ilustrador francês Olivier Gamiette
 
 

Centro de Design da Mattel

A Mattel[bb] é uma das maiores fabricantes internacionais de brinquedos e encomendou para o Rottet Studio - (Texas, EUA) a reconstrução do seu Centro de Design[bb] – uma instalação de projeto integrado para todas as marcas da Mattel, como a Barbie[bb] e incluindo o carro-chefe, Matchbox[bb] e produtos Hot Wheels[bb]. O Centro de Design inclui um espaço de trabalho para 735 designers, artistas, fabricantes de modelos e protótipos, gerentes de projeto e outros artesãos em espaços generosos, de reunião colaborativa e áreas de trabalho, uma loja completa de modelos, displays de apresentação, e uma cafetaria com serviço completo.

O projeto foi desenvolvido a partir dos materiais que o Centro de Design incorpora em seus brinquedos: uma paleta limitada de cores brilhantes usados como um destaque para o espaço com qualidade de estúdio, imagens de grande escala gráfica, e as texturas e padrões utilizados na moda Barbie clássico. Como uma homenagem para os meninos e para servir como fonte de inspiração para os designers, a coleção de carros clássicos da Hot Wheels[bb] são exibidos em uma rampa que serve como acesso para deficientes ao show-room. Fonte.


22 de novembro – Dia do Músico – Construção de Chico Buarque

Para homenagear meus amigos músicos exibo aqui a música que considero sendo a mais bonita e bem elaborada em língua portuguesa: Construção, de Chico Buarque de Holanda.

Aqui a versão original… sublime. Foi composta em 1971, em pleno regime ditatorial brasileiro.

Aqui, uma versão executada pelo Maestro Fito Páez, em UNAM, México, em 2011.

E aqui uma versão do próprio Chico lançada num DVD especial.

Aqui a letra da música e um ótimo texto de análise da mesma.

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

A letra possui um aspecto narrativo, além de um caráter cíclico e comparativo. As três estrofes são muito semelhantes, em especial as duas primeiras; a diferença básica pode ser atribuída à última palavra de cada verso, sempre uma proparoxítona, que torna o ritmo da música bem marcado e repetitivo.

Os versos “Amou daquela vez como se fosse a última / Beijou sua mulher como se fosse a última / E cada filho seu como se fosse o único / E atravessou a rua com seu passo tímido” demonstram que o sujeito da canção é um homem, pai de família. Existe um grande laço com sua mulher (“como se fosse a última”) e um indicativo de que possui vários filhos (“e cada filho seu”). Uma outra idéia sugerida é que um homem de baixa condição social, devido ao andar tímido, que transparece a submissão aos demais na rua, e também pelo número de filhos, muitas vezes associado à baixa classe social.

O título da canção, bem como a profissão do homem, fica evidenciado pelos próximos versos. Em “Subiu a construção como se fosse máquina”, o desempenho no emprego é comparado a uma máquina, isto sugere que o homem trabalha sem questionar o que faz, apenas está condicionado ao seu trabalho, algo tão comum que o faz automaticamente. Lembrando que a letra foi escrita durante a ditadura militar, algo que nos remete a pensar na submissão forçada: ou faz aquilo que mandam, ou é punido.

“Ergueu no patamar quatro paredes sólidas / Tijolo com tijolo num desenho mágico”, estes dois versos comprovam o emprego do homem, ligado a construção civil, que também reafirma a idéia de sua baixa classe social. Talvez uma das partes mais sentimentais da música está em “Seus olhos embotados de cimento e lágrima”, pois mescla um objeto nem um pouco emotivo, o cimento, com um símbolo da sensibilidade, a lágrima. O interessante desse paradoxo é ver que podem coexistir, nos olhos do trabalhador, a frieza do cimento com a fraqueza das lágrimas, algo que em muito reflete o sofrimento desta condição social: a rigidez imposta com o sentimento oprimido.

Nas passagens “Sentou pra descansar como se fosse sábado / Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe”, fica evidenciado o alívio da hora do descanso. Sábado é o primeiro dia do fim de semana, aquele dia que vem logo após a semana atribulada. Quando o intervalo do serviço é comparado a sábado, a necessidade de descanso é realçada. O ato de almoçar uma comida tão simples, rotineira, como o feijão e arroz, e se sentir um príncipe, indica um gosto muito grande por uma combinação cotidiana, como se não se pudesse escapar desta rotina.

O alcoolismo, muito comum nas camadas inferiores da população, está claramente desenhado em “Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago / Dançou e gargalhou como se ouvisse música”. Além do mais, sabe-se que trabalhadores de construção civil bebem para manter uma força muscular, relacionada ao trabalho braçal.

Em meio a alegria barata proporcionada pela bebida, ocorre um acidente: “E tropeçou no céu como se fosse um bêbado / E flutou no ar como se fosse um pássaro / E se acabou no chão feito um pacote flácido”. Destes versos podemos retirar que o homem trabalha em um prédio alto, tão alto que tropeçar de lá é quase como tropeçar do céu. A comparação com um bêbado é tanto por ter ingerido álcool anteriormente quanto pelo andar trôpego e descuidado dos embriagados. Ao tropeçar, começa a cair e choca-se ao chão, num impacto tão forte que seu corpo parece flácido.

Após a queda, “Agonizou no meio do passeio público”, isto é, os últimos momentos de vida daquele homem. E para fechar: “Morreu na contramão atrapalhando o tráfego”. O último verso mostra a indiferença da morte daquele cidadão. Ao cair do prédio e estatelar-se no chão, a única preocupação que ocorre, por parte do público que ali estava, foi em relação ao trânsito, como se qualquer objeto tivesse caído, e não um pai de família. A contradição existente é que, dentro de casa, o homem é o líder, mas na rua é um sujeito qualquer, um parafuso da engrenagem capitalista, no caso, da construção de imóveis que vão servir luxuosamente a outras pessoas.

As outras estrofes apenas repetem a história, causando certas confusões, como em “Ergueu no patamar quatro paredes flácidas”. Logicamente, daria para estender muito mais a análise das duas últimas estrofes, mas vou me ater apenas àlguns trechos. A indiferença do homem é realçada em “Morreu na contramão atrapalhando o público” e, melhor ainda, em uma das melhores partes da letra: “Morreu na contramão atrapalhando o sábado”.

Foi uma jogada muito inteligente com o “atrapalhando o sábado”, porque é como se o descanso do público tivesse sido interrompidoa pela morte do trabalhador. Enquanto ele estava erguendo paredes, o público passeava; na hora em que se acidentou e morreu, incomodou os outros.

As estrofes começam com “amou” e terminam com “morreu”, outra antítese muito interessante da letra que destaca a narrativa, onde as coisas começam bem e, de uma maneira ou de outra, terminam num fim. Neste caso, o fim é sua própria morte, deixando para trás o seu lar, onde sua posição como líder era muito importante; deixa de lado também seu trabalho, onde era insignificante.

No arranjo da música, percebe-se que a última estrofe é cantada de um modo mais acelerado, com sons vindo de todos os lados. Este efeito gera uma confusão, um desnorteamento que ilustra a vida sem rumo daquele trabalhador. A repetição do mesmo alicerce das estrofes mostra que esta rotina é comum, acontecendo com vários trabalhadores por aí, todos invisíveis à sociedade. Fonte Adriano Senkevics

 


HOME documentário em alta definição

Adoro documentários. Assisto muito mais documentários do que vejo TV. Na verdade só tenho Tv por assinatura por causa dos canais de documentários. Quem acessa o Blogarte com frequência sabe disso e já deve ter visto minhas dicas por aqui. Com os sites de compartilhamentos de vídeos e de downloads, você acha fácil canais que possuem documentários de excelente qualidade como este que compartilho com vocês leitores.

Classifico esse documentário chamado HOME (Lar) - União Européia, 2009, 93 min. – Direção: Yann Arthus-Bertrand - como um dos melhores sobre o tema Ciência, Antropologia, Meio-ambiente e Sustentabilidade. Ele é super bem produzido visualmente, como tomadas do espaço, vistas de satélite, de sobrevoos, todas com belíssima fotografia acompanhada pela trilha de Armand Amar. O texto da narração (na voz de Glen Close)  é um dos mais ricos e bem escritos que já vi mostrando desde as origens da vida no planeta e o equilíbrio existente entre as espécies até a atuação do Homo Sapiens, que em apenas 50 anos, dos seus 200 mil anos de existência, está mudando completamente as características da vida no planeta, que existe há 4 bilhões de anos. O Filme clama pela atitude do indivíduo e da união de força dos povos para que ainda possamos salvar o que restou dele.
Este filme é um alerta e uma declaração de amor ao nosso lar: a Terra.

Um ambicioso documentário, Home foi lançado no dia 5 de junho de 2009, Dia Mundial do Ambiente, simultaneamente em vários formatos (cinema, DVD, online). Seu impacto teria sido decisivo para vários políticos verdes nas eleições do Parlamento Europeu dois dias depois. Não é para menos. O fotógrafo Yann Arthus-Bertrand vendeu três milhões de cópias de seu livro – A Terra Vista de Cima – desde seu lançamento, em 1999. A versão animada demorou três anos para ser completada, com 217 dias de filmagem em 54 países diferentes.

O texto é sóbrio, sobre um desfilar de imagens que nos levam ao arrebatamento, quando mostram a natureza ainda em sua pluralidade e dimensão, e ao estarrecimento, como as cenas de uma fazenda de gado nos Estados Unidos onde milhares de vacas se aglomeram em um território onde não se encontra uma única folha de grama – elas estão lá para nos alimentar (nós que consumimos 13 mil litros de água por um quilo de carne) e não para serem alimentadas como um dia foram, em pastos naturais.

Como um dia foi parece ser a mensagem central do filme, aliada a outra: o que estamos às vias de perder e como. Toda a filmagem foi feita com câmeras montadas em estabilizadores em helicópteros. O resultado busca nos trazer uma concisa história da civilização humana, de suas conquistas mas, principalmente, de seus prováveis custos à nossa sobrevivência. “Nos últimos 50 anos, a Terra foi mais radicalmente modificada do que em todas as gerações humanas no planeta”, lembra a narradora, enquanto a câmera percorre campos, montanhas, megalópolis, aglomerações, fazendas, miséria, desperdício, nosso triste legado ao planeta.

Há poesia em Home, tanto em palavras como em imagens, e talvez por isso nos sentimos incomodados por uma nostalgia do que verdade nem chegamos a conhecer, e por uma preocupação que agora nos visita cotidianamente, com o noticiário crescentemente refletindo nossos medos. “Esta é a medida de nosso tempo: o relógio de nosso mundo agora bate no ritmo de máquinas infatigáveis” que se valem do poder do sol. A humanidade conquistou o petróleo, e conseguiu transformar um litro dele em 100 horas/homem de trabalho. Agora, a mesma substância que nos trouxe o conforto e o desenvolvimento nos ameaça com a ruína. E ainda assim não paramos e não nos saciamos: hoje imensas extensões de terra usam alimentos para produzir combustível para que as máquinas continuem, infatigáveis.

Home traz um sem-número de dados alarmantes, principalmente nos textos que rolam pela tela em seu final. Não há muito que seja desconhecido das pessoas que acompanham as notícias sobre o ambiente, mas imagens, como se sabe, são muito poderosas. A música de fundo é incessantemente pungente. Resta o consolo de saber que trabalhos como os de Yann Arthus-Bertrand vêm ganhando maior audiência. O fato de o documentário ter sido bancado pelo grupo PPR, imenso aglomerado de grifes de moda, nos diz também que corporações começam a examinar o território à sua volta e nossos hábitos de consumo sob uma ótica já em processo de mudança – se nos formos, elas também irão. Fonte.

Aqui você baixa a legenda se quiser salvar do Youtube e ver depois.

 


Blogarte finalista no Top Blog 2012

Com muito orgulho que comunico aos leitores deste humilde blog que ficamos entre os cerca de 85 finalistas do Prêmio Top Blog 2012 na categoria Site/Blog Profissional de Arte e Cultura. O resultado dos Top 3 finalistas em cada categoria será feito no dia 25 de novembro de 2012. Será difícil ficar entre esse Top 3 porque tem muitos sites e blogs excelentes concorrendo e que seus autores possuem dedicação exclusiva (ou quase) a eles e são blogueiros profissionais (o que não é o meu caso, pois sou professor do ensino público estadual do Maranhão e tenho a Imagética Consultoria e Design). Ficar entre os 85 finalistas não parece lá grandes coisas mas saibam que existem MILHARES  de sites e blogs na internet que tratam sobre o assunto Arte e Cultura, daí o motivo de eu ter ficado tão contente. Agradeço àqueles que visitam com frequência o Blogarte e que me dão um feedback nos comentários, ou no meu Facebook ou Twitter e agradeço também aos visitantes esporádicos que caem de paraquedas aqui pelo Google ou outros sites de buscas.


LUDO 2012 – Semana Acadêmica de Design – UFMA São Luís-MA

Já estou inscrito. E aí? Vai participar não?

De 29 de novembro a 01 de dezembro de 2012, o Auditório Central da UFMA (Universidade Federal do Maranhão) será palco do Ludo, a Semana Acadêmica de Design de São Luís. Na sua terceira edição traz o tema “No Meu Tempo”, várias discussões e reflexões sobre a influência do tempo em nossas atividades. O Ludo pretende destrinchar esse tema avaliando nossa relação com o tempo através de processos, ritmos de trabalho, percepção de espaço, tecnologias, tendências e outras particularidades. Os repertórios de cada profissional e estudante serão como ferramentas para abrir caminho para novos pontos de vista sobre o design e seus efeitos ao longo da história. Para dar gás a essas discussões, contaremos com a presença dos convidados: Paulo de Camargo e Tatiana Sakurai, membros da equipe do Estúdio Guto Requena; a consultora de moda e imagem, Rafaela Albuquerque; Levi Girard e Barão di Sarno, designers de produto da Questto l Nó; Alceu Baptistão, designer com ênfase em animação, Vetor Zero e  Fábio Acorsi, diretor criativo, Lobo/Vetor Zero.

Fonte e inscrição: http://www.ludo.org.br/2012/

Os convidados do Ludo No Meu Tempo encaixam-se perfeitamente na proposta de demonstrar o tempo em seus diversos aspectos e interpretações. Tá na hora de movimentar ideias, descobrir novos processos e discutir Design. E então, vamos conhecer um pouco mais dos estúdios que vem pro Ludo este ano?

Questto | Nó

Surgiu da fusão dos estúdios Questto e Nó Design, oferece uma abordagem integrada, para uma jornada inovadora. Se apoiam na ótica do design: relevante para o usuário, tecnologicamente possível e economicamente viável.Trabalham em múltiplos setores da economia e acreditam na polinização criativa, onde conhecimento adquirido em determinado setor é levado a outro, enriquecendo o processo.

www.questtono.com/

 

Vetor Zero

Estúdio pioneiro de animação 3D no Brasil. Tem produzido comerciais e conteúdo em animação para agências de publicidade e clientes de vários países há quase duas décadas. Opera associada aos estúdios Lobo e Animatório. A Vetor Zero possui um espírito agregador e coletivo e é caracterizada pela constante busca de novas técnicas e estilos e pela versatilidade na criação e produção de imagens, tanto em still quanto motion para ilustração, design, cinema, live, animação, 2D, 3D, stop motion e motion design.

www.vetorzero.com.br/

 

Estúdio Guto Requena

Foi fundado em 2008 e desde então já atuou como consultor em Design para clientes como SEBRAE, LG, Editora Abril, Fiat, Google, SENAC e SESC. O estúdio desenvolve projetos residenciais e comerciais,
instalações interativas e produtos, amplamente premiados e divulgados na mídia nacional.O objetivo maior é refletir sobre cibercultura e narrativas poéticas digitais em Design. Faz parte do Estúdio Guto Requena a valorização de questões como sustentabilidade, identidade, memória, interação, espaços híbridos, flexibilidade, relacionamentos e experiência.

www.gutorequena.com.br/

 

Lobo

É um estúdio de design e animação fundado em 1994 em São Paulo. O trabalho da Lobo tem sido reconhecido internacionalmente por publicações como Shots, Creative Review, Stash, Plus 81e XFuns, além de ter sido incluído
em diversos livros da editora Die Gestaltel Verlag. Ganhou diversos prêmios, alguns mais recentes incluem Prata no Clio 2009 pelo filme criado para a Anistia Internacional, “Everybody Against Everybody”, que também recebeu um Leão de Bronze em Cannes; Ouro no One Show 2009 por “Go Miniman Go”, produzido para a Lego; e uma menção “In Book” no D&AD 2009 pela abertura da minissérie “Capitu”, exibida pela TV Globo.

lobo.cx/

 


Coleção Hot Wheels Batman

Sempre colecionei quadrinhos e sempre fui fã do Batman. Mas recentemente embarquei numa de colecionar os Hot Wheels da linha do Homem Morcego, pois sempre achei os detalhes desses carrinhos muito bem feitos. Pensava que não teriam tantos itens e não seria com valores assim tão exorbitantes mas vi que ainda faltam cerca de 17 peças na minha coleção de 13 até agora. Sendo que tem algumas dessas peças que são raridades, difíceis de serem encontradas (achei algumas no Mercado Livre e outras na Amazon) sendo que custam até R$ 120,00 cada peça na escala de 1/50 que são as que compro, fora que as importadas são em doletas. Mas é uma coleção bacana pra quem é fã, não são valores altos (e justos) como as esculturas vendidas pela Limited Edition e os carrinhos ficam muito bonitos aqui no meu escritório/estúdio/home office. :) Vejam aí os que já tenho e se quiserem fazer doações eu aceito. :P



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